Reloading #037 – Restaurantes, DoA Xtreme e Playstation 2

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Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falaram sobre as vendas do Playstation 4, retrocompatibilidade com Playstation 2, a exclusividade de King of Fighters e a falta de uma versão ocidental de Dead or Alive Xtreme.

Duração:  99 min

Comentados:

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  • Guilherme Araujo

    O excelentíssimo Bruno tinha 15 minutos para falar de DOA, diz que vai falar 5 e acaba falando 30(quem ouviu 99vidas?) A mulher nao quer ser representada assim no DoA mas na tv ta ok? vai entender. Eu queria entender esses Streaming de pc no xbox que estavam comentando, pq se existir eu vou poder jogar no Xbox Street 5 via Streaming (Street do pc) a resposta eh não, não tenho xbox. Sobre battlefront eu te digo uma coisa, jogo sem tempero.

    • Felipe Mesquita

      Não, o streaming é do Xbox para o PC.

      • Guilherme Araujo

        Sim mas pelo que lu e vcs ateh ja comentaram a Microsoft esta prnsando em fazer ao contrário tbm

      • Guilherme Araujo

        Porem ja li que a microsoft tava interessada em fazer o inverso tbm,

  • Dcnauta Marvete

    Esse tipo de assunto (censura) não tem como não dar treta. Primeiro, porque alguma censura é necessária (combate ao racismo, por exemplo). Segundo, porque quem censura sempre tende a exagerar (do mimimi hipersensível das redes sociais ao cabresto imposto por alguns governos). Terceiro, porque a nossa sociedade é incoerente. Nos games, há censura ao sexo (em nome da moral, do combate ao machismo, etc.), mas não à violência (GTA V e God of War, só para ficar nos mais populares, têm tortura e assassinatos como missões para o jogador fazer). Seria bom, em nome da paz, admitir que a questão é complexa e até paradoxal. Ela precisa de reflexão e certo grau de tolerância. Acho que nenhum de nós é dono da razão e as opiniões divergentes merecem respeito e ponderação.

  • Bruno Davide

    Oque acham dessa logo que eu fiz pro Reloading?
    url: (http://i.imgur.com/zMNHE3R.png)

  • Diego Gonçalves Teixeira

    OFF TOPIC – PERGUNTA e CURIOSIDADE.

    Saudações Bruno, Edu e Felipe.

    Gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre um conceito de jogos exibido em um anime chamado Sword Art Online, uma pequena descrição: um modo de jogo usando realidade virtual que o jogador entra no corpo do personagem(o “console” deixa seu corpo em semi-coma e seu cérebro começa a controlar seu corpo virtual fazendo você se sentir no personagem andando, lutando, etc..).

    Acham possível um dia existir jogos como esse? Se caso achem possível, estaríamos vivos para ver essa tecnologia?

    Gostariam que existissem algo assim?

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Salve, Diego!

      Não conheço o anime, mas seria algo parecido com Matrix ou O Passageiro do Futuro?

      • Felipe Mesquita

        Pelo que manjo do anime (que não é nada) os mulekes vão jogar um MMO com VR e ficam presos la num esquema tipo Matrix mesmo. É isso Diego?

        • Diego Gonçalves Teixeira

          Exatamente. É bem algo como Matrix mesmo, Matrix já está tão antigo que estou esquecendo de usa-lo como referencia rsrs

          • Felipe Mesquita

            Então cara, não sei se teremos algo do tipo um dia nos games (ou se vamos estar aqui pra conferir), mas confesso que sou bem careta nesse ponto de como jogar videogame. Pra mim o sentado no sofá com controle na mão é imbatível. Mas vai saber né, eu era cético do VR até testar e entender que é uma tecnologia fantástica, principalmente pra games.

            • Diego Gonçalves Teixeira

              Entendo seu ponto conservador. Tenho 24 anos e quando assisti Matrix nunca pensei nisso como um vídeo-game mas depois de assistir o anime citado minha cabeça explodiu rs, Gostaria muito que isso se torna-se realidade mas creio que se um dia se tornar não estaremos aqui pra ver também. Pelo menos temos o VR chegando(que eu espero muito que seja aceito pelo público).

              Obrigado pela opinião, acho muito legal saber a opinião de pessoas que tem crédito, autoridade e fundamento no que falam.

  • Diego Gonçalves Teixeira

    OFF TOPIC

  • Vitor Calfa

    Sobre censura, eu pessoalmente estou com o Bruno na questão da diversidade. Eu sou casado, 34 anos, amo minha esposa, apoio questões feministas, questões de diversidade, respeito, remuneração similar entre homens e mulheres, etc, etc etc, mas que adoro uma putaria também. Acho muito errado não haver espaço para a putaria por conta de atender a reivindicações de representatividade do publico feminino. Eu tenho tanto direito de ter minha putaria quanto a menina tem de jogar coma garota vestida de forma adequada.

    Quanto a Dead or Alive (o jogo de luta, não o de vôlei), é um excelente jogo de luta 3D, que infelizmente sofre muito preconceito por conta do erotismo. Na minha opinião, DOA5 é o melhor jogo de luta 3D atualmente, visto que Tekken esta preso num looping de tentar emular o sucesso das versões 3 e 5 a anos sem sucesso, ficando fadado a não evoluir em nenhum aspecto em décadas.

  • thenets

    Pessoal xD no podcast #3 já tem toda a resolução dessa conversa… E é engraçado como a opinião mudou um pouco desde então…

  • Schmidt

    Por que o reloading não faz parte do site do 99 vidas? Poderiam ser um programa diferente assim como vocês já são porém dentro do 99 vidas, seria bem bacana!!

