Reloading #125 – Como Jogar Seu Nome No Lixo

Nesse episódio, Bruno CarvalhoEdu Aurrai e Felipe Mesquita, falaram sobre o sucesso contínuo de vendas do Nintendo Switch, a polêmica do festival de Pokémon GO, a vergonhosa versão física de Mighty Number 9, e um tanto mais.

Duração: 84 min

Comentados:
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  • Wilton Pahim

    Salve, Salve, mais uma vez a todos os amigos do Reloading!

    Sobre este programa:

    Não vou me estender falando sobre a versão física do famigerado Mighty Number 9, apenas dizer que quando você pensa que a vergonha não tem mais fim o mundo vem e nos surpreende novamente. Triste.

    Quanto aos problemas ocorridos no festival de Pokémon GO, eu quero deixar claro desde já que não desejo mal algum as pessoas que foram ao evento e todas as pessoas de modo geral e é muito estranho dizer as seguintes palavras, mas ver uma coisa dessas acontecendo em um evento que não é no Brasil com pessoas de outros países vivenciando o que sempre passamos quase diariamente e um tanto quanto aliviante. Mas apenas no quesito de mostrar que essas coisas podem acontecer a qualquer um sem exceção e que isso não é algo “made in Brasil” apenas. Ainda sim, espero que ninguém nunca mais passe por essas coisas na vida.

    E para deixar bem claro: JOGADOR Nº 1 FOI O MELHOR TRAILER LANÇANDO NA SDCC ESSE ANO. LEIAM O LIVRO, RECOMENDO FERVOROSAMENTE POIS VOCÊS VÃO ADORAR.

    Obrigado mais um belo programa como sempre e até a próxima, amigos.

    Valeu!

  • http://www.fodaseomeuwebsite.com fodaseomeunome

    Não sou pirateiro….mas impossível não lembrar do Bruno ao ver essa crítica.

    Abraço ae!

    Hehehe

    https://uploads.disquscdn.com/images/7b1224b4d588d551ed0c8db431074c0badf2fa3f9ab00bce16819126fe9026ef.jpg

  • Guilherme Oliveira

    Tem tantos jogos 2d excelentes na Steam, seja em jogabilidade, arte e conceitos.
    Estou jogando Dead Cells e o jogo é lindo e muito bom! Hollow Knight é um dos melhores jogos que eu joguei neste ano. E li que ele foi feito por 3 pessoas. Dá até uma tristeza ler sobre Mighty Number 9 e sua campanha porca. Os caras tiveram recursos,nomes,tempo e até mesmo depois do lançamento o game desaponta.

    Eu boto fé no Igarashi, Symphony of The Night é o meu jogo favorito, mas fico com um pé atrás com o projeto. Principalmente depois de ter visto grandes games 2d na Steam.

  • André Matulionis

    Não acho que Batman seja metroidvania, porque não foca na exploração, ela é só mais um elemento de gameplay.
    Mas tanto ele quanto vários outros jogos atuais (reboot do Tomb Raider, to olhando pra você) mescla elementos de metroidvania.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Symphony of the Night também não. Tanto que você pode terminar o jogo pela metade de boas. E, ainda assim, ele é o “criador” do sub-gênero. Ele te premia sim pela exploração, assim como Batman AA. Como tu disse, é um elemento de gameplay.

      Junto com:

      – Ambiente semi aberto.

      – Locais que você visualiza desde o início do jogo, mas não tem acesso até obter determinado item ou habilidade.

      – Evolução do personagem e ganho de experiência através de combate ou progresso.

      Ou seja, elementos intrínsecos aos metroidvanias. O que ele não faz é virar bicho e nem bolinha, rs.

      • André Matulionis

        Metroid também. Você pode terminar com metade deixando de lado, como já fiz. Mas ambos te recompensam com melhorias na jogabilidade por você explorar. Batman você ganha no máximo o 100% por coletar troféus charada.

