Reloading #039 – Game Awards, PSX 2015 e Só

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Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falaram muito sobre os grandes eventos da semana que passou: Vencedores e novidades do  Game Awards e PSX, e… Tá bom, né?!?!

Duração:  138 min

Comentados:
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  • Fernando Savio

    Comentário atrasado, mas como estou escutando o Reloading do início me perdoem.

    Os devaneios do Bruno com uma realidade aumentada onde o game inutiliza um braço e faz o jogador sentir dor me deixou ansioso por uma parceria com a QUBytes numa nova IP. Eu até diria que MasoQuest Saga: Blood & Pain seria um excelente nome para o game.
    hahahahaha

  • http://all4pg.com/ Alessandro Leite

    Caras, que programa excelente!
    Tenho que agradecer ao Edu Aurrai por ter me enviado o link via mensagem do FB.

    Gostei demais da conversa, muito tranquila e super informativa.

    Sinceramente, gostaria de poder me dedicar mais aos games, mas cada dia que passa tenho menos tempo para isso… Só consigo dedicar algum tempinho ao meu GTA V PS3… de resto, estou totalmente por fora!

    Até outro dia estava todo orgulhoso por ter o THE LAST OF US, melhor jogo do ano… de que ano mesmo???
    kkkkkk

    Caras, grande abraço.
    Foi excelente voltar a ouvir vozes que me são tão familiares como o Bruno Carvalho e Edu Aurrai. E foi um prazer conhecer o Felipe Mesquita.

    Até mais.

    aLx
    Os Comentadores

  • Guilherme Araujo

    Bom acho que tem certos assuntos estão que nem os jogos do Assassin’s Creed, saturado, Ficam um tempão falando sobre a saturação de franquias ou sobre o Crossplay entre plataformas. Ja o The Wicther 3 vcs falaram tudo, a cartinha e o jogo, o único jogo que comprei esse ano que valeu a pena ter comprado a mídia física e não a digital. Uma coisa inegável no caso da plus Com o Rocket League foi a exposição que ele ganhou. Esse Podcast gringo ai tem legenda? LOL kkkk. Olha achei a desculpa satisfatória o fato dos jogos de ps2 não ser ps classiscs, mas os preços estão um pouco acima do que eu considero justo. Ja no caso do FF7 em turnos é besteira, naquela época servia, hj ja temos sistemas bem melhores. Agora o mimimi da entrega do FF7 em partes posso dizer que não foi um mimimi atoa, primeiro pelo modo que entregaram a noticia, segundo pq é ff7, o bruno fala do mimimi mas se fosse o ff8 ele taria junto kkkkkkk.Bah vendo esse video do Yakuza me deu nostalgia de quando joguei pela primeira vez.E para terminar o comentario tão longo quanto o cast, é que a ediçao do cast ficou muito boa, se não a melhor edição ja feita do cast.

  • Thiago M. Lombaldo

    Gostei do programa, porém é muito cansativo ficar ouvindo 2h de programa num ritmo que vc’s fazem, tem horas que minha mente vagueou, e tive que voltar pra ver o que vc’s estavam falando.

  • Andy Jordison

    Deixou de ser Konami cast e virou SquareCast. #zoeiraneverends gostei do cast e minha tristeza vai ser jogar ffvii um ano depois porque só tenho o xone.
    Ótimo cast, como sempre! Abraços.

  • João Mauricio

    Só queria comentar que está música final deixou meu dia mais feliz.:)
    Valeu Edu!

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Só por isso já me senti útil. ^^

      • João Mauricio

        Vc é sempre útil Edu! Me identifico muito com seus comentários. Peça chave no reloading. Claro que eu, como ouvite do 99vidas, conheci o podcast por causa do Bruno, mas gosto muito da interação que VC e o Felipe tem no programa. O trabalho está cada vez mais legal. Abraço!

  • Lissandro

    Opa, descobri esse podcast hj, muito legal. Não costumo comentar sobre podcasts, mas precisei falar: sobre as batalhas de RPG serem em turno, ser 3d, ou com câmera travada, isso é antigo, hoje galera não gosta disso bla bla bla, Lost Oddysey e Bravely Default, flw

  • IsraelArraes

    A PSX foi até razoável, mostraram Ni No Kuni 2, trailer de Uncharted 4, gameplayer de Final Fantasy VII, um pouco mais do NiOH(to botando fé nesse jogo). Foi bem melhor que a do ano passado por exemplo, que só teve Street Fighter 5.
    Já sobre o KOF 14, ele pode até não está muito bonito(talvez teria um gráfico considerado mediano se fosse lançado em 2010), mas a jogabilidade dele aparenta está muito boa. Não sei se vocês repararam mais a cada novo gameplayer mostrado, os gráficos dele dão uma melhorada, se continuar assim talvez um dia fique aceitável.