  • Auridian

    Queria dar parabéns ao cast, boa discursão. E mais parabéns também pelo fato do Reloading ainda ser um lugar de discursões abertas e de pessoas como tal sem ad hominens, apesar de terem opiniões bastante diversas.

    [sugestão]
    Eu gostaria que (ao menos) um de vocês experimentasse o linux (ou mesmo tentar o SteamOS) e jogar nesse sistema. E desse a opinião a respeito.

    • Wesley Rocha

      Cara tava vendo sobre o steam OS, ao que parece ele funciona tipo uma central de jogos e só, né? Tem alguma vantagem nele, tipo desempenho em jogos e tal? Queria sugestões pois tô pensando em fazer um PC pra isso.

      • Auridian

        Por enquanto em relação a desempenho não tem vantagens, pq o único jogo que tem total implementação do opengl é o Dota — os demais games portados, mesmo os da Valve, estão com queda de desempenho em relação ao windows.
        Ele funciona como um console (tendo em vista comodidade de estar na sala e no seu sofá), na qual você mesmo poderá mexer no sistema e no hardware. Acredito que vale a pena montar uma, mesmo que seja com windows instalado — pelo menos até o Vulkan chegar…

  • Evandro Menezes

    Olá, achei a discussão sobre DOA muito interessante, eu trabalho com ilustrações de vários tipos, desenhos adultos e infantis ( infantis mesmo, não estou sendo irônico kkkkk). Entre os dois estilos, me interessa mais o estilo adulto, e gosto de desenhar especialmente mulheres. Porém o fato de eu gostar deste estilo, não necessáriamente quer dizer que eu acredite que a mulher deva ser representada desta forma. Isso seria o mesmo que dizer, que um diretor de filmes de terror quer ver pessoas morrendo na vida real. É somente um interesse e preferencia pela anatomia feminina como arte, da mesma forma que existem desenhistas que gostam mais de desenhar personagens masculinos absurdamente musculosos.

    Oque eu acho importante é que o conteúdo seja entregue para pessoas com a idade correta para consumir. E que a pessoa que o consome tenha tido educação apropriada o bastante para que isso não altere a sua forma de como tratar as mulheres. Se alguém ao ver um filme de terror, ou pornografia age de forma incorreta, ou ela teve acesso prematuro e indevido ao conteúdo, ou teve uma péssima criação.

    Creio que seja mais fácil as pessoas serem criadas para manter seu caráter independente do conteúdo que vê, que tentar mudar o mundo todo para que essas pessoas não sejam influenciadas.

    Sou muito fan de vocês, e acho todas as opiniões válidas!

    • JamianGold

      Falou tudo.

      • Evandro Menezes

        Muito obrigado!

    • Dcnauta Marvete

      Excelente análise. Parabéns!

      • Evandro Menezes

        Brigadão ai!

  • Lucas Figueiró

    Concordo com o Bruno q é besteira ficar picotando tudo. ta tao chato hoje em dia, parece q filmes, jogos revistas, tem q agradar a todo mundo, cada revista/jogo/filme/livro tem um foco, um publico alvo. “Sou mulher e nao quero ser representada assim”, p#rra, eu sou homem, mas nao fico enchendo o saco das empresas de games quando o personagem masculino é um otario, nao me vejo naquele personagem, so entendo q aquele personagem, aquele tipo de jogo, o foco do jogo tem o personagem dessa maneira, e acabou, se nao gostar nao compro. Ficam dizendo q nao pode ter sensura mas quando o cara quer fazer um jogo ou filme da sua maneira nao pode, tem q agradar a todos, isso so cria conteúdo mediocre. Acho q la eles sao muito menos babaca nessa parte, tratam como deveria ser tratado: produto no mercado, quem se sentir atraído pelo conteúdo que compre. Ademais, bom programa, abraço.

  • Cartomancer

    Bruno, vou dar um exemplo mais extremo para explicar a questão de representatividade. Isso vale para qualquer coisa, não apenas para o lance do público feminino. Imaginemos um jogo extremamente racista, onde o objetivo é ***espancar negros nas ruas*** porque, naquele universo, isso é bacana. Sem julgar se é certo ou não, você acha que é algo que deveria ser lançado no Brasil (ou em qualquer outro lugar), mesmo com a possibilidade de escolher jogar um modo censurado ou não? Talvez o público desse jogo sejam apenas os racistas, quem não for, que não jogue, ué. Pra mim, é a mesma discussão, onde quem está sendo radicalista aqui, é você, em relação a liberdade de escolha. Não vivemos num mundo de pessoas esclarecidas, isso é fato.

    • Auridian

      Bem eu não sou a pessoa direcionada a essa pergunta, mas vou dar minha opinião. Acredito que não tenha nenhum problema em lançar esse tipo de produto, apesar de ser de mau gosto. O que importa é as relações humanas no mundo real — um pedófilo não deixará de ser tal simplesmente pq não comete abusos em crianças (assim como quase todo comportamento, as normas cívico-sociais fazem com que as pessoas resguardem suas taras).
      Afinal, todo ser humano é igual.

  • Andy Jordison

    Coitado do Edu, ainda elogiou a área de comentários. Velha história do escorpião e o sapo. Haha

  • Carlos Eduardo Galvani Nascime

    Sobre a discussão sobre Assassin’s Creed e GTA, se pegarmos o período de 2009 até 2014 perceberemos que os trocentos AC que saíram venderam o equivalente ao que o GTA V vendeu. Apesar de ter desgastado a franquia, no fim das contas eles venderam o mesmo tanto que GTA vendeu nesse período. Além, claro, que duvidaria muito que se tivéssemos um período longo sem AC ele seria um terço do sucesso que foi GTA V.

