Reloading – Locadora #015 – Mortal Kombat II

No décimo quinto episódio da Locadora do Reloading, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falaram sobre os dois primeiros jogos de uma franquia que chegou para desafiar o, então, campeão absoluto dos jogos de luta, e acabou gerando um grande impacto na indústria dos vídeo games: Mortal Kombat.

Duração: 113 min

Comentados:

>Mortal Kombat 1 Mortal Monday Commercial 

JOGO DO 99VIDAS NA STEAM!!!

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  • Diego Phiłł

    Vim recomendado do Podtrash e curti muito o trabalho de vocês. Minha primeira experiencia com Mortal Kombat foi quando ainda guri estava jogando Golden Axe quando no Flipper do lado vejo o Sub-Zero arrancando a cabeça+coluna do inimigo. Brutal!

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Opa! Obrigado pelo prestígio, meu caro! =)

  • http://praticabiblica.blogspot.com.br/ Rodrigo Tognin

    Sabiam que existe uma banda com o nome “ABACABB”?
    Digite no youtube que dá para ouvir o álbum completo da banda.
    Não são todos os que se agradam desse tipo de som… mas vale a pena

  • King Buddy Holly

    Apenas algo para comentar…

    Como assim o Senhor Edu Arrai não é um fã inveterado do Mestre Christopher Lambert?

    Exigimos retratação!

    (um PS: que programa épico! esse irá para a pasta de CLÁSSICOS dos podcasts!)

  • pfnino

    Dos jogos de luta pra mim é o pior, mas respeito sua historia.

    Por favor qual o nome da musica do final?

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Na verdade é um som do Wiz Khalifa que rolou no trailer do de MKX, mas que eu acho que a música nem foi lançada. Eu fiz uma montagem pra parecer maior. https://www.youtube.com/watch?v=YQR4DvfqEgM

      • pfnino

        Muito obrigado mano.

  • Almighty

    A primeira vez que vi Mortal Kombat foi num fliperama. Estava mostrando as cabeças na fase da ponte. Aquilo me surpreendeu bastante, eu devia ter uns 7 anos, no máximo. Joguei mais o MK1 e o MK3. Lembro de não conseguir terminar o 2 porque travei no Kintaro.

  • Michael Nakamura

    Excelente episódio, parabéns!

  • Sandman

    Rapaz, gosto muito do Bruno e dificilmente contesto opinião dos outros mas essa de que a Jogabilidade de MK2 é melhor que a do MK9 e MK10 foi dose de engolir.kkkkk

    Abraços e continuem o bom trabalho.

  • El Luchador

    Mortal Kombat II é o meu favorito ATÉ HOJE.

    E discordo muito quando o Bruno disse que o Sub-Zero ficou “inútil” no segundo jogo.

    Gostaria de poder desafiar para uma luta, comigo jogando de Sub-Zero.
    : )

    EDIT: Deixando claro que os melhores de jogar são o Liu Kang e o Reptile.
    Apelação inacreditável.

  • http://machinecast.com.br/ TeamBlue

    Bruno, é difícil vc errar em alguma informação, porem essa história da maquina de Arcade cheia de fichas, do cara ligar e relatar que a maquina tava quebrada etc… não é de Mortal Kombat, até pq na época duvido muito que os produtores dos games iriam até o local onde as maquinas estavam. A história relatada por você é sobre o jogo PONG do Nolan Bushnell fundador da ATARI. essa história se passou em 1972. Segue documentário onde ele relata essa história.Aos 4:20 ele fala sobre o telefonema e a reclamação da maquina quebrada https://www.youtube.com/watch?v=xIrs9js0uHo

    • SmokeE3 .

      é o que eu tava lembrando… é o mesmo q está escrito numa revista da história dos videogames da Revista Playstation.

    • Bruno Carvalho

      Muito obrigado pelo comentário, e por trazer essa preocupação, mas como falamos logo no começo do cast, esse programa foi muito tranquilo de fazer porque entrevistas com os criadores do Mortal Kombat são abundantes, e as histórias que trouxemos durante o cast foram contadas e registradas pelos mesmos em diversas mídias.
      A história do Arcade teve problemas por “excesso de ficha” do PONG é verdadeira, mas isso não faz da história do Mortal Kombat falsa. Não creio que essa situação tenha passado somente uma única vez em toda a história dos video games.
      Então, veja nessa entrevista para a IGN, da boca do próprio Ed Boon, essa história das fichas (aos 17min45s)
      http://www.ign.com/articles/2017/02/23/ign-unfiltered-16-mortal-kombat-co-creator-ed-boon

      – Bruno Carvalho…

      • http://machinecast.com.br/ TeamBlue

        vlw, vou ver sim 🙂

      • http://machinecast.com.br/ TeamBlue

        @bcarvalh1982:disqus realmente vc estava certo em dizer que ele mesmo falou isso! E como eu falei no meu comentário “é difícil vc estar errado”. Mas convenhamos que, o produtor do game ir até um local pra ver uma maquina que estava cheia de fichas é algo muito fantasioso para a época (Minha opinião). As maquinas dessa época eram maiores que as de 20 anos antes. Tinham quase uma “bacia” para reter as fichas. E outra, os donos dos estabelecimentos tinham um determinado numero de fichas e não fichas infinitas para transbordar uma maquina de fichas. Pra mim ele apenas quis reproduzir uma história que ele ouviu nos últimos 20 anos. Duvido muito que em 1992 isso ainda aconteceria. Abraço Bruno e obrigado por se dar o trabalho de responder! ótimo episódio!

