Reloading #104 – Bafo Selvagem Vende Mais que Encanador

Nesse episódio, Bruno CarvalhoEdu Aurrai e Felipe Mesquita, falaram os números de vendas do lançamento do Nintendo Switch e de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, os planos da Square para os indies, mais bate-papo sobre Horizon: Zero Dawn,  sessão Rewinding  sobre Logan, e muito mais.

Duração: 110 min

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  • Bruno Alves

    Eu aprovo Easter Eggs no fim do pragama 🙂

  • El Luchador

    OFF TOPIC:

    Ontem recebi uma mensagem na PSN referente à compra que havia feito na pre-order de South Park: The Fractured But Whole. A mensagem se referia ao cancelamento da minha compra e devolução dos 60 dólares do jogo (EITA!). Com esse cancelamento, perdi o South Park: Stick of Truth que tinha recebido junto na compra (mas que já havia platinado, então beleza) mas não perdi os meus avatares que vieram no bundle. Chequei a minha wallet e os 60 dólares devolvidos estão lá, porém, quando entro na página do Fractured But Whole, aparece a opção “Download” e não “Purchase”.

    WTF

    Enfim, achei legal terem devolvido a grana devido ao atraso no lançamento.
    Pelo menos posso usar isso pra pagar a anuidade da PLUS.

  • Wilton Pahim

    Olá novamente meus caros: Bruno, Edu, Felipe e todos os ouvintes do Reloading!

    Venho aqui, como sempre, agradecer a vocês por mais um ótimo programa.

    Sobre o que foi dito do novo Zelda, não há o que discutir realmente. Esse novo game merece mesmo todos os elogios que esta recebendo, além dos parabéns a Nintendo não só pelo jogo mas também pelas vendas do Switch. É muito bom ver uma empresa tão grandiosa quanto foi a Nintendo em nossa infância e adolescência, reacender de forma tão magistral. Que isso perdure por muitos e muitos anos.

    E o que dizer do Horizon que seja menos do que incrível?!
    Por coincidência, consegui comprar o game apenas após o dia de lançamento desse programa, e a experiência foi ainda melhor. Pois pude ver cada ponto, cada nuance do jogo em comparativo aos comentários de vocês. Ele tem um ótimo gameplay, mas a beleza de seus gráficos é algo que por vezes deixava a mim (e ao meu filho, que via tudo isso ao meu lado) maravilhado em admiração por ver algo tão vivo e rico assim no jogo. Não estou nem perto de salvar ele, e acho ótimo que seja assim para aproveita-lo por um longo tempo. Pois esse game merece, com certeza.

    E o quanto a sessão Rewinding (que sempre aguardo mais e mais a cada programa) sobre Logan, eu gostei e muito. Eu assisti ao filme e mesmo entrando no cinema preparado para me despedir do personagem, isso se mostrou ineficaz ao final da película. Que filme incrível, poderoso e maravilhoso senhores. Com toda a certeza esse é o “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine que sempre esperamos ver no cinema. Os atores se entregaram de forma magistral aos seus papéis e nada em tela esta de forma gratuita, tudo tem o seu propósito. Sim, ele tem muito de The Last of Us mas tem ainda mais da essência humana (uma ironia para um mutante) do personagem o que é magistralmente explorado no filme. Ao final, assim como Logan, fiquei com o coração na mão após tudo que vi. Não sei se pelo fato de ser pai e mostrar o quanto a “paternidade” é entregue em tela, ou por me despedir de um personagem (e de um tremendo ator interpretando) que acompanhei por 17 anos no cinema em tantos filmes, mas é inegável que sai da sessão ao som do eterno “homem de preto” Johnny Cash totalmente emocionado. Ainda sim, foi um momento muito prazeroso e que guardarei com carinho comigo.

    Obrigado mais uma vez pelo programa meus amigos, e até o próximo meus amigos.

    Abraços a Todos!