        Também, o que sempre me deixa encucado, a parte “Vania”. O próprio Igarashi já falou que ele não se baseou em metroid, e prefere o termo Igavania. Eu sempre achei ambos bem distintos entre si, e o SotN com muito mais elementos de RPG do que o necessário.

        • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

          O diferencial do negócio é a exploração de Metroid (incluindo itens pra procurar que tu vai usar mais pra frente) misturado com elementos de RPG. Diga-se, equipamento (que de certa forma tb tinha em Metroid) junto com personagem que evolui ganhando experiência (e o estilo do mapa que foi praticamente chupinhado). O lance do Vania foi mais por isso ter acontecido num jogo que fez sucesso com a fórmula do que por Castlevania em si. Pessoalmente, nesse lado, eu sempre dei mais mérito pra Metroid do que pra Castlevania.

          E você não termina Metroid pela metade como em SOTN, onde você realmente deixa meio jogo de lado se não achar o castelo invertido. No máximo perde uns tanks e mísseis. Esse foi outro grande diferencial de STON também.

          Independente disso, a série Arkham tem mais elementos clássicos de metroidvanias do que dos mesmos elementos separados. Nos jogos seguintes aprofundaram mais nesse lance de deixar coisa pra trás. Um lance legal de recompensa pela exploração, isso próprio já da série, é o de trocentos easter eggs que tem espalhados desde o AA.

          • André Matulionis

            A discussão não vai parar. A série Arkham não é exclusivamente metroidvania também. Ela mistura RPG, Hack n’ Slash/Beat ‘em up, Stealth como Metal Gear, e até tiro em 3a pessoa estilo Gears of War.

            Mas é legal comparar jogos tão recentes como a série Arkham e tão antigos como Metroid e perceber como que as sementes que foram plantadas lá atrás viraram grandes árvores nessa indústria.

            • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

              Quem falou em exclusivamente?

              E outra:

              “Ela mistura RPG, Hack n’ Slash/Beat ‘em up, Stealth como Metal Gear, e até tiro em 3a pessoa estilo Gears of War.”

              Disso que tu falou, RPG e beat ‘em up também estão dentro de metroidvanias. Stealth sim foi um elemento bem diferencial na série Arkham. Tiro em terceira pessoa é insignificante, são pitadas.

              Continua com mais elementos de metroidvania.

              • André Matulionis

                Ninguém falou exclusivamente. Não tô argumentando. Só colocando observações.

                E na minha opinião, metroidvanias não tem a ver com beat em ups. O combate dos dois é completamente diferente. Metroidvania foca na exploração de obstáculos no espaço ao redor ao redor e de equipamentos para utilizar. Beat em up é no gerenciamento de inimigos.

                Eu vejo Arkham como jogos com foco no combate, portanto mais hack n’ slash do que metroidvania.

                • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

                  Não acho que o foco seja em combate. Na verdade, eles são bem equilibrados nesse quesito. Principalmente o AA, que pra mim é a obra prima da série. Tanto que ele mistura bem as partes de porrar os inimigos, a parte stealth e a parte de investigação.

                  E até metroidvania em si é uma parada complicada. É meio que um gênero por convenção, por boca a boca. Não chega nem a ser uma “ficção científica” em cinema, que é mais um tempero do que um gênero em si, mas se assemelha quando se tenta classificar.

                  Pra mim ele tem esses três elementos primordiais que falei aí em cima:

                  – Ambiente semi aberto.

                  – Locais que você visualiza desde o início do jogo, mas não tem acesso até obter determinado item ou habilidade.

                  – Evolução do personagem e ganho de experiência através de combate ou progresso.

                  E isso vem mais de Metroid do que de Castlevania.

                  Agora, veja, se você tira o terceiro, você pode enquadrar Zelda ALTTP no negócio. Eu mesmo considero metroidvania mais como um adjetivo do que necessariamente como um sub-gênero.

                  • André Matulionis

                    Acho que pode ser encarado de ambas as formas. Como adjetivo, você mesmo definiu. Como gênero, é possível enquadrar o “metroidvania de raiz”, com jogabilidade 2D, movimentação horizontal e vertical, e com uma ambientação bem característica. Se procuro na Steam pela tag “metroidvania”, é o gênero que estou procurando, e não a característica.