  • Wilton Pahim

    Bom Dia meus caros Bruno, Edu, Felipe e todos os ouvintes do Reloading!

    Confesso que o último programa não teve muitas noticias relevantes, o que não é culpa alguma dos membros do cast pois isso é normal de acontecer e se trata apenas de minha opinião pessoal. Mas nem por isso deixou de ter alguns pontos a serem citados é claro:

    Unravel é amor, assim como o Dreamcast, e também aguardo o lançamento deste belo game.

    Agora quanto ao lançamento de RE 6 para o PS4, eu já acho um tremendo “tiro no pé” visto a crescente que a Capcom esta alcançando graças as versões remake/remasters para a nova geração dos games com o “verdadeiro espiríto” de RE.

    Estou roendo as unhas aguardando as declarações da Sony sobre a retrocompatibilidade de jogos do PS2 para PS4. Espero que as minhas esperanças depositadas sejam atendidas no final.

    Já o lançamento do Uncharted: Golden Abyss para o PS4, deveria ter acontecido pra ontem. Visto que eu sou um, dentre as milhões de gamers, que jogaram todos os games da franquia menos esse até o momento. Poderiam aproveitar o embalo logo de uma vez e finalmente lançarem também uma versão “collection edition” dos games do Bioshock de uma vez por todas. Na boa, o que eles estão esperando ainda pra fazerem tudo isso?!

    E para encerrar: Deveriam criar um modo multiplayer no The Witcher 3 para jogarmos o viciante Gwent uns contra os outros por horas sem fim. O que vocês acham meus amigos? Aprovam a idéia?

    Até semana que vem meus amigos e como dica do próxima música de encerramento, eu deixo: Bioshock Infinite – Will The Circle Be Unbroken.

    Abraços a todos!

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Gwent online. Eu topo.

      • Wilton Pahim

        Devia ter alguma petição ou algo do gênero para criarem este modo online. Se houvesse, estaria participando entusiasticamente e compartilhando esta ideia daqui até kaer morhen!

    • Auridian

      Se fosse somente o gwent seria uma boa, mas é bom deixar os jogos da CD projekt como estão. Quase todo jogo hoje em dia tem que ter essa experiência online, e o The Witcher é a prova de que os jogadores ainda valorizam a experiência de um bom jogo, pelo jogo em sí.

  • Rafael Rodrigues de Sousa

    depois de ver uma gameplay de afro samurai 2 eu pude entender perfeitamente porque devolveram o dinheiro e cancelaram o jogo, não vejo um jogo tão ruim e mal feito em muitos anos! oque é uma pena, porque afro samurai se fosse bem feito daria um jogo com lutas muito iradas, mas uma empresa grande da vida nunca vai fazer 🙁

  • SmokeE3 .

    Eu acredito que essa disputa da mulher pra censurar o jogo, ela luta pra que o jogo não exista. Ela quer um jogo totalmente censurado ou não ter o jogo. E acho que não deveria ser opcional, deveria ser como os criadores querem, a obra é deles, se eles veem que vão perder um público grande por não ter censura (o que eu duvido) aí sim deveriam pensar em colocar esse recurso.

  • Leandro M. Corrêa

    A discussão do DoA tava muito boa e eu tava concorando mt com o Bruno..ATÉ a parte que vcs falaram em fazer uma versão “woman friendly” dos jogos..

    Galera, a BASE do movimento de emporamento feminino e etc hj em dia é NAO SEPARAR homens e mulheres em caixinhas.

    Esse pensamento de “isso é de menino, aquilo é de menina” é o ápice do preconceito e machismo, extremismo, etc.. Cada um é cada um e o direito de escolha tem que ser PRA TODOS os gêneros! O que tem que haver é classificação indicativa, mas não censura e não colocar pessoas em caixinhas separadas por gênero ou opção sexual.

    Acho que se expressaram mal, no fim das contas, mas o “macro” da opinião do bruno é bem sensata.. A opção TEM que existir, independente de classe, genero ou opção sexual.

    • Carlos Eduardo Galvani Nascime

      Esse “woman friendly” foi uma piada de mau gosto, só pode.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Só esclarecer que “inventei” esse termo porque me pareceu o que estava sendo procurado no momento da conversa, mas não concordo nada com ele.

      • Leandro M. Corrêa

        Sim sim, Edu!
        Tenho certeza que não é o intuito de vcs, só achei válido expressar aqui pq esse assunto é bem polêmico, né?

  • JamianGold

    Gosto de peitos e eventualmente quero ver peitos.

    Fico bem chateado com essa questão do DOA e também com o corte que aconteceu na demo de Street Fighter V.

    Não faz sentido quererem censurar os jogos dessa forma. Não existe a classificação indicativa? Será que TODOS os jogos precisam realmente seguir uma linha para que as mulheres sejam representadas de forma “adequada”?

    Que chatice.

  • Maggoo

    #juntos #somostodosgamers #feitoresdeescolha

  • thenets

    Complicaram demais a conversa sobre o Dead or Alive. Tenho uma visão mais simples: “Não consigo ver nenhuma sociedade que tenho progredido com qualquer tipo de sensura.”
    Quer fazer um jogo só com peitos e bundas, faça. Quer fazer um jogo que vc sai matando inocentes, faça. Quer fazer jogo da mina lesbica que volta no tempo, faça tbm.
    Ficar proibindo só serve pra fomentar o que se proibe. Acho que o exemplo mais besta e conhecido dos nerds que falam de jogos é a proibição do governo japones de ficar mostrando orgãos sexuais. E o que adiantou? País machista pra caralho, mulher de roupas íntimas pra todo lado, lojas só de hentais, mulher sendo assediada nos metrôs lotados, mina que entra na faculdade só pra arranjar marido…
    Mesmo para as mulheres que querem defender os direitos delas, essas idiotices só servem pra foder a vida delas mesmas e dos outros.

