Reloading #114 – João, Cadê seu Braço?

Nesse episódio, Bruno CarvalhoEdu Aurrai e Felipe Mesquita, falaram sobre mais um mês de liderança da Nintendo, a volta de grandes IPs da SEGA, Destiny 2 chegando, e muito mais.

Duração: 132 min

Comentados:

>A special message from DONTNOD Entertainment
>Post na Steam sobre a mudança do sistema de cartas
>Kisckstarter de Project Rap Rabbit
>South Park: The Fractured But Whole Trailer – The Farting Vigilante
>Consulta Pública sobre a redução de impostos nos Jogos Eletrônicos

Trailers da Semana:

>TEKKEN 7 – As Melhores Lutas São Pessoais
>TEKKEN Retro Recap – Part #1
>Destiny 2 – Official Gameplay Reveal Trailer

>ARMS Direct – 17.05.2017
>Sundered – Resist Trailer
>D.Va Spotlight – Heroes of the Storm
>Middle-earth: Shadow of War – Open World Trailer
>F1 2017 – MAKE HISTORY Trailer
>PES 2018 | Teaser Trailer
>Project Rap Rabbit – Website Teaser
>Sonic Forces – Park Avenue Hero Gameplay
>Sonic Forces: Custom Hero Trailer
>The Surge – Launch Trailer

Jogos da Semana

>Phantom Dust
>Conan Exiles
>The Surge
>Seasons After Fall
>Dead Space
>Horizon: Zero Dawn

JOGO DO 99VIDAS NA STEAM!!!

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  • Wilton Pahim

    Olá mais uma vez, a todos os amigos do Reloading!

    Sobre o programa em questão, já começo dizendo que o Bruno pode sossegar o facho que a abertura sempre foi, e sempre será o nosso “aeeeee pessoal” e ninguém vai tirar isso da gente.

    Concordo sobre o metodo Xbox de retrocompatibilidade, uma coisa que acredito vai só melhorar com as próximas gerações de consoles da Microsoft e que deveria (já a alguns anos por sinal) ter sido um exemplo pra Sony que trata o assunto de forma vergonhosa por sinal.

    Quanto a a tributação de jogos eletrônicos, também fiz a minha adesão a lista do projeto e espero mesmo que os games tenham um preço justo aqui no Brasil. Este pai gamer e ganhador de salário mínimo, agradecerá demais quando esse dia chegar.

    Já sobre esse modo de criar seu próprio herói em Sonic Forces, eu digo apenas uma coisa: Vou ficar jogando meus Sonic Adventure 1 e 2, e o Sonic Generations até lançarem o Sonic Mania. Obrigado.

    E como eu gostaria de ver um retorno triunfal da Sega, de preferência com um Dreamcast 2 logo de cara. Vai ser emoção demais, para tantas lágrimas de felicidade nesse dia.

    Enfim, muito obrigado por mais uma ótimo programa como sempre, meus amigos.

    Abraços a todos!

  • Guilherme Araujo

    Cara esperava uma longa conversa de Destiny, mas esse sou eu no Hype.
    Sobre Ele ser lançado no Battle.net concordo com o Felipe. É o mais logico a se fazer, o primeiro tem o pedaço do bolo da grana que eles teriam que dar para Steam, mas acredito que isso seja o menor dos motivos. Segundo é agregar valor para o próprio produto, a Battle.net. Terceiro e creio que mais importante é a visão que a Activision Blizzard querem mostrar, um grande aglomerado. Bem provável que mais para frente todos os jogos saem apenas na Battle.net(PC).

  • Arthur Luna

    Sobre esse modo de criar seu próprio herói em Sonic Forces: Eu achei interessante a Sega pôr essa opção, pq tem muitas fanarts de OC (Personagens Originais) de Sonic nos Deviantart da vida, e então ela colocou isso no jogo. O que eu espero (assim como o Bruno) é que isso não seja obrigatório para um Modo História, talvez no modo Single Player ou só pra enfeite. Mas vendo pelo lado bom, por sorte não foi o Bubsy. Bom, ao menos, temos o Sonic Mania, que deve ser bom demais.

  • http://www.twitter.com/RaptorHawk Hawk

    Essa abertura é horrível e já deveria ter mudado no episódio 2

  • Gyselle P. Teixeira Correia Li

    Bruno, continua com a apresentação clássica mesmo (AÉÉÉÉÉ´Pessoal…) ! Deixa a nova para o Rewinding 😀

  • Caesar

    Felipe tu tem clã de Destiny já? Como que é? Bora marcar de jogar Trials Of Osiris

  • João Gabriel de Castro Almeida

    Observação para a equipe do Reloading: Quem comanda a Fórmula 1 não é mais Bernie Ecclestone e sim a Liberty Media, a pior equipe não é (até o momento) a Sauber e sim a McLaren e a McLaren de 1988 (MP4/4) é exclusiva do pre-order do F1 2017.