  • Wilton Pahim

    Olá novamente aos membros da bancada Reloading e a todos os seus ouvintes fiéis.

    Bom, não vou ficar aqui destacando os vencedores do Game Awards 2015 pois já o fiz nos comentários do programa passado, mas pra não passar batido: The Witcher 3 e Rocket League pra mim foram os maiores merecedores da premiação, valendo destaque pelas indicações de Batman Arkham Knight (mesmo sendo poucas, mas entendo seus motivos) e Bloodborne.

    Já quanto ao que foi mostrado de Uncharted 4, eu também concordo que certas partes do game poderiam ter sido mantidas em segredo e liberadas só quando o jogo fosse lançado mesmo. Mas mesmo assim, não diminuiu nem um pouco a minha vontade de joga-lo ano que vem.

    E o que a Konami fez com o Kojima foi decepcionante em todos os sentidos. Uma verdadeira falta de caráter da empresa e uma mancha em sua história nos games.

    E esse povo que anda falando tanto de Final Fantasy 7 antes mesmo de sair o game, deveria treinar paciência até lá isso e guardar todo repudio e rancor para esse momento, isso se ainda houver necessidade para tanto. Infelizmente, é triste ver pessoas ainda agindo assim nos tempos de hoje.

    Amei a demo de Ratchet & Clank, e não vejo a hora de joga-lo também. O mesmo vale pro game NIOH, que vem para acalentar o meu coração (e o de vários gamers) orfãos de Onimusha.

    Enfim, obrigado mais uma vez pelo ótimo programa e pela dedicação dada ao mesmo. Um bom fim de sema a todos e até a semana que vem.

    PS: E quanto a quem não gostou (sem razão) do Mortal Kombat X ter vencido como melhor game de luta do ano, saiba que o único game que poderia virar o jogo e abocanhar esse prêmio seria apenas o mais louco, violento e absurdo de todos: The King of The Pica – Pau! Kkkkk….

  • Bruno

    Como o senhor Bruno Carvalho pode falar mal da Direção de Arte do Batman Arkham Knight se você nem jogou? 15 minutos de gameplay ou algumas screens não são suficientes para julgar um jogo de 30 horas. Concordo com o Ori ter ganho, mas não concordo só com opiniões sem base.

    • Márvio

      Deve ter jogado pelo You Tube

    • Caiometal

      Pois é, até hoje não entendo esse ódio dele pelo jogo. Ainda mais porque ele disse no 99 vidas que ele gosta bastante da série Arkham. Enfim, estranho.

    • Dcnauta Marvete

      Acho difícil o game ter ficado ruim no Xone. Tenho um amigo que gostou demais. Ainda vou pegar o game no futuro. Não comprei na BF porque achei o desconto pequeno, fora que estou com trocentas mil coisas para jogar e sem tempo.

  • Zeroum

    Deletaram meu comentário, pq?

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Maluquice do disqus, tem comentário que as vezes some, sei lá por que. Posta de novo.

  • Auridian

    O único prêmio fraquinho foi o do MK X, falta de opção mesmo pois o anterior é melhor. O The Witcher 3 mais que mereceu, e até podia ter ganho os outros prêmios na qual concorreu.

  • Fernando Cavalcante

    Concordo com os comentários sobre oS Adventures da TellTale…já esta saturado..joguei o de GOT e to jogando o do walking dead, e já cansei, bem provavel que não irei jogar outro tão cedo.

    Melhor momento:
    Bruno : “Já testamos multiplayer do jogo do 99vidas entre XONE e Vita”
    Mesquita : “Isso aí, testaram no melhor console de todos os tempos e no XONE”

    Ri Alto!!!

    • SmokeE3 .

      mas será que isso não é culpa do consumismo? A telltale lança jogo direto, mas vc não é obrigado á jogar tudo. Eu por exemplo, não vou jogar os adventures The wolf, GOT e Borderlands. Então eu fiquei animado com o anúncio do Batman e Michonne.

      • Auridian

        mas será que isso não é culpa do consumismo? A telltale lança jogo direto, mas vc não é obrigado á jogar tudo.

        Mas é extamente isso que foi discutido, as pessoas estão comprando em massa agora mas chegará o momento que elas ficaram de saco cheio — o problema é que ela tá gastando muita munição agora, uma hora ou outra vai ficar sem.

        • Caiometal

          Não, o que foi discutido é que não aguentam mais a Telltale lançando, sendo que eles nem compram os jogos da empresa.

          Convenhamos, nem todos que compram os jogos da Telltale compram TODOS os jogos que ela lança. Geralmente as pessoas compram quando a telltale pega uma licença que a pessoa gosta.

