Reloading #024 – Pokemon, Dreamcast e Companheiros

reloading-24

Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita  falaram sobre as confirmações de lançamentos para o WiiU, o casamento de Pokemon e Tekken e a alta nas vendas do   Dreamcast.

Duração:  108 min

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  • Roger Vincoletto

    Felipe, olha só essa.. aparentemente um capítulo inteiro cortado de MGSV devido ao orçamento estourado do projeto…

    http://www.vgchartz.com/article/260799/rumour-konami-cuts-crucial-mgs-v-mission-46-due-to-financial-dispute/

    • Felipe Mesquita

      Ta na pauta de hoje, bizarro cortarem logo do final, deviam ter enxugado algo do meio ou algumas side ops

      • Roger Vincoletto

        Procurei não ler muito porque não quero tomar spoiler, e porque to jogando novamente MGS3 e MGSPW pra entrar no clima, mas se cortaram algo do final, nossa, zuadíssimo. Sem spoilers no cast heim? hehehe

  • Ronny

    Queremos ver o Bruno jogando Goat simulator

  • Adao Nunes

    Como sempre estou atrasado nos comentários , mas já dizia o velho deitado, antes tarde do que nunca né.
    Mas uma vez um cast massa, fico contando os dias da semana para chegar na sexta e me atualizar nas informações do mundo gamer, esta sexta foi bem interessante pois eu estava anestesiado com as imagens da fabulosa MIKA que vi na quinta feira, e foi interessante tocarem no assunto do Fã Service, esta tendencia como vocês mesmo disseram vem da tendencia japonesa de sexualizar personagens de games e animes, e que MAGICAMENTE caiu no gosto dos ocidentais..kkkkk
    kkkk deu risadas também com a citação do edu do NINTENDO DREAMCAST, que comentamos na semana passada, e que esta semana já tiraram do site.

    Bom é isso ai um abraço pra galera!

  • Bruno Davide

    Sinto uma dor no peito sempre que falam que o Batman A.K. é joguinho de destruir tanque…

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Calma, calma, eu tô aqui pra defender o Bátema.

  • Felipe Martins Philo

    Pessoal, eu sigo vcs e não vou atras de notícias além desse podcast. Peço que coloquem no nome do programa, após o número, quando for informações da ps plus (pokemon, dreamcast e companheiros e ps plus setembro)

    • Gabriel Guimarães

      mas eles não dão notícias só da psn.

    • Felipe Martins Philo

      Sério, não era PSN Cast??

  • Gabriel Guimarães

    qual o site do juntos o que?

  • Paulo Carvente da Silva

    Jogos difíceis? Quero ver chegar na terceira fase do Indiana Jones Last Crusade do Mega Drive.

    Dark Souls é piada

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Me lembro desse, era sinistro mesmo, meio cheater até. Tinha aquela parada de escolher o cálice no final que o jogo não te dava nenhuma dica, tu tinha que lembrar pelo que acontecia no filme, assim como as letras de IEHOVA. Por incrível que pareça, eu curtia mais a versão do Master desse mesmo jogo.

  • Diego C.

    Acho legal comentar o que estão jogando, mas, na minha opinião, ficaria melhor algo mais sucinto. No final o cast virou um monologo que estragou um pouco o ritmo do programa.
    No mais, ótimo trabalho.

  • Roger Vincoletto

    Legal voces comentarem sobre “porque todo jogo tem que ser mundo aberto?”. Não gosto dessa tendencia e muitas vezes acho que faz com que os jogos percam o foco. Por isso que acho arkham asylum o melhor da série, é quase linear, quase um metroidvania. Acho que todo mundo fica focado demais nisso, com recursos demais investidos nisso e as vezes deixam o gameplay, evolução de estória etc em segundo plano. Espero que essa moda cabe logo e fique restrita a apenas alguns títulos.

  • Vinicius Ferreira

    Edu! Acho que o Bruno e o Felipe não te entenderam qdo vc disse que sente que “não deveria estar ali” quando esta explorando uma fase gerada por um glitch ou resto de programação.

    Eu te entendo é uma coisa difícil de explicar.

    Por sinal vc já viu a fase “escondida” do Sonic2? Também é essa história de fase que foi tirada de última hora do jogo e que depois o pessoal acaba encontrando. Depois de anos os caras até incluiram essa fase na versão de iOS.

    Por sinal a música dessa fase é bem estranha e creepy.

    https://www.youtube.com/watch?v=Ie7tg9JzJFg

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Sim! É um dos meus casos de glitch preferidos (se não o mais). Tenho até hoje as revistas da época que estampavam a Hidden Palace antes de o jogo ser lançado e sempre me perguntava o que diabos teria acontecido com ela! Fora que eu adorava a música 10 no soundtest e sempre me perguntei onde diabos ela estaria no jogo.