    • Carlos Eduardo Galvani Nascime

      Isso é muito bonito na teoria, mas em outros exemplos não seria muito bem aceito. Por exemplo, poucas pessoas defendem esse mesmo ponto para Rapelay e outros jogos que entram em assuntos majoritariamente execrados pelas pessoas. Assim como um jogo que o foco fosse pedofilia, racismo, antissemitismo ou qualquer outro ponto seria totalmente rejeitado pela maioria. E tenho certeza que a discussão desses mesmos pontos a 60, 70 anos atrás teriam defensores assim como existe defensores de sexualização hoje em dia.
      Sobre o Japão, seu exemplo não chega em lugar nenhum. Do jeito que você fala, parece que a proibição de mostrar órgãos sexuais em qualquer contexto foi alguma imposição do governo para diminuir o machismo, o que não tem nada a ver. O governo japonês nunca fez qualquer tipo de “intervenção” para diminuir o machismo no país.
      Sobre a questão de “defender os direitos só os prejudica” é um pouco no-sense e serve de exemplo para qualquer das coisas que citei acima que eram aceitas a décadas atrás e hoje são majoritariamente abominadas.

      E claro, se atenha a lógica. Não estou dizendo alguma dessas coisas que eu citei são comparáveis ao sexismo nos games, mas sim que coisas que não são aceitas hoje já tiveram seus fiéis defensores a décadas atrás.

      • thenets

        Mano, nem consegui entender seus argumentos. Sejamos práticos:
        – Você consegue citar alguma situação em que algum tipo de proibição foi benéfico? (proibição no sentido de censura)

        • Carlos Eduardo Galvani Nascime

          Proibir um jogo que o objetivo é estuprar uma pessoa me parece benéfico. Proibir pessoas de escravizarem outras me parece benéfico também. Não existe vida em sociedade sem o mínimo de proibição. Qualquer coisa fora disso é utopia. De qualquer forma, o jogo em questão não foi proibido em lugar nenhum.

          • Dcnauta Marvete

            Então, em nome da coerência, temos que proibir também os jogos com o objetivo de assassinar ou torturar pessoas (God of War e GTA V, só pra começo de conversa). Do contrário, temos um problema de incoerência grave. O assunto não é tão simples.

            • Auridian

              Tem que proibir o Mario também. Ele tortura animais (e isso é inaceitável), especialmente a tartaruga, e usa e abusa dos cascos do bicho.

          • Wesley Rocha

            Entendi seu ponto, mas será que a própria comoção popular e o posterior boicote do jogo não seria suficiente para impedir que jogos como esses sejam criados? Pessoas que acreditem que aquele produto é improprio não o consumirão e poderão ainda desencorajar as demais a consumi-lo.

            • Caiometal

              Mas cara, não houve comoção pro jogo não vir pro ocidente. O que sempre houve foram pessoas dizendo que o jogo sexualizava a mulher e que por isso não curtiam o jogo e blablabla. Ninguém tava impedindo ninguém de comprar. A Koei Tecmo não tá trazendo pro ocidente por bobagem com medo de críticas sendo que desde o primeiro a empresa escutou isso.

              • Wesley Rocha

                Então se ela tá preocupada com essas críticas, isso já não é uma forma de mostrar que há uma comoção e que antes essa comoção não era tão relevante quanto hoje?

  • Rodrigo De Sousa

    Uma pena do bruno cercado de esquerdistas, AIn é tão errado ter jogo x ou y, errado é querer definir o que é errado ou certo, tem que ter todo tipo de cultura, TODO, quem não gostar não consome FIM, queima de livros foi em 42 na Alemanha.

    • Caiometal

      Beleza, vamos deixar jogos de estupro no mercado como Rapelay também porque tem que ter TUDO.

  • IsraelArraes

    “Avançados no representatividade da mulher.”

    Ta, mas e daí? Vai proibir o conteúdo voltado ao público mais masculino por causa disso? A gente também está super avançado na discussão de que vídeo game não torna as pessoas violentas e um jogo como Hatred foi lançado.
    Não existe justificativa pra tentar inibir ou censurar o lançamento do DoA extreme aqui no ocidente. O bruno está certíssimo, coloca opção pra quem quer jogar nos 2 modos(se é que tem alguém que iria jogar o modo censurado).

    “Ah, mas a mulher não que se ver representada dessa forma.”

    Com o perdão da palavra, foda se. Se cada jogo fosse feito pela forma que os outros querem se ver neles, a criatividade desse ramo estaria abalada. Um jogo não tem que ser o espelho da “sociedade ideal”, o jogo tem que ser um produto que lhe entretenha, seja lá de qual forma ele escolha fazer isso. Se você não gosta de uma dessas forma de entreter, não jogue esse tipo de jogo, simples assim. Agora querer propor formas de censurar ou legitimar as barreiras para o não lançamento desse tipo de jogo aqui no ocidente “por que a sociedade é diferente e não cabe mais espaço pra esse tipo de jogo aqui.” é ridículo.
    O mercado dos vídeo games não deveria ficar preso a esses tipo de amarra, muito pelo contrário, deveria ser livre tanto para esse tipo de jogo, quanto para os jogos com propostas totalmente opostas e que “enalteça” o papel da figura feminina.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Cara, eu acredito que a questão nesse caso não é “proibir o conteúdo voltado ao público mais masculino”.

