Reloading #111 – DLCs Infinitos, Um Atrás do Outro

Nesse episódio, Bruno CarvalhoEdu Aurrai e Felipe Mesquita, falaram sobre os números atualizados das vendas de Nintendo Switch e Playstation 4, novidades sobre Marvel vs Capcom Infinite e os resultados do ano fiscal da Capcom, a volta aos velhos tempos da SEGA, e muito mais.

Duração: 109 min

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  • Felipe Malhame

    “EU” particularmente acho os títulos dos podcasts bem confusos e não ajudam a uma boa pesquisa do assunto, além de ter uma tentativa de alivio cômico fracassada.

  • Wilton Pahim

    Olá mais uma vez, a todos os amigos e ouvintes do Reloading.

    Curti demais a noticia sobre a divulgação do Marvel vs Capcom Infinite. Ele tem tudo pra me agradar em todos os sentidos: Modo História (Sim, mesmo sendo um game de luta pra mim é essencial), ótimos personagens e as Jóias do Infinito para serem usadas durante as partidas. Realmente estou empolgado com as “infinitas” possibilidades de divertimento que estão por vir.

    Quanto a empresa Capcom, se ela fechou o ano fiscal dela com números abaixo do esperando, foi tudo por culpa dela mesma. Não digo nada sobre RE7, pois falem o que quiserem eu gostei desse novo game e comparado a outros games recentes da franquia ele esta excelente. Mas o SF5 por exemplo, foi um game que teve sua venda muito mal executada que acabou matando a paulada qualquer idéia de salvar o game depois. Mas o principal problema dela pra mim é a falta de exploração dela em outros games esquecidos da empresa (como Onimusha, Devil May Cry, entre inúmeros outros) que com certeza há público sedento pela chance de explorar esses mundos novamente, basta apenas a “senhora Capcom” abrir bem os seus olhos. Assim eu espero, pelo menos.

    E curti demais, em especial, o trailer do Gundam Versus. Aqueceu o meu coração vendo o video e lembrando do tempo em que assistia “U.S. Manga” na TV Manchete. Sensacional!

    Obrigado por mais um ótimo programa, como sempre, meus amigos.

    Valeu!

  • Alexandre

    Pessoal, o Locadora não sai na primeira segunda do mês? Estão atrasados ou estou enganado com a data?

  • João Maria Santos de Oliveira

    O Bruno parece uma bicha velha recalcada quando fala “bebê”…

  • http://cinemacomrapadura.com.br Wilker Medeiros

    Pô, muito bacana o cast dessa semana. Novidades e debates de games que vão reverberar muito daqui pra frente. Também achei pontual a colocação do Bruno em relação a questão da Nintendo da E3. Longe de ser hater ou algo do tipo da empresa, mas eles vez ou outra vivem se dando mal por esse tipo de arrogância, é algo recorrente (e em vários aspectos externos também, ainda são muito no “mundinho deles” pra tudo).
    Sobre o estilo do Marvel vs Capcom Infinite, só pra falar que na verdade é bem diferente do que se viu em Marvel vs Capcom 3 – apesar de seguirem a proposta de ser em 3D renderizado em tempo real em vez de sprites (algo impraticável em jogos de luta modernos atualmente). Na verdade o 3 optava por um sombreamento total, com bordas escuras semelhantes aos quadrinhos, além de todas as explosões presentes na franquia e do estilo de arte cartunizado, enquanto esse tem uma ideia muito mais clean em diversos aspectos visuais. Ou mesmo no estilo dos modelos do personagens, que como o Edu bem colocou, parecem brinquedos e tal.
    No mais, programa foda como sempre. Falou!

  • Diego

    O caso do SFV foi burrice da capcom no lançamento mesmo, pq o jogo em si o conteudo q vc só adquire por dinheiro real sao skins e alguns 1 cenario, os personagens sao adquiridos com dinheiro do jogo e a propria capcom ja falou q todo conteudo jogavel lançado vai ser toralmente gratis (e ate agr vem cumprindo com oq falaram), eu espero q tenha essa opçao no marvel vs capcom infinite, e q o jogo venha completo no lançamento, mas em relaçao as praticas de dlc, sfv ta perfeito pra mim nessa questao, ate pq tenho todo conteudo do q alguem q gasta donheiro extra com o jogo, e eu nao gastei nada alem do preço q paguei, a unica “vanfagem” do season pass é q vc ganha skins premium, mas os personagens podem ser adquiridos com o dinheiro in game, e eu adquiri todos eles lançados ate entao

  • Diego Santos Vieira

    Mas a Nintendo continua na E3, aliás, com o maior stand. O que ela fez foi mudar a forma de pré anúncios. Não tem nada de arrogância aí.
    Têm-se em mente que várias empresas já deixaram de fazer anúncios de jogos novos na E3.
    Até a MS já anunciou as especificações do Scorpio antes da E3.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Acho que foi o que a gente falou, não?

  • Crumbo

    Opa, sei que não tem a ver com esse episódio, mas, como acabei de (re)jogar o Inside pela primeira vez, e ouvir o Locadora antigo que vocês comentam sobre o jogo, gostaria de levantar certos pontos que reparei e que mais ou menos formaram minha interpretação (não acertada e definitiva, já que isso não existe). Bom, vamos lá… prometo ser breve (menti).

    Acredito que a temática essencial da obra de fato são os estratos de controle: da sociedade/conglomerado sobre os seres acéfalos, do seu personagem também sobre as criaturas, do conglomerado sobre o seu personagem, do jogador (nós) sobre o menino e, em última instância, dos criadores do jogo sobre nós. Teve alguns pontos cruciais do jogo que me levaram a essa interpretação.