      Aí, anos depois, já na internet, me aparecem as roms dos betas e nego me descobre esse esqueleto da Hidden Palace no jogo final. Creepy. Quando fiz o esquema pra ver por mim mesmo, a sensação foi, no mínimo, estranha.

      • Vinicius Ferreira

        Exato. Na época que descobri o rom ficava jogando a fase e pensando: “Pô… poderiam ter deixado essa fase, que triste.” Hahaha

        Ai depois li em algum lugar que ia ser uma fase pra depois que pegasse todas as esmeraldas e no final dela ganharia a transformação em super sonic. Nem sei se é real, mas teria sido legal…

  • Wesley Rocha

    Eu achei pokken tournament foda! uashuashuahsu!! Essa sim seria uma renovação na franquia, mudar o sistema de batalhas da franquia para um jogo de luta, sem perder o esquema de forças e fraquezas!!!

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Cara, nós também achamos, só o Bruno que não curtiu, hehe.

      • Wesley Rocha

        Bruno ranzinza!

    • Leela Lutz

      Acontece que o jogo Pokémon é muito voltado para o competitivo (leia-se: batalhas entre jogadores). Eu diria até que esse é o principal foco da franquia. Se você pesquisar a fundo, verá que possui bastantes estratégias e detalhes, sendo que as forças e as fraquezas são só uma pequena porcentagem disso. É todo um sistema bem mais complexo do que parece, já consagrado, que exige raciocínio e é balanceado a cada geração, tal qual jogos altamente competitivos como Street Fighter.

      É por isso que mudar o sistema de batalhas da franquia não seria legal. Seria como mudar as regras do xadrez, o jeito como cada peça se move etc., o que faria o jogo exigir outros tipos de habilidades, totalmente diferentes das que o xadrez já trabalha tão bem. Imagina se Street Fighter V mudasse a franquia para um jogo de ataques em turnos? Pois é, seria algo do naipe disso…

      Mas criar uma franquia à parte, com um outro jeito de jogar, eu concordo que seria legal se fosse bem bolado o suficiente… assim não mexeria com a principal, que já é bem bolada e tem o seu foco, seus detalhes e seus torneios. Se fosse realmente bem-feita, poderia, quem sabe, fazer com que houvesse outro tipo de competitividade entre os jogadores (fazendo surgir até outros torneios, como são feitos com a série principal e com o card game). Pokémon tem potencial para ser explorado de muitos jeitos.

    • Leela Lutz

      Acontece que o jogo Pokémon é muito voltado para o competitivo (leia-se: batalhas entre jogadores). Eu diria até que esse é o principal foco da franquia. Se você pesquisar a fundo, verá que possui bastantes estratégias e detalhes, sendo que as forças e as fraquezas são só uma pequena porcentagem disso. É todo um sistema bem mais complexo do que parece, já consagrado, que exige raciocínio e é balanceado a cada geração, tal qual jogos altamente competitivos como Street Fighter.

      É por isso que mudar o sistema de batalhas da franquia não seria legal. Seria como mudar as regras do xadrez, o jeito como cada peça se move etc., o que faria o jogo exigir outros tipos de habilidades, totalmente diferentes das que o xadrez já trabalha tão bem. Imagina se Street Fighter V mudasse a franquia para um jogo de ataques em turnos? Pois é, seria algo do naipe disso…

      Mas criar uma franquia à parte, com um outro jeito de jogar, eu concordo que seria legal se fosse bem bolado o suficiente… assim não mexeria com a principal, que já é bem bolada e tem o seu foco, seus detalhes e seus torneios. Se fosse realmente bem-feita, poderia, quem sabe, fazer com que houvesse outro tipo de competitividade entre os jogadores (fazendo surgir até outros torneios, como são feitos com a série principal e com o card game). Pokémon tem potencial para ser explorado de muitos jeitos.

      • Wesley Rocha

        Entendo o raciocínio, mas não acho o esquema de batalhas de pokemon tão complexo assim, pelo menos entre os que eu joguei. Fazer um novo jogo seria interessante, no mínimo no estilo de pokemon generations, mas isso provavelmente nunca iria acontecer.

        • Leela Lutz

          Então. Isso é porque provavelmente você não joga competitivo. Suponho que não faz chain breed, distribui EVs, decide seus sponges, sweepers, healers etc.

          Existe bastante coisa na série que é renovada a cada jogo, com a introdução de novos pokémons, itens e golpes que fazem as batalhas online mudarem de balanceamento. É basicamente nisso que o jogo muda a cada geração. Para quem joga só o “modo história”, muitas das mudanças provocadas por esses detalhes passam despercebidas, mas elas são sim trabalhadas por quem fez o jogo e estão lá para quem quiser explorá-las.

