Reloading – Locadora #014 – Inside

No décimo quarto episódio da Locadora do Reloading, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falaram sobre o melhor jogo do ano de 2016, segundo o Reloading: INSIDE (e, por tabela, Limbo).

AVISO: A PRIMEIRA PARTE DO PROGRAMA NÃO CONTÉM SPOILERS!

Duração: 109 min

Comentados:

JOGO DO 99VIDAS NA STEAM!!!

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  • Germano Vale Filho

    Comecei a ouvir este episódio antes de jogar qualquerdos jogos, apesar desempregado ter ouvido falar bem deles. Quando chegou na parte do episódio que começariam os spoilers, bateu uma culpa, dei pausa e fui jogar os dois jogos, começando por Limbo. Sensacional!! O fato de ter jogado Limbo dias antes de jogar o Inside fez com que esse outro não fosse tão surpreendente. As mecânicas dos jogos são a mesma, basicamente. O que Inside inovou, realmente, foi no fato de alguma ação do jogo vir do fundo da tela (seguranças ou cachorros). A trama do jogo, principalmente depois do trecho em que é preciso reunir 20 pessoas para abrir uma porta, é bizarramente perturbadora. Margem para muitas interpretações mesmo, mas a Playdead faz questão de nos deixar soltos no universo da especulação. Então voltei e fui ouvir o resto do Locadora. Que episódio, senhores!! Muito obrigado. 🙂

  • Ary

    Ótimo cast, para dois ótimos jogos!

    Sobre Limbo, concordo com a teoria predominante.

    Já sobre Inside, acho precisa a análise do Edu de que o jogo lida com um conjunto de metáforas e não necessariamente com um segmento linear e coerente.

  • Almighty

    O final de Inside é meio perturbador. Confesso que também tentei me jogar na fornalha haha
    Eu sinceramente não consegui tirar muita coisa da história, tudo é extremamente subjetivo, é possível interpretar qualquer coisa. Mesmo assim, gostei da análise de vocês. Todos os pontos de vista são válidos.

  • Erick Müller

    O que me intriga, em relação ao final do jogo, é perceber que a “massa” termina o jogo num lugar que é representado por um diorama/maquete que está dentro dos escritórios onde a massa está presa.

    Eu ainda penso bastante no jogo, e sempre rejogo tentando buscar algum fato novo, que dê mais explicações. E encontro algumas, mas surgem outras dúvidas.

    O que me parece é que houve algum cataclisma (causado pelo homem?), que destruiu os ambientes de convivência disponíveis para os humanos. E daí os “comuns” são controlados e os “especiais” são os controladores. E os controladores fazendo experiências com os controlados. Pra mim, “INSIDE” é a jornada do personagem principal, que é o jogador, para “entrar” nesse mundo, saindo de um ambiente isolado (a visão que temos de quem mora em um milharal é a de morar no campo, longe da civilização) e ir para dentro da máquina. Pra mim, é claro pelas expressões do personagem que ele não entende o que vê, o que passa. Nòs somos, com o menino, o “viajante” que vê tudo como algo estranho, e aprende com o que vê, com o que participa. E em nenhum momento ele tenta entender, ele apenas segue em frente.

    Desse ponto podemos derivar uma quantidade enorme de teorias, tanto diretas quanto filosóficas (qual a mensagem do jogo, o que cada grupo representa numa alegoria de sociedade, etc)

  • Louelson Costa

    Eu não vi pelo lado da metáfora.

    Eu entendo que a gente controla o garoto até certo ponto, de onde a Massa assume. Por sua vez, a massa está controlando a gente, logo, o garoto indiretamente. Por isso no final secreto a gente vê aquela sala, que seria onde a gente estava.

    Ao final ela sai no rampage por que estava desesperada pra sair, mas realmente não tinha planejado o que fazer e acaba morrendo na praia. E ainda acredito que ela precisava estar na água pra sobreviver, por isso era mantida naquele tanque.

    Ao final ela não morre imediatamente, mas vai morrer por falta de ar ao poucos.

    O jogo é muito legal, me surpreendeu. Eu joguei sem ler/ver/ouvir nada sobre, e a surpresa de resolver os puzzles e o final foi muito bom.

    O cast, como sempre, estava muito bom. Engraçado e com teorias muito boas.

  • Julio santos

    Senhor Edu Aurrai, sobre os “David’s” do cinema… você me esqueceu de citar o grande diretor David Lean que dirigiu Lawrence da Arábia que é uns dos meus filmes favoritos.

    Parabéns pelo ótimo cast, são dois dos meus jogos favoritos e vocês tiveram ótimas discussão por sinal.

  • masson_marcelo

    Não joguei e nem vou jogar, mas já estou baixando aqui pra ouvir só porque sou fã do sr. Edu.

  • Diogo Maia

    Ainda não joguei Limbo, mas Inside é um dos games intrigantes que eu joguei em toda a minha vida. Ainda vou dar uma conferida no primeiro jogo da Playdead…

    No mais, parabéns pelo cast.

  • DM Castro

    Mano que programa loko véi….kkkkkkk
    Vcs viajam demais!!! Várias teorias sobre os jogos…Eu sinceramente desisti de entender e curti a jogatina até ficar com cara de playmobil no final dos 2…
    Muito bacana…gostei bastante dos comentários de todos!
    Vida longa e próspera!

  • Patrick Reis

    Como não terminei vou deixar para ouvir no proximo final de semana. mas curioso para saber o que rolou.

  • http://www.fodaseomeuwebsite.com fodaseomeunome

    Parabéns por esse programa. Inside é uma obra prima, do mais refinado gosto com um tema realmente assustador, pois o totalitarismo é um regime governamental que realmente existe e é inescapável dependendo da forma como se enxerga ele, impondo-se sobre todas vontades e desejos do individuo, obrigando a todos girarem as engrenagens exaustivamente até a morte. Em outros países como Coréia do Norte e China se mostra mais clara a percepção aos que nasceram em uma cultura ocidental de um regime de controle absoluto governamental sobre a própria população (através do controle de internet, delay nas transmissões ao vivo, proibição de manifestações em locais públicos, idolatria a pessoas perversas como Mao Tse Tung?!, etc…), porém no restante do mundo, INFELIZMENTE, não é tão diferente assim… ou talvez a nossa percepção sobre um regime totalitário em nosso próprio sistema governamental seja justamente diferente pois estamos tão condicionados desde o nascimento a este sistema que o não enxergamos como um controle totalitário absolutista em nossas vidas como nos demais países, o que provavelmente é percebido pelos demais povos e culturas como uma outra forma de sistema totalitarista. Mas voltando ao relato surpreendente e emocionado sobre a compreensão do jogo Inside pelo Sr. Edu Aurrai, tenho de reconhecer o quão profunda e significativa foi a percepção de que a bolha seria uma metáfora a junção de todos os subversivos aquele regime em uma visão horrenda de uma “bolha humana” ao demais, reduzida ao confinamento em um espaço mínimo e que por fim explode em fúria destruindo e absorvendo a todos em seu caminho implacavelmente até o ponto de atingir a libertação ou desistência. O final alternativo com a possibilidade do desligamento de fato remete ao suicídio e mais uma vez única possibilidade de fugir de um sistema completamente totalitarista e inescapável. Inside é merecidamente o melhor jogo de 2016 segundo o Reloading e prova que jogos eletrônicos são ferramentas vão muito além do entretenimento e diversão. É um jogo que instiga nossos medos e percepções sobre como conduzimos nossa própria realidade a medida que inevitavelmente nos faz refletir sobre a mesma.