    • Eduardo Barbosa

      Até gostei da notícia dos carros clássicos, mas fiquei com uma dúvida. Eles vão poder entrar na carreira? Se sim, não gostei. Não faz o menor sentido uma carreira com os novos carros “malvadões” correndo com os antigos.

      Agora o que eu queria MUITOOO eram pistas clássicas (sem ser na carreira).
      Indianápolis, Nürburgring, Magny-Cours… Aí sim seria muito bom.

      • João Gabriel de Castro Almeida

        Não sei lhe informar se os carros clássicos vão poder entrar na carreira, particularmente, acredito que não. Concordo que não faz sentido algum, até porque da mesma forma que os carros foram mudando ao longo dos anos, o regulamento também foi mudando.

        Sobre as pistas clássicas:

        Indianápolis tem uma imagem ruim na F1, o Schumacher cedeu a 1ª posição para o Rubinho em 2002 (uma “gentileza” pelo que aconteceu na Áustria), por aquela corrida de 6 carros em 2005 (os pneus Michelin poderiam não aguentar a corrida inteira) e pelo oval ter sido confirmado no Project Cars 2 ( https://www.gtplanet.net/project-cars-2-adds-indy-speedway-three-historic-oval-racers/ ), acho díficil Indianápolis voltar.

        Os outros circuitos, onde os respectivos carros clássicos correram, é possível, principalmente aqueles saíram do calendário recentemente como Nurburgring.

        No mais, agradeço seu comentário pois sempre é bom compartilhar ideias.

  • Ary

    Primeiramente gostaria de dizer que gosto dos três integrantes do programa e costumo concordar com boa parte das opiniões, mas acho que o Bruno nesse episódio exagerou nas críticas à Sony (que é a fabricante que atualmente tem o melhor console de mesa e a que mais investe em jogos exclusivos) e valorizou demasiadamente um elemento secundário de uma empresa (Microsoft) que vem decepcionando no desenvolvimento de exclusivos e lançou um hardware fraco e com mais políticas anti-consumidor.

    Retrocompatibilidade é um recurso bem interessante e merece ser elogiado, mas tanto isso não tem grande peso mercadológico que Wii U e XOne tendo esse recurso sempre apanharam feio do PS4 em vendas e o Switch mesmo sem retrocompatibilidade vem tendo vendas excelentes. Consumidor prioriza jogos novos, exclusivos de peso e o PS4 vem dando uma surra no XOne nesse sentido.

    Outro aspecto é que o discurso soa meio demagogo a partir do momento que devido a grande diferença de hardware, emular PS3 num PS4 se mostraria uma tarefa muito mais complexa e insistir numa estrutura de desenvolvimento lançando o PS4 baseado numa arquitetura equivocada apenas visando a retrocompatibilidade seria uma erro imenso. PS4 foi um console muito bem idealizado para entregar um hardware que fosse equilibrado e tivesse um bom custo-benefício, mudar isso em favor de ter um catálogo de jogos antigos (sendo que nem o XOne foi lançado com essa possibilidade), isso sim seria um tiro no pé.

    Por fim, outra falha na análise é que se por um lado o XOne torna a gameteca do X360 retrocompativel, a de XBOX ainda não é, enquanto que no PS4 é possível o jogador aproveitar os principais jogos de PS2 na linha PS2 Classics, que é um caso diferente que não chega a ser uma retrocompatibilidade direta, mas ao menos traz vantagens e a possibilidade de jogar aqueles clássicos numa plataforma atual. Eu sei que é mais vantajoso ter acesso ao catálogo de uma plataforma da geração passada, mas citei esse dado para mostrar que na análise preto no branco do Bruno, faltou enxergar que a área é mais cinza e a desvantagem de uma acaba se compensando na outra.

    • Eduardo Barbosa

      Concordo em muitas partes do seu texto.
      É inquestionável a qualidade da Sony em exclusivos. Tive o PS2, PS3 e PS4 e pretendo ter um “PS5”. Mas acho muita sacanagem eu comprar um PS5 e não poder jogar um “The Last Of Us”, por exemplo.