          Tá certo que tem mais coisa que poderia mudar, mas a verdade é que a cada jogo, a história nova ou continente novo são quase que uma desculpa para lhe dar um jogo que tem dezenas de coisas que mudarão as batalhas online entre os jogadores (e vender, claro). Até por isso a história e outras coisas não são tão trabalhadas ou não sofrem mudanças tão grandes.

          • Wesley Rocha

            Eu não jogo no competitivo, mas para mim não faz sentido criar modificações que só são importantes para quem joga competitivo, afinal nem todo mundo está disposto a jogar dessa maneira.

            • Leela Lutz

              Cada um tem seu modo de jogar, mas cada jogo tem o seu foco.

              Por exemplo, nem todo mundo joga competitivo de jogo de luta. No entanto, veja que muitos personagens novos só são inseridos em Street Fighter por causa desse balanceamento que precisa haver no competitivo. A mesma coisa acontece com outros jogos com foco no multiplayer.

              Se você vai jogar jogo de luta buscando história ou raciocínio em vez de reflexo, por exemplo, não vai se satisfazer. É por isso que eu digo que poderia haver outra franquia destinada a agradar quem não gosta do sistema de batalhas Pokémon de sempre. Mas que ele tem que continuar existindo, tem.

              • Wesley Rocha

                Você exemplificou com o Street Fighter, que insere personagens por causa do balanceamento, mas essas mudanças são aproveitadas para quem joga casual também, essa é a diferença que eu vejo, não é feita para agradar só quem joga competitivo. “Se você vai jogar jogo de luta buscando história, por exemplo, não vai se satisfazer.” discordo um pouco dessa afirmação, o modo história do Mortal Kombat, por exemplo, tem uma história que é bacana e satisfaz. No que diz respeito a pokemon reitero que seria uma renovação da franquia, franquia é diferente de jogo. A mudança no sistema de batalha seria bem-vindo, se isso ocorreria dentro da franquia principal ou seria criado um novo jogo, depende exclusivamente da desenvolvedora, porque não criar dois modos de jogo dentro do mesmo game? O mais “purista” joga por turnos, mas permite mudar os esquemas de batalha para modo “ação” ou “luta” caso o jogador queira. Poderiam colocar essas lutas em momentos chaves do jogo, como batalhas nos ginásios, mas sempre de maneira opcional, seria evoluir a série sem ofender ninguém, não vejo problema quanto a isso.

                • Leela Lutz

                  Mas os novos modos, golpes, pokémons e itens são também aproveitados por quem joga casual, ué. A esmagadora maioria das coisas novas tá ao alcance dos olhos e são usadas por quase todo mundo que joga. O que muitos não veem é o quanto cada mudança muda o online mais do que aparenta, assim como é com Street Fighter. Aí ficam clamando por uma renovação na franquia, como se ela precisasse de muito mais coisa do que realmente precisa. Tem coisas que realmente fariam um bem mudar, mas isso não. Veja que o foco do Pokémon sempre foi o multiplayer, por isso entra e sai geração, e eles não abrem mão de você só poder completar seu pokédex trocando com alguém. Ter esse tipo de interação sempre foi o objetivo do jogo, por isso ele casou tão bem com o online

                  Para o modo de luta que você tanto quer funcionar, teria que ser realmente tão bem-feito como é o sistema de batalhas principal, e isso é muito difícil de fazer. Caso contrário ficaria que nem aquele Pokémon Type: Wild, que é basicamente só um clone de outros jogos de luta. Além do mais, quantos jogos você já viu que podem mudar totalmente o estilo de luta da mesma batalha à sua escolha durante o jogo? É uma crítica muito fácil de fazer, mas que não leva em conta como é complexo montar tudo isso só pra mudar (ou oferecer uma alternativa a) algo que já funciona.

                  Se a desenvolvedora vai fazer uma mudança assim na franquia principal ou não, a decisão é dela, realmente. Mas depois de anos aprimorando ele, mudar o sistema de batalhas hoje assim seria simplesmente burrice, pois começaria do zero algo totalmente diferente e perderia a base de fãs do sistema. Por isso que disse que acho melhor fazer em outra.