  • http://www.zelda.com.br/ Twero

    Por fim, faço das minhas palavras a do Bruno: O que ele elogiou de Horizon no seu gameplay, é exatamente a mesma coisa com o Zelda: Breath fo the Wild que estou jogando direto desde Terça-feira. É um gameplay fluído, um mundo enorme e extremamente vivo e interativo. Fico muito feliz o quanto o jogo acerta em trazer de volta a sensação de exploração que existia no primeiríssimo Zelda. Parabéns tanto ao Zelda, como ao Horizon por acertarem tão bem nisso.

  • http://www.zelda.com.br/ Twero

    Agora SPOILERS DE LOGAN——————————————————
    Eu curti a pacas o climão do filme, me lembrou The Last of Us mais do que imaginei.
    Edu, quanto ao “pay-off” do Xavier, creio que ele tenha recebido isso momentos antes de morrer. Aquela cena do jantar e dormir em uma cama de verdade foi a última recompensa dele (conforme ele mesmo comenta pro “Wolverine” que ele não tinha uma noite tão bem dormida em anos).
    E o uso dos quadrinhos como plot-device foi uma ótima sacada, devo admitir.
    Sobre o lance do clone, além de fazer uso do clichê “lute contra você mesmo”, acho que foi uma forma de mostrar o Hugh Jackman sem toda a maquiagem de velhice e que ele ainda consegue fazer um Wolverine mais jovem. Fora isso, ele é mais uma ferramente do vilão do que um “vilão” em si. E no final o Wolverine acabou morrendo por esse mesmo motivo, Bruno: por causa da overdose e dos ferimentos que ele teve, ele tombou naquela árvore.

    E gostaria de ressaltar outra interpretação excepcional do filme: a do dublador Isaac Bardavid, que também anunciou que se aposentou do papel de dublar o Wolverine. Eu fiquei muito empolgado por enfim vê-lo dublar um Wolverina mais condizente com seu tom de voz e idade. mesmo sendo fã de dublagem, admito que já se tornava estranho ouvir uma voz muito mais velha fazendo um Wolveirne dos anos 80 do Dias de um Futuro Esquecido. Ele está fenomenal no tom cansado, as vezes com raiva e as vezes melancólico dele. E o encontro dele com o próprio Hugh Jackman foi muito emocionante, recomendo.
    https://www.youtube.com/watch?v=VD_gMUbYSeo

  • http://www.zelda.com.br/ Twero

    Só lembrando que a Bandai Namco é mais distribuidora do que desenvolvedora. Os títulos de anime são desenvolvidos por N subsidiarias dela, como a DIMPS (responsável pelos jogos do Dragon Ball) e a minha faovirta: CyberConnect 2. Essa manja fazer jogos de anime como ninguém, como foi em Naruto, o jogo de luta do Jojo e a gente eprcebe a dedicaça~oe a paixão que eles fazem esses jogos. Sou um fã assíduo de uma IP antiga deles: a série .hack// e também de Asura’s Wrath ,que foi distribuído pela Capcom. Agora eles tão dand oaquela força pra Square pra fazer o remake od FF VII.
    Uma curiosidade: alguns os jogos da CC2 são dirigidos pelo próprio presidente da empresa: Hiroshi Matsuyama

  • João Guilherme

    Como comentaristas de cinema vcs são ótimos comentaristas de games.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Ui, temos um fodão aqui.

      Comentário por comentário, o seu também não acrescentou nada, chapa.

      • El Luchador

        Nem esquenta… deve ser garoto novo que nunca ouviu um Cinecast (RIP) e/ou discorda de algo que vocês falaram, portanto, vocês estão errados.

        HAHHAHAAH

      • João Guilherme

        Poxa Edu me expressei mal, quis dizer q a forma como analisam o filme é como vocês analisam os jogos, mas as midias são diferentes e merecem uma analise diferente, tentei fazer uma critica construtiva e saiu como um hater, sorry!

