Reloading #128 – Floreando Zumbis

Nesse episódio, Bruno CarvalhoEdu Aurrai e Felipe Mesquita, falaram sobre o processo de plágio contra a Nintendo, o adiamento de Crackdown 3 e a suposta falta de exclusivos da Microsoft, novos jogos de tabuleiro baseados em franquias dos video games, e um bocado a mais.

Duração: 100 min

Comentados:
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  • Wilton Pahim

    Mais uma semana, mais um Reloading!

    Jogo rápido sobre o cast:

    Sobre a suposta falta de exclusivos da Microsoft, ela sempre vai sofrer com isso pelo fato de a compararem diretamente com Sony, onde ela ganha de lavada nesse quesito por possuir uma leva de games (em sua maioria) excelentes. Na minha opinião, ela deveria investir muito mais em games exclusivos, já passou do tempo.

    Adorei a idéia de um jogo de tabuleiro baseado em Resident Evil. Acho a idéia muito divertida e válida, a versão do Dark Souls ficou linda e assim que você abre a caixa para jogar aparece escrito “você morreu” para fazer todos darem aquele famoso sorriso de “entendi a referência” na hora.

    E parabéns ao Bruno, pela escolha da trilha de Kung Fury ao final do programa. ótima escolha.

    Até a próxima, amigos.

    Abraços!

  • http://www.zelda.com.br/ Twero

    Ótimo cast! Só senti falta de falarem da ESPETACULAR abertura do Sonic Mania. Todo mundo deveria ver essa que é uma das melhores aberturas da ÚLTIMA DÉCADA: https://www.youtube.com/watch?v=zA9zwpMj_8A

  • Bruno Rocha

    Esses títulos do cast estão cada vez melhores, hahahaha

  • ZSharoark

    Bruno Carvalho mitou escolhendo a trilha do Kung Fury

  • http://www.twitter.com/RaptorHawk Hawk

    Essa zoação com o PC por causa de gráficos já deu hein. Tanto Playstation quanto Xbox estão almejando o 4k, mas vocês insistem que isso é coisa de PC. Bora evoluir?

  • Rafael Guimaraes

    Sacanagem comparar Board game de Civilization com War hein Sr.Bruno Carvalho. War é pura sorte e nunca acaba, diferente dos boards modernos.
    Abraço

  • Paulo Henrique

    Meu 1 video game foi um PS1 e fui muito feliz.

    ANOS depois, comprei um XBOX 360 e fui muito feliz, mas desta vez tive que aceitar a superioridade da Sony e comprei um PS4.

    Queria muito comprar o XONE, mas não tem exclusivos bons.

    Como eu já tinha um PSvita, já tinha vários jogos da PLUS.

    (Tenho vita não por ser sonysta, mas por gostar de portatil, tenho 2 3DS e um mini mega drive da tec toy)

    Não sou SONYSTA nem CAXISTA, vou no que é melhor

  • JON TALBAIN

    Ótima discussão!!! Mas acredito que o que motiva muitas pessoas a irem para o Playstation, muitos amigos meu que tinham xbox e compraram ps4, foi a vontade de jogar os exclusivos que viam no PS3… Uncharted, God of War, e outros ai como uma amigo compra, vem outro e acaba comprando pra jogar junto e assim vai gerando essa cascata! E no fim das contas o que vende um console são os jogos…sempre foi assim. Pode ser que no futuro o serviço supere os jogos….mas mesmo assim o melhor serviço será o que tiver melhores jogos. Eu prefiro God of War, Uncharted e Horizon que são jogos single, e nisso o PS4 está bem… Lembrando que a Sony estava levando uma surra, e onque salvou foram os bons jogos no fim da vida da plataforma.

  • Ricardo Maians

    Não conheço nenhum jogador de Xbox com falta de jogo pelo contrario, não vejo nego com menos de 100 jogos, Gold dando ótimos jogos, Xbox game pass vindo pro Brasil por R$ 29.90, Xbox One X acabando o estoque em pré venda em todas as lojas, só a divisão xbox dando mais lucro que todo o lucro da Sony inteira, não sei que mundo vocês vivem, Concordo que o Micro errou no marketing no começo da geração e que ao longo dos anos ela vem recuperando a “má fama” o fato que hoje ela esta 100% pró gamer investindo em jogos online com torneios e premiações, por outro lado a Sony se acha líder do mercado por vender mais, mas o fato que as pessoas compram um play4 pra jogar um ou outro jogo exclusivo e fica no fifa e gta, a unica plataforma que vende por causa dos exclusivos é a Nintendo a prova esta nas vendas, ainda mais com a Sony sendo Rackeada novamente, as pessoas vão ficar mais inseguras em jogar na platafoma online dela,