                  • Wesley Rocha

                    Quem disse que mudar isso seria fácil e que isso é necessariamente uma crítica, vejo mais como sugestão, pois não desgosto dos jogos de pokemon, elenquei possibilidades, não lancei mão haterismo. “quantos jogos você já viu que podem mudar totalmente o estilo de luta da mesma batalha à sua escolha durante o jogo?” e “Mas depois de anos aprimorando ele, mudar o sistema de batalhas hoje assim seria simplesmente burrice, pois começaria do zero algo totalmente diferente e perderia a base de fãs do sistema” o fato de não haver muitos casos não torna isso uma má idéia ou burrice, até por que não seria obrigatório poderia ser opcional, haja visto o GTA que permite visão em primeira pessoa, que muda o comportamento do jogador diante do gameplay, só para ficar num exemplo. Outra coisa, se for para criar outro jogo, que seja outro jogo, temos o caso do pokemon generations que mudaria bastante a jogabilidade e seria interessante, mas não vejo nenhum movimento da desenvolvedora nesse sentido. Se permitir mais opções, para usufruir um jogo ou franquia, for ofensivo para a base de fãs, a ponto de abandonarem a franquia, eu me abstenho de qualquer debate.

                    • Leela Lutz

                      Então, cara, mas você começou dizendo que deveria mudar o estilo de batalha para um jogo de luta, o que, como já expliquei, não seria legal. É um sistema já complexo, aprimorado e equilibrado, que poderia ser prejudicado se algo errado fosse feito. Existem diversas coisas pra fazer no jogo que só têm graça porque há essa necessidade de montar um time para batalhas online do jeito como elas são feitas. Por isso a inserção de algo novo tem que ser muito bem estudado e trabalhado. Não é questão de que os fãs se ofendem com mudanças, mas sim de mexer no que não precisa.

                      Muito do sucesso de Pokémon se deu justamente por causa do multiplayer e se algo desse errado com ele, claro que perderia a base de fãs, assim como perderia Street Fighter se ele virasse um gênero diferente. Mas muitos não veem a importância disso como veem no Street Fighter, por exemplo. Não vejo ninguém pedindo pra Street Fighter mudar o gênero. Não dá, porque já funciona. A consistência do sistema de batalhas de Pokémon tornou a série o que ela é hoje, caso contrário facilmente teria se tornado um Digimon, que muda a cada jogo e não se destaca realmente em nenhum.

                      Mas mesmo assim eles estão tentando introduzir inovações aos poucos, na última geração já se vê novas formas de você desenvolver seus pokémons com outras atividades sem ser ficar batalhando feito louco com os pokémons selvagens.

                      Como você bem diz, mesmo não sendo o preferido de muita gente, continua agradando, inclusive a você, por isso essa mudança das batalhas não é nem nunca será prioridade. Eu também não desgosto da tua sugestão, só estou dizendo que não dá pra fazer isso na franquia principal. Até dá, mas seria inviável.

                      A questão não é o fato de haver muitos jogos que façam isso ou não. É concentrar esforço (e, portanto, dinheiro e pessoal) demais para desenvolver somente uma alternativa a algo que já funciona muito bem e já está consagrado, colocando algo que mudaria o jogo bem mais que uma mudança entre primeira e terceira pessoa. Por isso não há muitos que façam.

                    • Wesley Rocha

                      “Essa sim seria uma renovação na franquia, mudar o sistema de batalhas da franquia para um jogo de luta, sem perder o esquema de forças e fraquezas!!!” só para deixar claro, coloquei como uma sugestão, pois é um ponto que para mim seria legal modificar nos jogos que originaram a franquia, acho que seria uma mudança positiva, pois todo o resto continua atrativo. Como você disse, não seria legal, mas isso na sua visão do jogo, o que não acho errado. Outra coisa é em relação ao digimon que mudou diversas vezes em pouco tempo, uma coisa é mudar o gameplay a cada jogo, outra coisa é introduzir mudanças maiores de gameplay depois de quase 20 anos do primeiro jogo, mas isso é algo pessoal. Só para deixar claro a questão do online, acho muito legal a desenvolvedora se preocupar com ele, mas o modo história pelo que está transparecendo fica em segundo plano, e eu não concordo com essa abordagem. Porém se a desenvolvedora dissesse, “iremos continuar com o jogo tradicional, porém criaremos outro jogo com a mesma história, porém um será ‘por turnos’ e outro com estilo ‘action’ ou ‘luta’.”, não me oporia a divisão, eu só optaria pelo “action/luta” para variar a jogabilidade. Porém de maneira geral seria como ter o mesmo jogo com opções de jogabilidade diferente em alguns aspectos, por isso levei em cosideração em permitir a mudança de jogabilidade de acordo com o desejo do jogador.