        • Bruno Carvalho

          Entendo a sua posição, mas aí acho que é delicado alegar que o Ed Boon possa estar mentindo. Como não existe um contra-ponto de uma outra pessoa presente na ocasião, somente ele sabe se a história é realmente falsa ou verdadeira. O fato é que ele já a apresentou algumas vezes.
          A situação em sí, de máquinas deixarem de “funcionar” por estarem abarrotadas de ficha, não é tão incomum – Eu mesmo já presenciei algumas vezes em que a intervenção se fez necessária. Óbvio que no Brasil não teríamos um representante direto dos desenvolvedores fazendo isso, até por que muitas máquinas por aqui sequer eram oficiais.
          O problema do argumento da “limitação da quantidade de fichas na mão do dono”, é assumir que os Arcades americanos usam fichas, quando na verdade a maioria deles usa moedas, propriamente ditas, de 25 centavos; ou seja, é algo da nossa realidade, mas não da americana, onde o jogo foi lançado. E a pergunta que originou a resposta foi exatamente usando o termo “Money”, ou seja, falavam de dinheiro mesmo, e eles repetem que ao abrir a máquina “Money comes pouring out”, que significa, numa tradução livre, “jorrar dinheiro”.
          Aliás, o termo ‘Insert Coin’ é para que as pessoas literalmente inserissem moedas nas máquinas. A ficha é um recurso adotado para outros mercados, inclusive como método para facilitar o ajuste de valores, sem necessitar modificação das maquinas, e evitar que as mesmas fossem alvos de furto/roubo, entre outros motivos.
          Então é possível que o limite da máquina seja excedido dependendo do movimento do local, sim.
          Se é verdade ou não, é outra história, mas é plenamente possível acontecer. E como a história partiu do criador do jogo, em meios oficiais, e não existe um contraditório, do meu ponto de vista não existe razão para alegar que se trate de uma história falsa por parte dele.

          Muito obrigado pela discussão produtiva 🙂 Um grande abraço!

          • http://machinecast.com.br/ TeamBlue

            Realmente, esse esquema da Moeda me passou batido, ficou muito mais plausível agora! parabéns pelos argumentos que me convenceram! Abraço.

  • http://nerdindie.blogspot.com.br Sergio Rodrigo
  • Fabricio Karim

    Nunca fui fã de Mortal Kombat, não gostava da jogabilidade. Gostava de ver os meus amigos jogarem e fazer os fatality mas com o tempo enjoei deles também. Peferia jogar Street Fighter II ou Eternal Champions. O único MK que gostei foi o Shaolin Monks, este eu joguei bastante.

    Um ponto que eu gostava era a história. Que me lembre, só MK e Eternal Champions que, entre os jogos de luta, tinham histórias bem contadas nesta época. Mais para o final da década isso melhorou, principalmente com os jogos da SNK.

    Mesmo assim, respeito seu legado, MK é um dos poucos jogos que luta que começaram na década de 90 e tem versões na geração atual (que me lembre: Mortal Kombat, Street Fighter, King of Fighters, Killer Instinct, Tekken, e Dead or Alive).

  • http://nerdindie.blogspot.com.br Sergio Rodrigo

    Eu particularmente não curtia o MKII, eu achava muito dificil, em especial quando era nos fliperamas, mas no video game joguei muito.

    Os meus MK preferido são:

    No Mega Drive: MK Ultimate 3
    No Sega Saturn: MK Trilogy

    Ps.: Fizeram o Trilogy pro mega drive em forma de ROM
    https://viciogameblog.com/2012/08/25/ultimate-mortal-kombat-trilogy-do-mega-drive-e-tao-poderoso-que-nao-roda-no-aparelho/

    Abçs!!!!!

  • SmokeE3 .

    É a melhor série de games de luta pra mim. Joguei muito pouco o MK1 e MK2 e acho q vcs explicaram o porquê, eu acha ele muito travado ou lento. Provavelmente era esse tal de input lag.
    Eu vivia fazendo a manha da Sheeva no UMK3, não funcionava, o jogo travava. Mas eu sempre tentava novamente pq eu pensava: Talvez dessa vez o jogo vai pegar um loading diferente e vai funcionar.

    Mortal Kombat Deception e Armageddon são bacanas até hoje pelo modo história, são um diferente do outro e diferentes do modelo do MK9. Shujinko se tornou um personagem muito amado por mim por causa disso.

    Agora que o Bruno falou é que eu notei como quantos personagens criados não vão pra frente, mesmo se eles forem famosos, como Stryker, Fujin, Shinnok e Reiko.