      Já que estamos aqui amistosamente não poupando palavras: um game como DoA Xtreme nada mais serve do que para agradar garotos com hormônios em ebulição a fim de tocar punheta ou pervertidos de outras naturezas (o que já gera um tema à parte, mas quais dessas polêmicas não?).

      Veja, não há contexto nenhum, como bem comentou o amigo Caio, abaixo, a não ser satisfazer um determinado grupo objetificando sexualmente um outro grupo.

      Vamos colocar em uma espécie de balança: os guris punheteiros/demais pervertidos e as mulheres que querem se inserir no mundo dos games e se sentem incomodadas vendo um jogo desse tipo. Convenhamos, não é nada complicado para o referido onanista ir se “satisfazer” com o mesmo conteúdo em diversos outros lugares. Assim como, espera-se, que um dia a pessoa amadureça e deixe de lado esse tipo de pensamento.

      Agora, peguemos a mulher que quer se inserir. Ela vai continuar sendo uma mulher que se sente incomodada com esse tipo de jogo enquanto essa estereotipação sem qualquer contexto continuar.

      Daí que vem o lado que eu defendo quanto a evolução ocidental atual (e veja que estou sendo até utopicamente otimista) em tratar esse tipo de questão. O que seria mais justo? Um pensamento a frente do agora tentando englobar as possibilidades que favoreçam e aproximem a maioria, ou simplesmente deixar pra lá, porque sempre foi assim e esses grupos tem o direito de serem escrotos mesmo que isso constranja outro grupo de forma gratuita?

      Aí é que entra a dúvida. E aí é que entra a vontade de incluir.

      • IsraelArraes

        Eu defendo na verdade a heterogeneidade dos jogos, não defendo as coisas só por que “sempre foram assim” ou por que são partidárias a minha filosofia social-política de como eu quero que as coisas sejam no futuro. Sou contra a lógica de que se “sexo faz dinheiro é feminismo não, então vamos fazer só jogos com apelo sexual.” Acredito que se alguém quiser fazer um jogo pensando em explorar a sexualidade(feminina ou masculina), que faça, mas se alguém também quiser fazer um jogo pensando em enaltecer a figura feminina, também faça. A gente não deve impedir isso só por que foge da minha lógica partidária.
        O problema é que se acredita que pra algo mudar, o que existia antes tem que acabar, e não é bem assim. Por que não é possível criar uma coexistência entre aquilo que existe com o “poderá ser”, não é por que são coisas antagônicas que uma tem que eliminar a outra(o próprio Bruno falou disso no cast).
        Não é por que eu acho algo ruim pra indústria que aquilo tem que acabar. Hatred PRA MIM é um jogo odiável e que só piora a imagem dos jogos contribuindo para a reprodução do discurso de que “os jogos de vídeo game tornam as pessoas mais violentas”. Agora eu vou lutar pra impedir o desenvolvimento dele ou em prol de sua censura? Jamais, jogos como ele e Journey só mostra o quão rica e diversificada é essa indústria dos jogos, e é assim que ela deve ser ao meu ver.

        • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

          Eu entendo perfeitamente o que vc diz e realmente concordo em diversas partes. É muito tênue se pegar nessa linha de pensamento de “o que é que pode ou não”. Eu mesmo costumo ficar maluco com isso e muita gente antes de nós também ficou. E é complicado debater esses assuntos sem puxar outros que se assemelham em formato na urgência da discussão. A própria violência nos games é um deles e, veja, já vai para outro lado que não é o proposto anteriormente, no caso, a representatividade feminina. Até no programa eu procurei me basear nesse preceito pra não acabarmos indo de um assunto para outro e para outro e para outro como fizemos no programa retrasado.

          Mas, ainda assim, prefiro que uma obra, ainda que estereotipada, tenha um pouco mais de contexto. DoA Xtreme não se justifica por si só. E olha que já estamos dando uma importância até acima do que ele merece.

          • IsraelArraes

            Eu até entendo seu ponto e insatisfação, mas acredito que nem todo jogo precisa se justificar, sabe.
            Com raras exceções(o cara que fez rape-lay deveria ser preso), acredito que pra tudo tem um público que vai querer consumir aquilo, e não é saudável querer retê-los desse direito.
            E concordo que estamos importância demais.

            • JamianGold

              Quantos jogos não se justificam. Isso é puro mimimi.

  • Pedro Veloso

    1º Gostaria de pedir desculpas por ter reclamado do cast por negligenciar a Nintendo direct. Vi que não fazia sentido adiar o cast por conta do evento.

    2º Bruno, sobre Dead or Alive. Vivemos a geração “politicamente correto”, que na verdade é só cagação de regra esquerdista e feminiazi. Eles não querem direito de escolha como vc diz, querem impor a ideologia deles. Até nos video games, pelo jeito.

    3º Concordo que jogo todo ano enjoa.

    4º Adoro o cast e esse espaço de respeito, sem fanboys se xingando e dizendo que seu video game ou pc é melhor.

    • Caiometal

      O direito de escolha vale também se um jogo for de pedofilia, estupro ou qualquer coisa do tipo?

      • JamianGold

        Que comparação, amigo! Quando vou a praia, me deparo com essas coisas erradas mesmo.

        Dezenas de mulheres usando biquínis (que absurdo!), vários tiozão beijando umas garotinhas e, de vez em quando, um cara sossegado, ali no canto, abusando de uma menor. Todas as situações estão no mesmo patamar, realmente ¬¬

        Vocês falam em nome das mulheres, como se todas se incomodassem com isso. Conheço muitas, mas muitas meninas que não estão nem aí. Inclusive, colecionam estátuas de personagens de animes em trajes de banho. Outras vão a praia se divertir e se preocupam em escolher “aquele” biquíni. Elas gostam disso! E não estão erradas.