                    • Leela Lutz

                      Cara, não é questão de “na sua visão de jogo”, não estou falando do que eu gosto, mas sim do que é Pokémon e do que ele representa. Existem diversos torneios, estratégias, decisões, fatores para levar em consideração no nascimento e treinamento de monstrinhos, enfim, toda uma comunidade e uma estrutura integrada, com detalhes dependentes entre si pensados para o multiplayer, que caracterizam a série e fizeram ela ser o que é hoje. O que você propôs foi jogar isso no lixo pra começar outra coisa. É como propor que parem de lançar a linha de card game do Magic para transformá-lo num jogo de tabuleiro porque você acha enfadonho jogar sempre do mesmo jeito há anos. Por isso eu disse que se a desenvolvedora fizesse isso, seria burrice. Veja só, não estou falando que a sua ideia de mudança é burra, mas que a decisão de fazer isso descartando o que já está consolidado pra começar do zero algo novo que pode nem dar certo, perdendo além de tudo a fanbase, seria burrice. Você provavelmente achou que não prejudicaria muito o jogo porque pensou que o foco fosse outro ou porque talvez pra você o esquema de forças e fraquezas seja a parte mais complexa do sistema, quando na verdade é só a ponta do iceberg.

                      Agora quando você fala que deveria haver dois modos de jogo, ou mesmo haver um novo jogo com outro modo e a mesma história, aí sim passa a ser algo “cogitável”, mas que ainda assim tem seus problemas para implementar. Eu também adoraria ver algo diferente envolvendo a “jornada Pokémon”. Mas você tem que ver as questões que envolvem tudo isso. No primeiro caso, você estaria praticamente fazendo dois jogos em um, tamanha é a complexidade de coisas que teriam de ser mudadas e pensadas só pra fazer o outro modo funcionar, o que demoraria e gastaria bem mais pra fazer um jogo do mesmo preço que já funciona bem. No segundo, existe o problema de você criar uma concorrência com outros jogos da própria Nintendo (como a própria franquia principal de Pokémon e o Smash Bros.), o que poderia matar as vendas de um ou de outro. Mas, de novo, não falo que é uma má ideia, só estou dizendo que o jeito como você quer que seja tem seus motivos pra não acontecer. Enquanto isso, Pokkén já é um avanço e um teste pra ver como se sai, implementando já algo que você e outros querem ver e que além de tudo abre espaço para outros jogos com outros gêneros envolvendo Pokémon, mas que não sejam necessariamente a “jornada Pokémon”, que já tem seu espaço lá na franquia principal.

                      Tem muitas outras críticas mais pertinentes aos jogos da franquia principal que passam longe do sistema de batalhas. Por exemplo, tem o fato de ser linear demais. Tem o fato de a história ser pouco trabalhada, como você mesmo disse. Tem o fato de o “mundinho Pokémon” não ser tão aberto como poderia ser para criar realmente a sensação de uma aventura Pokémon. Se você criticasse qualquer uma dessas coisas, eu lhe daria razão. Mas você propôs mexer justamente no sistema de batalhas, que é o que há de mais sólido e aprimorado no jogo.

  • http://www.juizcachorro.com/ Roberto Rezende

    Bruno levantou a pergunta boa: “precisa de tanto jogo de mundo aberto?” Eu confesso que ando meio triste por essa moda. Normalmente a galera que faz jogos de mundo aberto se preocupa pouco com level design, e ainda há espaço para experiências mais fechadas, de fato.

    Agora, segundo o pessoal da Naughy Dog, Uncharted 4 vai manter o padrão dos anteriores quanto a linearidade.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      O melhor comentário foi “é areia procedural”, rs.

  • Zeroum

    Só uma correção: The Witcher 3 é vendido no GOG tambem, (PAM, PAM, PAAAMM!) o meu veio de lá.

    • Felipe Mesquita

      É, eu falei isso no programa porque tinha certeza que era vendido lá, mas depois da reação do Bruno resolvi deixar pra lá hahaha

      • Auridian

        É tão legal reescutar (cast) e reler os comentários. hahaha

  • Wilton Pahim

    Olá novamente a todos os “Reloaders”!

    Mais um programa que poderia ter 3 horas, diante de um papo tão descontraído como foi. E sobre os temas mencionados cast:

    Super aprovo ver um live action ou animação sobre Castlevania. Ainda mais por saber que terá um teor super violento pois pra mim (sendo coerente com a história é claro) é um dos pontos que sempre me atrai quando vou em busca de algo novo. E mesmo sabendo que ele será baseado (provavelmente) baseado no Castlevania 3, eu gostaria de ver algo também do Castlevania – Lords of Shadow. Pois sim, fui um dos que curtiu o game (mas confesso que esperava mais do final de LS 2) e a levada que a Konami seguiu com a franquia (apesar de também estar bem decepcionado com a Konami quando decidiram não continuar o Silent Hills) e até gostaria de saber o que os 3 membros principais da “bancada Reloading” mais os outros amigos ouvintes acharam destes últimos games da franquia Castlevania?!