    • Ary

      De qual fonte você tirou que a divisão XBOX é mais lucrativa que toda a Sony? Essa informação me parece equivocada porque já vi analistas de mercado reclamando que a MS mascara esses dados sobre receita misturando a divisão XBOX com outra (acho que de entretenimento) o que impossibilita analisar os dados de maneira individual. De todo modo, mesmo que essa sua fonte tenha essa informação e seja correta, ela parece tendenciosa tendo em vista que um conglomerado com inúmeros setores como a Sony pode ter prejuízo em um ano por conta de setores totalmente diferentes inclusive diluindo os enormes ganhos de um setor extremamente lucrativo, sendo assim, misturar Sony com Playstation seria desfavorável na compatibilização dos lucros no setor de games.

      Em suma, considerando a divisão Playstation é muito provável que os lucros sejam substancialmente maiores que o setor XBOX, porque a Sony vende mais seus exclusivos, tem mais assinantes para seu serviço, tem maior base instalada vendendo mais jogos 1st e 3rd, o que resulta também em maior arrecadação com royalties. A possível franquia atual da MS que poderia render esses maiores ganhos e que vende universalmente em todas as plataformas, Minecraft, deve ainda estar pagando o investimento bilionário da compra do estúdio.

  • Fernando Savio

    As discussões são sempre válidas, e é bom ouvir a opinião de todos vocês…
    Mas, educadamente indago, precisava ficar mais de 20 minutos falando sobre o mesmo assunto? Nos primeiros 10 minutos já deu pra entender o ponto de vista de vocês.

    Um grande abraço e encarem este comentário como uma crítica construtiva, por favor.

  • Almighty

    True Survivor: a melhor música já feita pelo homem humano!

  • Darth Paul Poor Traaais

    Sempre ouço o programa com um ouvido nos integrantes e outro na trilha sonora. Fui agraciado com um trecho onde toca parte da trilha do excelente “Teslagrad”! Valeu senhor Edu!

  • Ary

    Só retomando um ponto que alguém citou nos comentários em algum momento, acho um erro concluir que é bom a Microsoft investir em campanhas multiplayer e jogos como serviço para se diferenciar da Sony e conseguir uma fatia diferente do mercado, justamente porque a Sony investe em jogos com a características oposta (singleplayer, campanhas grandes e projetos mais artísticos) porque percebe que essa estratégia da Microsoft é aquela que vai na direção existe mais concorrência e estão as franquias que vendem mais.

    Quando a Sony desviou a Guerrilla de KZ, que era só mais um FPS pra concorrer com CoD/Destiny/BF/SW/TF pra fazer Horizon, ela ofereceu ao público que terminou GTAV há quatro anos um sandbox de altíssima qualidade. Já a Microsoft investindo em Crackdown cria um concorrente direto para o “imortal” GTA Online. Quando a Sony lança um Ratchet and Clank ela oferece ao público um AAA dentro de um gênero que basicamente não existe em plataformas não-Nintendo, mas a Microsoft pega uma Rare que é um estúdio com DNA de jogos de plataforma 3D e coloca ela para criar um jogo com dinâmica pra disputar mercado com jogos como Overwatch.

    Resumindo as diferenças: Sony cria experiências que concorrem com estúdios ou produções menores, normalmente, focando seus lançamentos em boas janelas pra não concorrer com as franquias mais fortes do mercado, enquanto que a Microsoft tenta disputar mercado com EA, Actvision, Blizzard, RS, seja no período de lançamento de seus títulos, seja oferecendo jogos com as mesmas características das franquias mais competitivas.

    E isso não é bom negócio a partir do momento que tanto Sony como Microsoft ganham muito dinheiro de EA, Actvision, Blizard e RS apenas com os royalties de seus jogos de modo que, na maioria dos casos, não compensa criar concorrentes diretos para essas franquias.

  • Leonardo Barrichelo

    Podcast foda, principalmente para pessoas como eu que não tem muito tempo, ou as vezes até saco, para ficar procurando notícias pela internet. O principal que interessa está sempre por aqui. A edição está cada vez melhor também. Parabéns a todos os envolvidos.

  • Ary

    Sobre os comentários de alguns posts abaixo, de vender a plataforma XBOX caso ela não satisfaça, acho que não funciona corretamente porque além de ter um grande valor agregado de investimento pesado do consumidor em serviços como Live, EA Acess e jogos digitais que seria perdido, também não estamos falando que a plataforma está totalmente desamparada e sem receber jogos interessantes.