  • Guilherme Oliveira

    A Square deve ser a publisher/desenvolvedora do Japão, mas impressiona a quantidade de títulos que a Bandai Namco lança. Mesmo que os jogos tenham ciclos de desenvolvimento menor, quase todas mês eles anunciam jogos e DLCs no canal deles.

  • Ary

    Sério mesmo que vocês acham que o Switch venderá mais no período de final de ano que o PS4 ? Mesmo não sendo impossível de acontecer, eu acho uma péssima aposta e extremamente improvável, considerando-se que os títulos de maiores vendas (os 3rds ocidentais) tendem a ser lançados nesse período e por uma questão de hardware dificilmente o console da Nintendo terá versões deles.

    Vou além, provavelmente o PS4 terá mais títulos relevantes (em termos de venda e apelo popular) em seu último trimestre do que somando todos os jogos lançados para o Switch no decorrer do ano.

    Zelda e Mario tem grande apelo, mas são insuficientes para fazer uma plataforma vender mais em um ano.

    • Felipe Mesquita

      Vender mais em um mês ≠ vender mais em um ano. Eu não tenho duvidas que o PS4 vai ser o console mais vendido de 2017, assim como já tem acontecido desde 2013, mas o Switch vai ganhar títulos de franquias como Mario, Pokémon e Splatoon esse ano ainda. Cria um pacote atrativo pra um novo hardware e acho sim que ele tem chance de dominar alguns mercados em Outubro e talvez Novembro especialmente no JP e em alguns territórios Europeus que esses títulos são muito fortes.

      • Ary

        Talvez o Switch venda mais no seu período de lançamento do que os concorrentes porque a demanda é muito alta, mas como eu disse, o último trimestre é aquele que os consoles tradicionais recebem as franquias mais fortes e diante de possíveis títulos fortes como novos CoD, BF, Destiny 2, AC, FIFA, Uncharted: The Lost Legacy e ainda talvez surpresas como Red Dead Redemption 2 e Gran Turismo Sports, acho extremamente improvável que títulos como Mario Odissey (lembrando que Marios em 3D vendem menos que os 3D), Splatoon e Pokemon consigam bater de frente no maior mercado mundial.

        E por mais que títulos como Zelda façam parte desse valor agregado para que o consumidor possa optar pelo console depois, vale lembrar que mesmo tendo vendido pouco, há aproximadamente 12 milhões de pessoas no mundo que podem ter optado por jogar Zelda e Mario Kart num Wii U. Se Pokemon sair multi com o 3DS, isso também pode atrapalhar ainda mais uma compra prematura de um Switch.

        Acho que o console tem boas chances de vender bem se criarem bundles atrativos, mas do mesmo modo que a Nintendo, tanto a Sony, quanto a Microsft tem condições de também criar pacotes ainda mais atrativos dos seus consoles aproveitando os grandes lançamentos e período festivos para aumentar ainda mais suas bases instaladas.

  • Darth Paul Poor Traaais

    Aquela “passadinha rápida” só pra deixar um comentário sobre o “Logan”:

    SEM SPOILERS! SEM SPOILERS! SEM SPOILERS! SEM SPOILERS! SEM SPOILERS! SEM SPOILERS!

    Para quem acompanha a saga dos mutantes mais famosos do mundo desde o seu 1° filme – no “longínquo” ano de 2000 – até agora, sabe o quanto o personagem Wolverine passou por adaptações. Voltando esses 17 anos no tempo é possível perceber o quanto eles arriscaram, acertaram e erraram (e como erraram!) com o baixinho mais invocado dos X-Men.

    Dito isso, fica fácil entender porque “Logan” (Logan 2017) consegue agradar tanto quem sempre quis ver o mutante mais sanguinário dos quadrinhos sendo ele mesmo, violento, visceral, amargurado e perdido em um mundo que ele viu mudar em quase 300 anos.