        O que tem de errado em um jogo onde garotas, usando biquínis, simplesmente se divertem na praia?

        Pra que ter que justificar tudo? Por acaso, um Mortal Kombat X da vida, tem uma justificativa plausível pra tanta violência?

        É só minha opinião. Você deu a sua, eu a respeito.

      • Auridian

        Eu te responderia com outra pergunta. Estaria sendo esses crimes contra pessoas no mundo real?
        Por que se não for por isso vamos tocar fogo em muita coisa que sabemos que é somente ficção, de Sade a Voltaire, de Boccacio a até mesmo aos cantores atuais.

      • Wesley Rocha

        Acho que sim, pois o boicote popular para jogos que ilustram esse tipo de ato costuma ser grande e não será proibido. Cabe às pessoas aprenderem a conviver e criar freios morais, mas não cabe a mim tutelar o que ela deve consumir.

  • Caiometal

    Curti muito os bonecos do Disney Infinity, pena que são caros por aqui.
    Odeio parabéns também Bruno. HAUHSUA
    —-
    Então, sobre Dead or Alive, vamos lá. O jogo de luta em si sempre achei muito bom mas as mecânicas de peitos e as vestimentas das garotas me incomodam bastante faz uns dois anos. O jogo de vôlei me incomodava mesmo quando eu não ligava pra esse tipo de coisa porque é puro fanservice que nunca vendeu nada demais.. juntando os dois mal chega a 500 mil unidades.

    Não creio também que o jogo deixou de vir devido a pressão porque as pessoas que não gostam do que DOA faz simplesmente não compram e criticam o que a Koei Tecmo faz no jogo. Se a empresa faz esse tipo de coisa e não quer ser criticada, então tem que deixar de fazer isso ou não fazer o jogo.

    Discordo do Bruno querendo justificar o machismo de Dead or Alive e dizer que a sociedade ocidental que é retrógrada, que está censurando e deveria dar opções. Isso não é censura, é mudar algo que é ultrapassado. Essas mudanças não são só pra mulheres mas sim pra própria indústria. Como vão levar a sério um jogo que tem mecânica de peitos e as mulheres se vestem daquela maneira sem uma justificativa? Sinceramente, eu acho injustificável.
    O jogo NÃO É PRA MULHER, isso é claríssimo e as mulheres sabem disso. O que as mulheres – e não só elas – querem é que parem de explorar a imagem feminina pra punheteiro de plantão e que haja um respeito para com o público. Não precisa ser feminista ou coisa do tipo pra enxergar.

    Quer um exemplo de uma mulher objetificada mas que tem uma explicação plausível? Bayonetta. Ela faz aquelas poses, se veste daquele jeito e tudo mais porque é uma mulher confiante que está de bem com a vida e que pouco se fode pro que os outros pensam. Aí sim tem uma justificativa muito boa pra isso. No caso de DOA NUNCA teve justificativa pra roupa das meninas e mecânica de peitos é completamente injustificável.

    Antes que alguém venha com desculpa de que são japoneses, quero ver apoiarem a pedofilia que ocorre nos mangás com as lolitas que convenhamos, é a mesma coisa. Amo o japão, já fui lá duas vezes, são evoluídos em algumas coisas no geral mas em outras são extremamente atrasados. Mas enfim, esse é meu pensamento.
    —-

    Sobre Assassin’s, as vendas pra mim só diminuiram por causa do Unity e acredito que no ano que vem pode aumentar.

    Shigesato Itoi é na verdade o roteirista mas ele nunca foi do meio de jogos, só entregou o projeto pra Nintendo publicar, escreveu o roteiro e foi um lead designer junto de Iwata e Miyamoto. Mas o principal motivo pra não ter um Mother 4 sem ele é porque Itoi é um dos donos da franquia junto da Nintendo.

    E é isso.

    • Pedro Veloso

      Amigo, não precisa justificar peitos. PEITOS é vida. Deixa a galera da punhetinha ser feliz.

    • IsraelArraes

      “Discordo do Bruno querendo justificar o machismo de Dead or Alive e dizer que a sociedade ocidental que é retrógrada, que está censurando e deveria dar opções. Isso não é censura, é mudar algo que é ultrapassado.”

      Censura no dicionário:
      “Ação de controlar qualquer tipo de informação, geralmente através de repressão à imprensa.”

      Existe a tentativa de controle de informação? Sim existe, então é censura. Aprenda uma coisa cara, TODA CENSURA É JUSTIFICADA. Você pode dizer que é pra melhorar a sociedade, que é pra melhorar a imagem da mulher, isso não distorna ela censura. Não existe essa de que”se é para o bem, não é censura”.

      “Como vão levar a sério um jogo que tem mecânica de peitos e as mulheres se vestem daquela maneira sem uma justificativa? Sinceramente, eu acho injustificável.”

      Olha o seu comentário abaixo:

      “(…)No caso de DOA NUNCA teve justificativa pra roupa das meninas e mecânica de peitos é completamente injustificável.”

      Isso meio que responde a pergunta acima, ELES NÃO QUEREM SER LEVADOS A SÉRIO. Se você o leva, é por que você entendeu o jogo errado.

      “O jogo NÃO É PRA MULHER, isso é claríssimo e as mulheres sabem disso. O que as mulheres – e não só elas – querem é que parem de explorar a imagem feminina pra punheteiro de plantão e que haja um respeito para com o público. Não precisa ser feminista ou coisa do tipo pra enxergar.”