    Meu ponto é que apesar do console ter suas virtudes, a participação da MS como desenvolvedora de jogos está sofrível nessa geração e a coisa caminha para uma direção cada vez pior. Cancelar Scalebound porque era um projeto que precisava enfiar algum componente online é a prova final de como uma empresa que é gerenciada por profissionais que não gostam de jogos acaba resultando em piores opções para o jogador tradicional.

    Battletoads, Conker, Banjo, Kameo, Voodo Vince, Blue Dragon, Alan Wake, Quantum Break, Sunset Overdrive, enfim, tantas IPs de qualidade sendo deixadas de lado pra lançarem jogo de pirata genérico com componente online. O típico jogo que não venderá consoles,não venderá bem, será motivo de piada para os concorrentes e que será rejeitado pelos jogadores da própria plataforma que ficarão em opções melhores como Destiny 2.

  • http://cinepop.virgula.uol.com.br/ Wilker Medeiros

    Fala, galera, novamente parabéns pelo cast, sempre capaz de trazer um debate legal.
    Olha, em relação a questão da Microsoft, estou com o Bruno dessa vez. Acho que Ryse, Sunset Overdrive e Quantum Break são títulos que, sim, eles investiram e simplesmente não funcionaram. E o feedback negativo não deve ser englobado como “o público do Xbox não curte as propostas de singleplay”. Acho que não curte esses games. Rise of the Tomb Raider é um bom exemplo positivo. O público caminha pela produção em relação a qualidade da plataforma. Creio que não é bem por aí.
    Ah, quero dizer que Sonic Mania roubou o GOTY de Crash. Hauhuahua Abs!

  • André Matulionis

    Como vou fazer aniversário dia 31, o adiamento do Sonic Mania pro dia 29 foi bem conveniente. Um ótimo presente de aniversário.

  • SmokeE3 .

    Eu sou consumidor assiduo do Xbox, minha gamertag é Weliton SC, qualquer coisa pode ir lá e conferir, já joguei praticamente todos os exclusivos dessa geração, então vou falar porque eu não tô gostando do que ela tá fazendo e vcs acham que nós jogadores estamos exagerando:
    Como foi dito, a Microsoft começou muito bem, por isso foi meu primeiro console nessa geração, e isso é até 2014.
    Em 2016 tivemos bons jogos mas não foi tãoooo grande assim, já que Recore e Quantum Break não agradaram tanto. Mas a solução não é só lançar jogos, tem que mostrar que há um futuro. Então em 2016 a Microsoft anúnciou sabe quantos jogos NO ANO Inteiro, além do forza anual obrigatório? 1 jogo: State of decay 2, um Indie de nicho mas que agora tá sendo vendido com AAA. E chegamos em 2017, e aquela parada que eu havia dito de “mostrar um futuro pra plataforma” começa a fazer efeito, pq ela lançou Halo Wars 2, que é um jogo pra um público ultra pequeno, e forza 7, jogadores como eu, que são a maioria, que não jogam nenhum dos dois estilos de jogos, não terá um jogo decente vindo da Microsoft. State of decay 2 e Sea of thieves foram adiados e ninguém nem falou nada. Aí scalebound que era uma das melhores promessas foi cancelado e Crackdown, por mais que não seja um grande jogo, é adiado. Mas agora vamos voltar praquela parte de “visão para o futuro”, quais jogos DA Microsoft foi anunciado esse ano? Mostraram 42 jogos na E3, desses, só 2 são novos e realmente exclusivos do Xbox: super lucky tales, e Ori 2. Ou seja nenhum grande jogo. Mas aí vocês vão dizer, “indies são bons rapaz” pois é, mas nós também gostamos de jogos AAA como horizon zero dawn. E como a gente tem uma visão pro futuro, se isso ocorrer, será só em 2019, já que em 2018 será esses jogos prometidos desse ano.

    Aí vai vir o Edu e dizer “mas não importa ser exclusivo, o que importa é ter jogos, pedir exclusivos é babaquice”. Mas Edu, acho que você passou muito tempo fora dos consoles, então eu vou te explicar: quando você adere á um console, você espera que a empresa desse console gere jogos para ele, mesmo que não seja exclusivo, pode lançar pra pc, mas a gente espera que tenha jogos. A Nintendo investe bastante com as suas séries, já pensou o que seria dela sem deus jogos first party? A Sony tbm vem investindo nisso.