    No início, achei que não iria gostar tanto de Inside pelo caráter “providencial” de vários puzzles: alavancas, botões, roldanas, escadas, caixotes e outros dispositivos tão planejadamente colocados no ambiente, interna e externamente, que não faziam nenhum sentido e tinha uma face para lá de falsa (que tipo de instalação/laboratório é esse que tem esse tipo de design interno? Quem trabalharia nessa merda? Não é nada funcional!). Parecia que tudo fora colocado pensando em mim. Então, se afastando da ideia, sempre comum, que o seu personagem é o herói, o indivíduo singular com as capacidades de ultrapassar as adversidades, sejam elas quais forem, foi quando pude perceber, em um desses instantes, que eu não estava ali para desvelar, descobrir ou desmantelar nada; não entraria dando tapa na cara de tirano nenhum que havia construído aquilo tudo. Eu estava ali para ser gerido, testado, dominado por forças superiores as minhas. Outro momento chave no qual eu percebi algo similar – que eu não era o picudo da vez – foi exatamente no momento em que, ao controlar um homúnculo para conseguir passar de um outro puzzle, ele teve que controlar um terceiro. Porra! Tinha achado que eu era especial, a única pessoa ali com vontade e “poderes” para controlar outros corpos. Essa situação jogou na minha cara que eu era tão desprovido de agenciamento quanto qualquer zumbi do jogo. E sobre esses seres, é legal perceber que conforme o nível de controle sobre eles aumentava (o seu inclusive, chegando ao ponto de jogar uma galera num fosso em determinado momento), e também a exigência feita a eles (pedir para que andem, pulem e virem, para depois auxiliar em tarefas braçais até o ponto de locomoção e extensão orgânica), eles vão sendo apresentados em formas e “classes” diferentes, começando todos vestidos de roupas sociais, simples trabalhadores talvez, para as vestes de operários, então nus e finalmente desmembrados e desformes, esses últimos ficavam nutridos naqueles imensos galpões de água e acabariam formando a massa de homens pro fim do jogo, algo que interpretei socialmente como uma massa unificada, sem rosto (porque esse não importa mais) a ser pastorada, que, a despeito da quantidade de indivíduos que a constitui, acaba se movendo conjuntamente para um mesmo local e independentemente que acredite que tenha vontades próprias e únicas, está enredada em jogos de controles acima dela e executa o que previamente fora estipulado. Não somos vistos como seres singulares, somos intenção de consumo, de voto, público-alvo, cifra x em algum power point de alguém mais poderoso.

    O que me leva à parte final do jogo: você jogador controlando a massa “descontrolada”, tocando o puteiro nas instalações. Eu comecei a suspeitar um pouco antes do menino se juntar involuntariamente àquela mistura de carne. Antes de me aproximar dela, fui em direção a janela de vidro onde observavam os técnicos e cientistas, e eles começaram a acenar e apontar na direção contrária, tipo “o seu puto, tu tem que ir é pra lá, ó!”. Como não tive liberdade de escolha (afinal, quem tem?), acabei realizando o que queriam e prossegui com o jogo. Então, a partir daí, na forma e força monstruosa, e iniciando a fuga desse inferno, começaria a ter finalmente autonomia transvestida de violência. Isso, se não fosse o fato dos cientistas estarem me ajudando a fugir, alguns bem calmos até, só olhando o que eu faço ou abrindo porta, acionando o propulsor do cubo, saindo da frente da janela (isso se você esperar poucos segundos e não quiser passar por cima do cara e transformá-lo num borrão de sangue). Eles pareciam querer realmente que eu chegasse a algum lugar, ou pelo menos saísse de perto deles, já que iria destruir tudo. Por fim, depois de arrombados os tapumes que me levaram finalmente pra parte externa, onde pude literalmente rolar até a praia (que porra de praia é essa que fica a quilômetros debaixo d’água? Lembro de ter descido e muito!), morri, mas morri livre. Mas esse cenário paradisíaco tinha aparecido como uma enorme maquete em uma das salas que você invade como monstro-massa! PORRA! Não tinha visto da primeira vez, mas tá lá mesmo, assim que você se transforma, você consegue ver, até a luz focalizando a praia tá construída na miniatura! A parte de fora tá mais dentro do que nunca, mêo! Ou seja, me senti um bobão. Um tom otimista seria: coletivamente nós conseguimos nos desvencilhar dos grilhões que nos controlam e alcançar a tão sonhada e nietzscheana vontade de potência. Mas esse tom inexiste! Só tem um: não tem escapatória, não tem o campo externo libertador e criativo, das possibilidades infinitas, só tem um campo, o lado de dentro (Inside :p), do confinamento, ou melhor, da simulação de possibilidades e simulacros substituindo o real, malandro!

    Que merda. No fim, foi tudo um faz de conta, uma brincadeira armada; meus sentimentos de angústia e tensão durante a trama só eram respostas às fabricações de terceiros, nada foi autêntico. Porém, hoje em dia, não seria esse o “normal”? (Não vou terminar dando uma de pós-marxista aqui, juro). Portanto acredito que, mais do que mostrar as relações de domínio, soberania ou controle em várias instâncias, Inside é um pouco mais incisivo e esboça a inexistência de arbítrio, seja em um videogame ou para muito além dele.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Muito bom. Bate em muitas partes com minha visão também. Valeu pelo comentário.