    Já sobre o Mad Max ser um “mundo aberto infinito” como disseram, não vejo problema algum nisso. Mas confesso que como ainda estou jogando o (excelente) The Witcher 3 sem pressa alguma, e provavelmente não terminarei até o ano que vem, não jogarei tão cedo até para não ficar saturado de jogos de mundo aberto sem tempo hábil. Mas o jogo sendo bem feito, em todos os termos, eu aprovo sim a iniciativa.

    Quanto ao “beta” do Street Fighter 5 liberado semana passada, acho uma tremenda mancada da Capcom liberar o beta apenas para quem comprou o game na pré-venda. O mesmo vale pra Naughty Dog no caso do Uncharted 4 infelizmente, mas lembrando que nesse caso em específico esta assim até o “momento” e com sorte eles acabem mudando isso mais pra frente. E com isso quem mandou muito bem foi o beta do Callo of Duty – Black Ops 3, um ótimo game por sinal no pouco que vi e joguei.

    E em relação as imagens e informações sobre o filme do Assassins Creed eu prefiro esperar mais para ter uma opinião mais concreta, mas ter o pessoal da Ubisoft de olho em tudo isso é um ponto positivo. Desde que eles se atentem para que o filme não tenha nenhuma “bug” como nos últimos jogos lançados. Hehe!

    Estou doido pra jogar o Until Dawn e espero que como um grande fã do gênero de horror/terror desde pequeno (que ficou um pouco mais triste com a recém partida do mestre Wes Craven, fica a lembrança ao mito) o game atenda as minhas expectativas. Aguardo mais impressões suas meu caro Felipe Mesquita.

    E para encerrar: Dreamcast é vida e Minecraft é uma droga sem fim. Estamos juntos Bruno!!!

    Obrigado por mais um ótimo programa meus amigos e até o próximo cast.

    Abraços…

    PS: E como mais uma sugestão de canção, deixo a dica do tema do jogo Berserk – “Millennium Falcon Hen Seima Senki no Shou” para PS2. Valeu!

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Eu curto os Lords of Shadow. Os dois, inclusive.

  • Danilo Santos

    Ilha de US$ 40k à venda no Maine, EUA #vlw #flw

    http://www.privateislandsonline.com/islands/small-island-atlantic-coast

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Olha aí rapaz, tá aí, realmente é uma ilha. Certamente o que ninguém (creio eu) esperaria receber quando soubesse que ganhou uma ilha, mas tá aí.

  • Rafael_SBF

    Fala Reloaders beleza??

    Como sempre gosto bastante do final do cast quando os reloaders comentam as suas jogatinas da semana porém, o Bruno acabou esquecendo de dizer o que está jogando!!

    As impressões do Felipe me deixaram bem interessado para conferir o Until Dawn!! Gostei muito de Heavy Rain e Beyond the 2 Souls, muito mesmo, então acho que curtirei esse game!

    Já o Edu, nos diverte muito comentando sobre sua já tradicional campanha de testar jogos difíceis. O mais maneiro é que é um momento sempre regado de nostalgia já que, os games antigos que são mais conhecidos por sua dificuldade.
    Edu! Queria muito mesmo que você jogasse o Vectorman de Mega Drive, dei uma pesquisidada e o jogo foi considerado tão dificil que rolou até uma promoção de 25 mil dolares para os gamers que conseguiram terminar o game sem nenhum cheat code. Pode conferir, o jogo é fera demais!!!!!!

    Abração galera!!

  • Cesaeer

    Rapaz… Não sei se foi o Felipe ou o Edu que no final do Cast começou a falar de Mario, ficou uns 30min falando e ninguém interagia junto com ele… Mas que sono deu ein. Tanto que eu nem ouvi o final do Cast, dei “exit” ali mesmo, ainda mais por estar dirigindo na hora, bateu o tédio forte! Sem querer ser chato… Mas, caraca… Aguentei não.

    De resto, ótimo cast! Bastante objetivo! Com notícias! Isso ae.

  • http://www.gilmarzinho.com/ Gilmarzinho

    Eu terminei Super Mario 2, na época do Mario All-Stars. Mas eu era muito encarnado. Hoje acho que não conseguiria passar da primeira fase mesmo. huahuhua
    Té.

  • Arlorf

    Que bom que não sou apenas eu contra esse uso excessivo de mundos abertos. Muitos usam essa mecânica para ampliar o número de horas jogadas, mas acabam deixando o jogo cheio de buracos, já que não há conteúdo suficiente para toda aquela área.

    Prefiro um jogo “menor” onde cada canto foi bem pensado do que um jogo aberto genérico. O cenário deve ser feito para ser explorado, e não apenas atravessado.

    Claro que existem jogos com mundos abertos excelentes, mas poucos não se tornam repetitivos. A banalização do “sandbox” não me agrada.