          No meu caso só compro os que me interessam.. Amo The Walking Dead e por isso peguei os jogos, amo a hq Fables por isso peguei The Wolf Among us. Amo batman e TWD e por isso pegarei os novos.

          • Felipe Mesquita

            ”nem compram jogos da empresa”
            Eu joguei muita coisa deles cara. Joguei aquela merda do Jurassic Park, o BttF, duas temp do Sam & Max feitos por eles, as duas temp de Walking Dead + 400 Days e esse ano comprei o Tales from the Borderlands, só não joguei ainda. Vc assumiu muita coisa nesse comentário ai.

            A minha critica em relação a eles, é que eles continuam anunciando e se enchendo de jogos, lançando ai até 3 por ano, que não param nem pra corrigir alguns erros inerentes da engine por exemplo. Foi o que o Bruno falou, quando Walking Dead SE01 veio, mesmo não sendo o primeiro jogo deles, teve um impacto enorme pq tinham coisas novas ali, momentos tensos de escolha e personagens bacanas, o jogo acabou ganhando até uns GOTY’s. De lá pra cá, raramente os jogos deles tem um grande impacto, pq agora banalizou o ”estilo Telltale”.

            • Caiometal

              Tem razão Felipe, assumi muita coisa ali mesmo, desculpe por isso.

              O que eu quis dizer é que quando se joga muito os jogos dela se enjoa mais fácil.

      • Jaime Nunes

        Eu por exemplo não jogo tudo da Telltale, então mesmo que tenha 2 jogos no ano, talvez eu só jogue 1 ou nenhum deles por não gostar das IPs, não tenho interesse nenhum no borderlands ou no minecraft por exemplo, mas vou pegar o batman e o michone quando sair, não sei se vai saturar, até porque tem uma franquia ai que segue a mesma filosofia dos jogos da telltale (mesma jogabilidade entre os jogos da franquia só que com IPs diferentes) que é a franquia Lego, que tem muito, mas muito mais jogos do que a telltale e não saturou ainda…

        • Caiometal

          Sim, faço o mesmo. Só pego os jogos que possuem licensas que gosto – já que a telltale só pega licensas né -. Mesmo caso com Lego, só pego quando vem algo que curto. XD

        • Felipe Mesquita

          É, os jogos da LEGO tem um folego maior pq tem um apelo infantil bem grande, então sobrevivem tranquilo ainda. E muitas vezes vendem mais até em consoles last-gen, que comprova a demanda dele pelo consumidor mais casual (que tem presença gigante), que ainda não pulou pra oitava geração.

          • Jaime Nunes

            Verdade Felipe, mas casual é o que define a telltale pra mim hehehehe, até porque adventure da telltale é um estilo muito mais amigável que um adventure point and click tipo um broken age por exemplo, em que você fica travado em puzzles direto. Mas realmente Lego é uma franquia que tem um público maior e engloba o público infantil, o que a telltale não busca em todos os jogos. Eu não me cansei ainda da telltale porque eu gosto muito de adventures, mas concordo com o que disseram, a telltale precisa de uma engine nova e de inovações nos jogos, eu lembro que do walking dead season 1 pra 2 eu senti diferença, mas desde então estão repetindo a mesma formula e só é interessante ainda pelo roteiro e histórias.

            Obs. vocês notaram que no walking dead season 1 você ainda tinha uns puzzles, mas do 2 pra frente e isso se seguiu pelo wolf among us, Got e etc eles cortaram tudo e a experiência ficou apenas “siga pra frente e assista a história que vamos te contar?”

            • Felipe Mesquita

              Pois é cara, de 2009 pra cá eu joguei muitos jogos deles, mas assim que terminei o TWD SE02 eu meio que cansei, tanto que tive com o Wolf Among Us na mão e passei em frente sem nem jogar. Comprei o Tales from the Borderlands na PSN mas nem baixei ainda tbm, acho que um release em cima do outro com a mesma formula me tirou interesse. De lá pra cá varias outras empresas trouxeram coisas novas pro gênero de Adventure e ela parou no tempo, essa que foi a maior critica que fizemos pra eles na verdade.

  • SmokeE3 .

    5:2 aehueahuaehuheahuae. Ri sozinho?

  • Humberto Nascimento

    A trilha sonora desse cast esta fantástica.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Estamos aqui pra isso. 😉

  • Carlos Bloodstone

    Eu gostava de Shaq Fu, maaaaas nunca derrotei um inimigo se quer :/

  • Jaime Nunes

    O que eu acho que estão fazendo com o Final fantasy VII não é um remake é um reboot, eles estão sempre dizendo que vão fazer um jogo novo, e na minha opinião possivelmente vão mudar ou acrescentar informações na história já que vão ser 3 jogos, além de terem mudado a jogabilidade completamente e etc. Então obviamente aqueles que esperavam um jogo idêntico ao original, apenas mais bonito se decepcionaram, e anotem o que eu digo, vai rolar o mesmo xilique quando mostrarem o Resident evil 2 remake com câmera over the shoulders como os jogos recentes da franquia.