      Falando no nível mercadológico, por que eles vão “”respeitar””” um público que não é o deles? Sério, você acha que o público dito sério, dito feminista, vai comprar ou já comprou o jogo deles? Você acha que esse público costumava dar dinheiro pra eles? DoA sempre foi assim, faz parte da identidade da série. Pedir pra eles mudarem é como pedir pra INDÚSTRIA PORNO valorizar a mulher e fazer com que elas parem de ser representada como objetos por que as feministas não querem mais isso.
      Pelo amor de Deus né cara, jogos tem que ser feitos para todos os públicos, inclusive pra esse tipo de público que só quer ver mulheres gostosas.

      • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

        Olha, ao meu ver, se os próprios desenvolvedores decidiram não lançar o jogo no ocidente, a definição de censura citada não caberia, pois foi uma decisão própria. Ninguém está proibindo-os de lançar seu produto. Eles mesmos dizem achar melhor não comprar briga em meio a discussões que defendem determinados pontos. E na discussão não há censura, há defesas de argumentos e pontos de vista.

        Apesar disso, eu me inclino a não associar esse caso, como comentei no programa, a uma atitude altruísta ou em defesa de representatividade. Ao meu ver, me parece mais uma tentativa de obter publicidade em cima da relevância que esse tipo de discussão tem tomado. Não duvido nada que acabe se vendendo mais DoA Xtreme 3 importado do que se vendeu DoA Xtreme 2 lançado no ocidente.

        • IsraelArraes

          Vamos lá, sobre o primeiro parágrafo a censura está mais no discurso das pessoas. Eles são livres pra lançar o jogo quando quiser, mas se dependesse de alguns isso jamais aconteceria, até ai tudo bem, mas existe também aqueles que apregoam o fim desse tipo de jogo, e eu acho esse tipo de discurso extremamente maléfico a indústria dos jogos, que coloca em risco inclusive sua riqueza de diversidade.
          Já sobre o segundo parágrafo eu concordo. Não duvido nada ser marketing mesmo.

          • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

            Entendo. Nesse caso, acho que não chegaremos a lugar nenhum, pois eu sou a favor da não existência de um game como DoA Xtreme 3 se isso for beneficiar a maioria. Mas, enfim, como eu disse no programa, é sempre bom manter essa discussão sadia.

            • Rodrigo De Sousa

              Só a liberdade beneficia a maioria. Deixo um poema de um cara que segundo seus amigos vermelhos, não tinha direito a existir pra você de exemplo.

              “Na primeira noite eles se aproximam

              e roubam uma flor

              do nosso jardim.

              E não dizemos nada.

              Na segunda noite, já não se escondem:

              pisam as flores,

              matam nosso cão,

              e não dizemos nada.

              Até que um dia,

              o mais frágil deles

              entra sozinho em nossa casa,

              rouba-nos a luz, e,

              conhecendo nosso medo,

              arranca-nos a voz da garganta.

              E já não podemos dizer nada.”

              Vladimir Maiakovski

              e “inspirou” o comunista Brecht /

              “Primeiro levaram os negros

              Mas não me importei com isso

              Eu não era negro.

              Em seguida levaram alguns operários

              Mas não me importei com isso

              Eu também não era operário.

              Depois prenderam os miseráveis

              Mas não me importei com isso

              Porque eu não sou miserável.

              Depois agarraram uns desempregados

              Mas como tenho meu emprego

              Também não me importei.

              Agora estão me levando.

              Mas já é tarde.

              Como eu não me importei com ninguém

              Ninguém se importa comigo.”

              • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

                Belo poema. Gosto muito. Meu xará o autor, inclusive.

                Agora, se for pra ser babaca, te proponho um desafio. Descreva aí os pontos hoje onde defendi ou militei por bandeiras e ideologias. Vale no programa e nos comentários.

                • Rodrigo De Sousa

                  Primeiro de tudo, senhor educado só com quem concorda com vocÊ, segundo vamso lá sendo ”babaca” Fazer proselitismo é a mesma coisa que militar pró alguma coisa, e não é de hoje, que o senhor faz isso, não tem como pinçar um ponto fora de um contexto. já que toda sua retórica e linha de pensamento é com base nessas bandeiras de militância.

        • Jaime Nunes

          Perfeito, censura seria se alguém exigisse que o produtor de conteúdo retirasse o conteúdo machista, e isso não existe, existe uma pressão que tem crescido sobre o tema, mas ai o produtor pode ignorar se ele se garante, tipo ignoraram quanto a Quiet, ou contra a Cid nova de ff XV, concordo completamente com o que você disse no Programa Edu, o Bruno é que me parece que caiu na jogada de marketing dos caras de censura.

        • Rodrigo De Sousa

          É censura filho, você aceitando ou não. querer dizer que NÃO PODE, que é ERRADO ter UM jogo de mulher jogando voley de bikini (nunca foi na praia do rio, talvez?) ASSUME que tu ta querendo censurar, pra posar de bonzinho. TODO ditador é igual, vem querendo mudar o mundo pra melhor <3 é sempre assim que começa, e sempre termina igual. Você que falou tanto em ser _educado_ vai ler 1984 e lê lá onde termina isso que você acha SUUUper moderno, mas que hitler e tantos outros <3 já quizeram pra modernizar o mundo.

          • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

            Creio que seria mais produtivo argumentar contra os argumentos que você discorda do que atacar e acusar um interlocutor, tentando utilizar história e caps lock da forma que parece melhor lhe convir.

            • Louelson Costa

              Não se desgaste, Edu.