    Ps. Senti falta do comentário de vocês acerca da disparidade do preço de Mega Man Legacy Collection. R$ 29,99 no Steam, R$ 29,00 no XOne e R$ 53,90 no PS4. Achei muito estranho. Até que no Steam geralmente os jogos são mais baratos, mas por que o valor quase dobrou na PSN em relação a Live?

    • Felipe Mesquita

      Isso realmente foi bizarro, geralmente o preço desses jogos na PSN também utilizam a conversão de 2 para 1 em relação ao dólar, mas nesse caso usaram o nosso dólar de R$3,80. Parece que foi um erro da PSN mesmo, pq tinham anunciado o preço de R$30 antes do lançamento, e a Capcom BR falou que estão investigando o que aconteceu nesse caso.

  • Leonardo Alves

    Lembro que na época que tive chance de comprar um dreamcast, acabei tendo que escolher entre ele e um ps2, e acho que na época fiz a escolha certa de ter comprado um ps2, porque foi no ps2 que eu comecei a me dedicar mais aos jogos. Hoje em dia eu pegaria um dreamcast mais para ser um item de coleção, sempre achei o design do console bonito. Sobre revisitar jogos antigos como o Edu faz, fui jogar o primeiro Golden Axe,não sei se eu já fui melhor ou se tem coisas que devem ficar no passado mesmo kkkkkk.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Boa sugestão, Golden Axe, rs.

  • Lucas Vinicius

    Qual o melhor cabelo do Ken?Street Fighter Legacy ou
    Street Fighter: Assassin’s Fist….E eu acostumei com pokemon lutando éno anime e oq ta mais perto é Pokken :p

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Boa, Assassins Fist é idêntico e mais estranho ainda. É o mesmo ator, né?

    • Wesley Rocha

      Pokken é o que mais se aproxima do Anime em luta, deveriam manter a progressão do pokemon atual, mas com as lutas de pokken, seria bem bacana. aushuashuahs

  • JamianGold

    Joguei os games do Super Mario All Stars recentemente no Super Famicom. Raiva, da! Mas consegui fechar os jogos jogando todos os dias, num período de um mês, mais ou menos.

    Já fui sabendo o que viria pela frente, acho que, por isso, coloquei na cabeça que iria jogar honestamente, sem ajuda alguma. E consegui! Acreditem ou não, foi maneiríssimo jogar novamente e, dessa vez, fechar alguns que eu nunca havia zerado.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Mario “Lost Levels” não dá a impressão que foi feito pra irritar? Aquela fase 7-3 é de tocar o controle na parede. Tubular do Mario World é suave perto dela.

      • JamianGold

        Com certeza! A fase do labirinto que vc citou tb é de esmurrar a parede.
        Lembro que nela, pra entrar num cano, tinha que pular pra frente, mas voltar pra trás no ar, sacou? Eu demorei pra pegar a manha disso. É um
        movimento bem preciso. Preciso quando se precisa cair num lugar exato!

      • Gabriel Guimarães

        caraca, tubular é de comprar aparelho de bruxismo, vou ter que jogar esse jogo rs

  • Luciano Naraki

    Manos,Metal Gear Solid the Phantom Pain está um jogo incrível!O jogo logo de início te insere numa situação digamos…. explosiva! Bastante mortes ( Nunca vi se matar tanto em um início de game) e com uma pegada cinematográfica que é característica da franquia. E diga ao senhor Bruno Carvalho que a narrativa está excelente com lindas cutscenes,de tirar o fôlego. Há e Hideo Kojima foi creditado sim senhor ,na produção e na direção do game. Infelizmente não posso revelar as minhas fontes kkkkkkk mas podem acreditar o jogo está incrível.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Mario “Lost Levels” não dá a impressão que foi feito pra irritar? Aquela fase 7-3 é de tocar o controle na parede. Tubular do Mario World é suave perto dela.

      • Luciano Naraki

        Carai! Edu cagou na minha informação ” privilegiadíssima ” sobre Metal Gear Solid e me deu uma resposta nada a ver. kkkkkk Estaria amando o nobre colega Edu Aurrai?

        • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

          Respondi errado, mano, era pro amigo de cima, kkkkk

          • Luciano Naraki

            Não esquenta não meu amigo Edu all right !!!!!

    • Felipe Mesquita

      Vou começar a jogar agora, hype ta no mais de 9000!!

      https://twitter.com/felipe_mgm/status/637660085230149632

      • Luciano Naraki

        Felipe …aguardando os seus coments sobre esta mais nova maravilha da 8º arte!!! Tô aqui maluco chamando Jesus de Genésio e urubu de meu louro!!!!

  • Robson Gonçalves

    Revelação! ‘-‘

    eu escuto 8 podcasts diferentes!

    e hoje, todos eles, incluindo vocês, provarão seu valor!