    O principal mérito do filme é colocar nosso protagonista em um cenário onde ele precisa lidar com os erros do passado, as necessidades do presente e poucas (eu diria nenhuma) perspectivas de futuro. Após tantos anos, batalhas e perdas, Logan está sentindo o peso de tudo isso. Física e psicologicamente. Mutantes não são mais uma realidade. Um evento misterioso colocou a espécie em uma silenciosa porém inexorável extinção.
    Some isso a um Xavier com sinais claros de esclerose, perdendo o controle de seus poderes psíquicos e causando efeitos devastadores a cada crise, o surgimento de uma criança mutante com semelhanças assustadoras com nosso debilitado Wolverine e pronto! A receita para uma encrenca gigantesca.

    A violência é esperada. Cada um dos embates entre os algozes “Carniceiros” – ciborgues caçadores de mutantes que trabalham para uma empresa de pesquisa genética – e a dupla com ossos de adamantium gera sequências onde a carnificina rola solta. Destaque para um sequência que acontece mais para a metade do filme, onde as coisas rolam em um ritmo mais lento.
    As atuações estão memoráveis, destacando a de Patrick Stewart como Xavier velho, cansado e triste por ter visto seu sonho virar cinzas. Cada diálogo entre ele e o Hugh Jackman consegue arrancar todos os sentimentos ao mesmo tempo. Jackman também está sensacional, passando a cada momento toda a carga dramática capaz de nos convencer facilmente que ele sim é o Logan/Wolverine. Tudo de errado que aconteceu ao longo de tantos filmes conseguiu ser expirado nesse “último”. Último entre aspas já que o ator declarou estar “recolhendo as garras” desse papel. Pelo menos até alguém olhar os resultados da bilheteria…

    A jovem atriz que interpreta Laura/X-23 foi uma ótima escolha. Capaz de nos mostrar cada emoção apenas com olhares e expressões, seus momentos de fúria são tão convincentes que você prefere partir para cima do Logan pois sabe que vai sofrer menos.

    Mas nem tudo são acertos. A trama é fraca em parte de suas principais motivações, os vilões são desprovidos de carisma, além de serem jogados de uma maneira muito gratuita. E o pior não é isso. Soluções de roteiro que remetem aos mesmos erros de filmes anteriores do Wolverine me incomodaram. Não vou me extender muito pois não quero dar spoilers. Só espero que, depois de passar todo o hype, mais pessoas notem essa falhas.
    Mas apenas para descobrir que o filme, apesar dessas escorregadas, ainda é o “primeiro e último filme do Wolverine”!

    Quem tiver oportunidade de assistir dublado eu recomendo. O trabalho está excelente e, para velhos saudosistas iguais a mim, ouvir o magistral Isaac Bardavid interpretar esse papel é uma afago no coração.

    Ah, sobre a classificação RATED R. Sim, o filme tem uma violência bem grande e explícita. Porém para por aí. Diferente de “Deadpool” onde o foco estava mais no humor negro, sexo e bizarrices, “Logan” foca no quão violento o mundo é, principalmente onde temos pessoas com garras afiadas e fator de cura. Dá pra levar as crianças? Não recomendo. Não é um filme de super heróis. Na verdade a decadência desse conceito é mostrada durante toda a história.

    Ótimo cast. Eu também estou fascinado com Horizon. Vou jogar muito, mas só nos finais de semana…

  • Henrique Sampaio

    Eu também ouço o Mario falando “Mexico!” no Mario 64 haha

    • http://www.zelda.com.br/ Twero

      Eu não ouvia, mas agora que o Edu falou, não vou mais conseguir desouvir. Hahahaha!

  • Eduardo Santos

    o Rapaz cego que deu a entrevista no Danillo Gentili,ele é campeão brasileiro de MK.

  • http://cevadabuster.com Rodrigão Meira – Niterói RJ

    Este jogo está foda. Alguém conhece alguma clínica de reabilitação para jogadores de Zelda Breath of the Wild no Rio de Janeiro? Hehehehehe