            • Rodrigo De Sousa

              Hahahah como você faz, chamndo de babaca? ou como fez com o bruno no cast? vocÊ disse: algum grupo ou pessoa não quer algo=não se deve fazer, não deve existir. Opinião sua, mas opinião que sim é censura. A lei “reacionária” do comércio que deve regular isso, quem quer compra quem não quer não compra e fim. Nunca se pode dar ese tipo de poder de decidir o que é ou não “correto” a se fazer, pois as pessoas vão abusar desse poder eventualmente, isso está provado históricamente, mas se ta com preguiça de pesquisar história, assiste ao Filme alemão chamado ”A onda” antes de vir com mil pedras e fãboys na mão me atacando.

      • Wesley Rocha

        Só adicionando ao seu comentário, nada impede que outras desenvolvedoras de jogos criem alternativas para esse público, sem que seja necessário acabar com os jogos que tem essa visão de “objetificar a mulher”. No caso do pornô que você citou, existem categorias de filmes pornô pro público feminino e pro público gay, que foram criados por esse vácuo de mercado, isso não impediu que os outros estúdios fizessem suas produções voltadas ao público masculino. Como o Bruno bem disse, se trata de dar opções e isso o mercado sabe fazer bem.

        • Rodrigo De Sousa

          O mercado é opressor, tem que se dar o poder do bem e do mal a uma pessoa, alguém como o Edu ele sim sabe o que é bom pra todo mundo.

  • http://nerdindie.blogspot.com.br Sergio Rodrigo

    As capas do Reloading são as melhores ! kkkkkkkkkkkk

    • Pedro Veloso

      Pra mim são. kkkkk
      Sem frescura, coisa de macho.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Concordo!

  • Jaime Nunes

    Desculpinha essa de “vai dar trabalho lançar por causa da representação feminina nos jogos” em, duvido que não vão lançar por causa disso, não devem lançar é porque provavelmente não deve valer a pena em termos de vendas (alias, talvez ai faça diferença, talvez o marketing ruim é que faça vender pouco), se desse dinheiro eles nem ligariam pra criticas, alias, a censura que se referiram seria o que? Um corte pela faixa etária? Ai seria outra discussão, talvez quisessem lançar um jogo desse como Teen (13 anos) sem censurar nada, ai não teria nada a ver com sexismo seria discussão sobre classificação indicativa. Aposto que disseram isso pra gerar polêmica e marketing mesmo.

    • John L. F. Silver

      Concordo em gênero e grau com o que você disse.

    • thenets

      Concordo em partes, mano. Com certeza o principal fator é o financeiro, mas não diretamente.
      Acredito que os gastos com marketing para lidar justamente com a parte das críticas que deve ficar alto.
      Percebo isso vendo os Visual Novels do Steam. Desapareceu as campanhas de marketing deles. O que vende é só pelo boca-em-boca e blogs/vlogs menores.
      Levando para o Dead or Alive, que tem orçamentos mais altos pra fazer aqueles peitos balançarem, não deve valer a pena lançar sem uma campanha de marketing.
      To falando isso sem nenhum dado, é só pelo o que eu observo do mercado.

      • Jaime Nunes

        Sim, mas a discussão é a mesma, o marketing faz parte do custo pra lançar o jogo em outro território, e mesmo que houvesse um custo maior pra driblar as criticas negativas ninguém está impedindo eles de lançarem o jogo, só que provavelmente eles não veem retorno do investimento no ocidente porque este é um jogo de nicho do nicho. Alias, a estratégia de vendas deles são os peitinhos, eles não deveriam ter que mudar a estratégia de marketing, o jogo é isso e as pessoas que compram compram por isso, eles não precisam gastar mais pra justificar a venda pra quem não quer esse conteúdo.

        Se o problema for a rejeição do público impactando as vendas, não se tem o que fazer, se não vende não lance, e quem quiser importe, o cara que quer comprar não pode reclamar do fato de outras pessoas não quererem comprar o jogo oras, elas compram o que quiserem. O problema disso tudo é que ao invés deles dizerem a verdade do tipo “não vemos retorno pro nosso investimento por isso não lançaremos no ocidente”, eles vem com esse papinho de os censores ocidentais feministas, e o pior é que as pessoas compram esse discurso.

    • Louelson Costa

      Mais um comentário lúcido nessa seção de comentários, por que tá difícil o negócio aqui viu… Parece que o público alvo de jogos sexistas está em peso ouvindo o Reloading. Edu, mais uma vez, demonstrando sua sensatez.

      • Mauro Ramos

        Definitivamente, Edu é o mais sensato dos três. Ninguém tá censurando nada, eles podem lançar o jogo do jeito que eles quiserem, mas só o fato da empresa pensar nesse assunto (por marketing ou não) já é um avanço, mostra que as pessoas estão preocupadas com isso. Edu estava novamente correto ao dizer que esse pensamento em discutir e moderar o conteúdo sexista em mídias é moderno sim e demonstra uma evolução de pensamento, vem ganhando mais espaço e precisa ser colocado em pauta sempre. Bruno precisa escutar o Anticast 198 ou o Mamilos, ambos podcasts do grupo B9, talvez ele aprenda algo sobre o assunto. Aliás, tenho uma crítica construtiva para o Bruno. Quando você defende um ponto de vista ou argumenta sobre algo, você instintivamente impõe um alto volume da voz, suprimindo os outros dois (Edu e Felipe), além de ficar numa repetição incessante na mesma defesa e cansa demais isso, não dá vontade nem de escutar essa redundância. Eu sei que o podcast é seu e você é o host, mas seria menos chato sem essa.

        • Dcnauta Marvete

          Menos chato ainda seria parar de sugerir que pessoas que não seguem certa cartilha ideológica “têm que aprender algo sobre o assunto”. É uma forma dissimulada de sugerir que “o outro” é sempre ignorante, apenas por ter uma opinião diferente.