    Estarei numa viagem de “6 horas” para o interior e graças aos reloaders e outros, não morrerei de tédio no meio do caminho!

    Muito obrigado e até segunda! Retorno para comentar mais! FUI!

  • Luciano Bullock

    Aguardando o Edu Arrais participando da próxima edição do The Voice Brasil.

  • Caiometal

    Me desculpem galera, me alonguei bastante como sempre nas notícias. haha

    O Japão hoje em dia é a maior plataforma de mobile no mundo. Em software é geralmente a maioria Wii U e 3DS enquanto Ps4 pelo que vi tá vendendo bastante mesmo sem aparecer em software porque bloodborne tá vindo no bundle. Enquanto o 3DS em todas as versões vende quase 100 mil durante as semanas e os jogos vendem bem também. Primeiro tá o 3DS, segundo o Vita, terceiro Wii U, quarto ps4 e por último com menos de 10 mil o xone. Sobre Pachinko, as empresas estão se focando muito porque agora o aparelho já não tem tanta proibição quanto antes..

    Quanto ao amiibo, ele será produzido por outra empresa pela Yatch. Não curti o fato de que a Yatch travou conteúdo no amiibo, sendo que em outras plataformas vieram coisas exclusivas de graça. Amiibo tem que vir conteúdo adicional que não muda a experiência, não dlc como a Nintendo errou com os de Splatoon e esse agora. Mas enfim, vou comprar de um jeito ou de outro mesmo tendo somente a versão de ps4.

    Concordo com o Bruno, tô de saco cheio de jogo mundo aberto. The Witcher 3 já me fudeu e Metal Gear 5 vai me ferrar com o tempo que vou ficar explorando. D:

    Cara, eu acho Twitch horrível pra streaming, ao menos pra mim. Acho muito melhor os vídeos e streaming por lá, além de ser muito mais fácil de acompanhar.

    Em relação a cosplay na rua em dia de semana, no japão isso tá longe de ser bem visto. Lá os japoneses veem essas pessoas como desocupados e eles são conhecidos como otakus, que também não são bem vistos por lá. 😛

    Nintendo nos filmes acho que o melhor é animação 3D ou no estilo clássico já que nisso já teve cartoon/anime de Kirby, Donkey Kong, Mario, Fire Emblem, F-Zero e terá pra sempre Pokemon. Em live action só imagino Metroid, Fire Emblem e Zelda.

    Discordo completamente sobre Fatal Frame. NÃO tem que ter cara de Nintendo, assim como Bayonetta 2 também não tem que ter. Fatal Frame só passou do 3 porque ela tá financiando o jogo e detém a IP do quatro e os que vem depois porque se dependesse da Koei Tecmo nem existiria pra sustentar poucas pessoas, sendo que em 5 jogos mal passou de um milhão de vendas sendo três em uma plataforma de 150 milhões venderam menos de 500 mil. Eternal Darkness também é IP da nintendo e mature, aliás. Enfim, amo o jogo mas é de nicho no ocidente e até mesmo no oriente. Se Fatal Frame fosse lançado – sendo que não pode – pra todas as plataformas também não venderia nada bem..

    Sobre Until Dawn, já zerei duas vezes e só um personagem meu morreu na primeira vez. Um dos meus jogos favoritos nesse ano junto de Life is Strange! Fantástico!

    Enfim, é isso, excelente podcast.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Nada, cara! Seus comentários são fodas pq tu também contribui com mais informação pra todo mundo. Abração! =)

    • Roger Vincoletto

      Caio também to de saco cheio de mundo aberto. Sério, porque tudo tem que ser mundo aberto?
      Estou jogando Batman agora e bem decepcionado com o jogo. A cidade é fantástica, quase inacreditável o que criaram, a história é muito boa (ainda nao sei que é o arjham knight, não contem) mas sinto falta de um pouco mais de linearidade, falta do que era o Arkham Asylum. Tipo, o jogo poderia ter sequencias fechadas e lineares animais, tipo dentro de um mega prédio ou algo assim, mas no fim é só passeios eternos pelo mundo aberto.

      • Auridian

        Até concordo com vocẽ, mas ainda existem boas opções de jogos lineares (esse Untill Dawn parece ser muito foda). Quanto ao batman, não tenho os requisitos necessários pra joga-lo mas creio que seja um bom jogo, e também estou esperando chegar para linux.

        O negócio é que os jogos estão seguindo uma tendencia, acredito que de uma hora para outra os caras (e principalmente os indies, que não tem tanto dinheiro pra investir em VR) virão com novas narrativas. Acho que o futuro será bom.

  • Carlos Bloodstone

    Ai sim eim bora escutar

  • Fernando Souza

    E para fechar a semana com chave de ouro…

  • Anderson Cardoso

    Oh sim terminando a sexta bem informado.