                    Dá pra comparar com platformers. Como adjetivo, ele é bem vasto, desde Pitfall, passando pelo Metroid e Castlevania, até Crash ou Nier Automata, mas quando você coloca como gênero, o que se considera é o plataforma clássico, como SMW e Sonic.

                    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

                      Então, mas aí vc tá usando outro exemplo equivalente cara, rs.

                      Platformer não é um gênero. Seria um sub-gênero, como um metroidvania. Tanto que se classifica “action-platfformer”, “cinematic-platformer”, etc. Plataforma por plataforma, Batman também é.

                      Metroidvania cai naquela denominação complicada meio que como o survival horror, que ficam entre o action e o adventure.

                    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

                      Reiterando, isso é o que eu considero como o sub-gênero metroidvania, não leve como algo concreto ou coisa do tipo.

  • Danilo Alves Garcia

    Programa maravilhoso, como sempre!
    É uma pena o Inafune fazer isso com seus fãs, e pior, pessoas que o apoiaram financeiramente, isso deixa a todos com um pé atrás se surgirem projetos semelhantes.

    Quando Felipe Mesquita falava dos lançamentos da semana aos 58:16, ele descreve o jogo mais não fala o nome, ou ele disse e eu não percebi? Fiquei muito interessado com a discrição…
    Ouvindo novamente, é o superhot? É isso? hehehe.

    Obrigado pela qualidade impecável.

    Forte abraço a todos.

    • Felipe Mesquita

      Foi o Downwell, parece que o áudio cortou na hora que eu falei o nome

  • Henrique Munhoz

    Eu já estava com pé de atrás de comprar MN9. Agora, com essa história da caixa, piorou, hahaha
    Parabéns, Inafune!

  • Guilherme Alves Dos Santos

    po bixo nem me avisaram que saiu

  • Patrick Reis

    Sei la eu sou meio besta e me emociono com a reação da hlera.. Olha a reação do anuncio BLAZBLUE CROSS TAG BATTLE https://youtu.be/08hC2hO4JOA?t=1m33s PQP que foda.

    E senhor aurai…. Deixa os garoto brincar… é um ritual repetir junto com o senhor carvalho as redes sociais.

    • Guilherme Oliveira

      A galera aí deve ter ficado maluca nesse dia.
      Teve esse jogo, Geese no Tekken, Trunks em DB FighterZ. É uma boa época para os fãs de jogos de luta, apesar das vaciladas da Capcom.

  • Bruno

    Opa, citaram Tibia no programa, então meio que fiquei na obrigação de mostrar a tela inicial do jogo.
    Que direção de arte incrível, 10/10.
    Som 10/10

    Link pro resto das telas.
    http://tibia.wikia.com/wiki/Tibia_Background_Artworks

    https://uploads.disquscdn.com/images/72fe6045805d8c1d4575eb3daa77c3057f15c39b125efe080667757d89d781f0.jpg

  • Gyselle P. Teixeira Correia Li

    #Baixando, ainda não ouvi o cast, mas essa box Mighty Number 9 parece aquelas box falsificadas dos jogos do SNES kkkk.
    Keiji Inafune por quê?

  • Dcnauta Marvete

    Bruno: cogita comprar adaptador de banda larga para Dreamcast.
    Edu (raciocínio rápido): “e depois fala do colecionador” 😀 😀 😀
    Galera do Reloading bacana demais. Vlw.

  • José Higor

    Se não conseguiu colocar Just Cause pro Brasil, deveria colocar outro jogo de expressão, nos últimos meses só life is stranhe e until dawn q valeram à pena.

  • https://twitter.com/Benji382 Benjiro

    Acho bizarro alguém jogar The Sims no console, mas acontece. Eu sou fã da franquia mas acho um absurdo no que a EA fez com o game. Sdds Will Wright.