    • SmokeE3 .

      é, na minha opinião Final fantasy 7 é um bom jogo pra lançar em episódios: é gigante, e demora pra ser produzido. E eu gostaria de ver RE2 com uma câmera over the shoulders. Boa ideia 😀

    • Mr.Kimchi

      Remake é quando você pega uma história e a reconta. Pode ser com diferenças mínimas, como o remake do psicose, ou grandes mudanças para atualizá-la, mas ainda é a mesma história na essência, como na fantástica fábrica de chocolates. No reboot você pega um material original e reaproveita alguns temas, personagens, ambientação, mas cria uma nova história que ignora completamente o antecessor, como o espetacular homem-aranha. Pelo que mostraram até agora é um remake mesmo, pelo menos em questão de história. Talvez possa-se falar e, reboot da jogabilidade.

      • Jaime Nunes

        É verdade, quanto a história não dá pra saber ainda, mas o que eu tenho em mente como um remake em jogos é o próprio resident evil 1, o megaman maverick hunter x, final fantasy 3 do DS e etc, que são jogos praticamente idênticos aos originais, então não sei, em filmes podemos pensar só na história, mas em jogos será que a preservação da jogabilidade não conta? De qualquer forma vamos esperar pra ver a história como vai ficar.

  • Caiometal

    TGA foi muito bom, curti bastante. Foi o primeiro que vi ao vivo e pretendo ver no ano que vem. Os trailers não foram tão bons mas a premiação em si e o show foi bem legal.

    Eu sinceramente não me incomodo com a Telltale, só joguei dois jogos dela – The Walking Dead Season 1 e 2 e The Wolf Among Us. Não ligo pra Game of Thrones, Minecraft e os outros jogos licensiados então vou acabar pegando os dois novos títulos ainda mais porque o Michonne é uma história que nunca foi contada nas hqs e se passa durante um timeskip.

    Kojima Productions tá ali porque é um prêmio de desenvolvedora e a Konami não foi a desenvolvedora per se do jogo né. XD Concordo com quase todas as premiações mas teria dado o melhor indie pra Undertale. Rocket League mereceu, é um jogo melhor e mais evoluído mas teria dado pro RPG. Também discordo da categoria mobile/portátil e por mim teria vencido Monster Hunter Ultimate.

    Splatoon tem Matchmaker desde o início e party está lá desde julho Felipe. XD O online é tranquilo pra jogar e tem um suporte muito bom.

    Achei estranho não terem falado do discurso do Reggie sobre o Iwata maaas tudo bem. 🙁

    Sobre a PSX, vi ao vivo também e teve altos e baixos pra mim.

    Final Fantasy 7 Remake está incrível.Eu não pensava em comprar mas agora pretendo.. ainda bem que é mais um Action rpg estilo Kingdom Hearts mas mais pesado que KH. E ser episódico não me incomoda.

    Em relação ao modo de jogo, a Square mudou apenas no Final Fantasy mesmo. Dragon Quest até hoje tá no modo tradicional – no ocidente é bastante nicho e os japas adoram grindar no jogo, então imagino q não vão mudar esse nunca – , assim como Bravely Default também é. Mas entendi o argumento de um jeito ou de outro.
    Aliás, o novo Dragon Quest também está na Unreal Engine 4 assim como KH3 e FF7remake.

    Não vejo problema na Cyberconnect2 ajudando no desenvolvimento porque vários jogos passam por isso e bem, considero a CC2 um dos estúdios japoneses mais competentes da atualidade.

    Yakuza 5 já até peguei no ps3 e é muito bom! Agora é esperar pelo Yakuza 0 vindo ano que vem e o Remake do Yakuza 1. Melhor franquia da Sega faz anos.

    Nioh parece muito bom, finalmente uma nova IP boa da Koei Tecmo. Queria um Ninja Gaiden novo mas Nioh vai me sustentar por enquanto.

    Ace Combat 7 achei o melhor jogo pro VR. Muito incrível. Mas sobre a franquia, o último não foi no ps2 não, teve um monte de AC nos últimos anos.

    Paragon é mais um Overwatch da vida. Ano que vem tá cheio de jogos parecidos com o jogo da Blizzard.. é Paragon, Battleborn, Overwatch. haha Mas só o último que vou pegar.

    Sobre os estúdios e no que estão trabalhando, tem um tópico no Neogaf só pra isso: http://www.neogaf.com/forum/showthread.php?t=1114843

    Enfim, como sempre um post muito grande mas só assim pra comentar sobre tudo. Abraços!