      Comprei The Last Of Us no PS3 e no PS4. Tudo bem, até concordo (com ressalvas) que a arquitetura é muito diferente. Mas o PS4 é praticamente um PC em arquitetura e a tendência é que isso não mude nas próximas gerações.
      O único motivo para a Sony não oferecer essa retrocompatibilidade (nos exclusivos) para as próximas gerações, é se eles tiverem focando apenas em $$ pra vender novamente o mesmo jogo.

      Obs: Não posso falar nessa retrocompatibilidade com jogos de terceiros. Aí provavelmente entra questões contratuais.

      • Ary

        Concordo com você, mas acho que o console com arquitetura errada e inviável pra emulação, chamado PS3, merece ser criticado por suas falhas, mas o PS4 como sucessor não merece ser criticado por não conseguir retrocompatibilidade com um console que enquanto projeto era ruim.

        Seria equivalente a criticar a ausência de retrocompatibilidade de jogos de N64 no GC ou então de Saturn no Dreamcast, sendo que tanto o GC, quanto o DC foram ótimos projetos que infelizmente sucederam consoles que tinham sua complicações (cartucho no N64 e programação complicada do Saturn).

        Vale lembrar que os primeiros modelos de PS3 que tinham retro com o PS2 eram vendidos por um valor muito mais elevado do que a Sony conseguiu depois capando essa função e no final os melhores jogos acabaram recebendo remasters com melhor qualidade ou mesmo pintando na linha PS2 Classics.

        Concordo que retrocompatibilidade daqui pra frente é uma tendência que deve se estabelecer com essa arquitetura parecida com PC e caso o PS5 não consiga, dai sim eu criticarei, mas o PS4 não conseguir rodar PS3 é algo extremamente natural e o esperado desde que foi lançado. Aliás, vou além, o XOne rodar X360 é muito mais méritos da Microsoft do que algo que naturalmente aconteceria.

  • SmokeE3 .

    Sobre a tributação de jogos eletrônicos, até onde eu sei não é tributado como jogo de azar. Pelo menos não aqui em SC, onde ele é enquadrado como 8523.49.20 (Discos para sistema de leitura por raios laser).

    E é justamente aí que se diferencia dos jogos da Steam, já que os jogos em discos são considerados uma mercadoria física, logo é tributado pelo Estado, ICMS. E se é mercadoria, tbm há o IPI do governo.
    Esses dois tributos sozinhos representam de 32% á 40% do valor do produto.
    Mas quando o produto é Software, ou seja, não é mercadoria física em circulação, já não há ICMS e IPI, tendo apenas o ISS que é de 2% á 5%.

    Se na próxima geração, eles conseguirem fazer como a Microsoft faz com o Office, mostrar que a versão física é apenas um programa de computação, não seria tributado por ICMS.

    Aqui tem algumas consultas e fontes:

    http://www.portaltributario.com.br/artigos/isssoftware.htm
    http://legislacao.sef.sc.gov.br/html/consultas/2014/con_14_052.htm

  • Eduardo Barbosa

    Sobre retrocompatibilidade, acho que sim, é o ponto mais forte da Microsoft nessa geração.
    Tenho PS4 e se no dia do anúncio do “PS5” a Sony não deixar claro que TODOS os jogos do PS4 serão compatíveis sem custo adicional, vendo o meu console e compro um PC.

    Ainda acho, na verdade, que ter um Xbox não compensa mais, já que os exclusivos saem no PC.

    Sei da importância dos exclusivos da Sony para a indústria e para mim, mas entre os exclusivos e a possibilidade de jogar qualquer jogo que eu comprei, independente de plataforma, vou pelo segundo.

    Parabéns por mais um episódio.

    1) Podem testar uma nova abertura (confio em vocês :D)
    2) Deixem pra falar de séries e cinema nos spin-offs 😀

  • El Luchador

    Aê, saiu.
    Antes tarde do que mais tarde!
    EHuiaheoiuahouifhoauie

    Tive que limpar o apê sábado de manhã sem ouvir o reloading, foi meio triste.
    Saí da minha rotina.

    Mentira, ouvi outro podcast, mas é que essa hora é reservada do Reloading.

    E deixa essa abertura aí, tá legal assim.

  • duhbits

    Infelizmente este negócio de redução de imposto é uma ilusão. Se reduz imposto de um setor, a tendência é aumentar o imposto de outro setor.

  • http://www.zelda.com.br/ Twero

    Avisando que o link pro primeiro vídeo tá levando do vídeo do Destiny!
    Creio que o link seja esse: https://www.youtube.com/watch?v=_oYYb2GMdZ8

  • PsicoHélder Soúlima

    BORA ESCUTAR!