    Já a Microsoft investiu bem no início da geração, mas e no atual momento? Pq 2016 não foi tão forte e 2017 já tá sendo considerado o pior ano de toda a geração pra Microsoft. E aí vem vocês dizer que é exagero reclamar que não tem jogos, que ela não obrigação nenhuma em fazer jogos, hahaha. Só que não é assim que a barca anda… se vcs pararem pra pensar, a Microsoft é uma empresa MUITO maior e rica do que a Sony e a Nintendo, e é a que menos investe em jogos e diversidade. E isso é justamente pelo que o Felipe disse, ela investiu só que esses jogos não deram certo, MAS a resposta não é parar de investir. A empresa que comprou Minecraft por mais de 1 bilhão não gerou nenhum jogo AAA esse ano, e a outras duas empresas que vivem dizendo que tão falidas tiveram Dezenas de exclusivos. Enquanto isso vocês acham que o erro não tá na Microsoft, e sim na mídia por divulgar que a nintendo em 9 meses lançou mais jogos que a Microsoft em 2 anos.

    Agora vocês imaginam o que seria da Sony se ela dependesse só dos jogos exclusivos que ela tem como “consagrado” (Gran turismo, Uncharted, God of War) nessa geração? Acho que seria bem fraca.
    Felipe, você diz que ela investe e não há aceitação do público mas acho que então ela tem é que investir mais, e não menos, a Sony tá conseguindo, eu acho que a Microsoft tbm pode conseguir.

    Trocar o foco de jogos pra serviços chega a ser risorio. Imagina alguém que vai comprar um console
    Videogame Xbox:
    Pró: ótimos serviços pra pagar mensalmente;
    Contra: Jogos.

    Great!

    Fiquem em paz! Acho que a mídia tá fazendo um ótimo papel em esculachar, só assim Phil Spencer vai ouvir seu público. Pode ser negativo pra quem pensa em comprar um console mas será positivo, pq eles vão querer lançar mais jogos dismistificar essa fama.

    • SmokeE3 .

      E sabe o que é mais louco? Tenho outros dois amigos que nem seguem o que a Sony ou a Nintendo faz. E pra eles, numa discussão eles concluíram que esse é um dos anos mais fracos em jogos da geração. Mas é claro, eles não sabem o que é um Breath of the wild ou outro jogo que saiu so no PS4.

    • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

      Colega, creio que eu tenha me expressado mal quanto ao lance de “exclusivos”, palavra que detesto por si, pois já parte da premissa de excluir. Óbvio que não há problema da empresa lançar seus próprios jogos. O que eu crítico são as pessoas que tem isso como único termômetro de uma plataforma e acabam caindo na famigerada flame war.

      O que eu não entendo, o que não me entra na cabeça, o que não faz sentido algum, é nego que reclama, reclama, enche o saco, mas continua com a plataforma como se estivesse amarrado nela. Como se tivesse assinado um contrato vitalício no momento em que a adquiriu. Não é o seu emprego que você não gosta, mas não pode mudar porque precisa dele. Não é o mercado do lado da sua casa que você não gosta, mas tem comprar nele pois o outro fica em outra cidade. É videogame. Se o cara não está feliz com a plataforma, mas ainda insiste em continuar com ela, para mim é masoquismo. Agora, se a intenção é apenas ficar de flame war na internet, aí é babaquice mesmo.

      Você não precisa me explicar nada. Eu não estou fora dos consoles. Eu estou muito bem inserido nesse mercado, até por que esse é o trabalho desse podcast. Ou você acha que o Reloading é um programa de uma plataforma só? Eu só opto por não ter consoles em casa, pois para mim seria um investimento com pouco retorno. Como foi com vários consoles durante a época em que os comprava. Jogava Nintendinho, chegou o Master System, Nintendinho ficou pegando poeira. E assim foi com Mega/Snes, Saturn/PSX, Dreamcast/PS2, e hoje para mim seria com qualquer console. Olha que legal, opções. Não é bacana?

      • SmokeE3 .

        Hoje é mais difícil abandonar uma plataforma, no meu caso por exemplo, tenho mais de jogos de Xbox one digitais, tem a assinatura da gold em andamento, e pra outras pessoas tem a Gamerscore, que pra mim não importa. Então há um investimento aí de mais de R$ 3.000, mas se eu for vender não consigo nem a metade, mas o mais importante é perder o acesso à tantos jogos.

        E flame wars é babaca mesmo, muitos só querem exclusivos pra dizer pros outros “olha meu exclusivo”.

        • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

          Bom, nessa lógica tu não troca nada na vida, porque tudo deprecia. E sempre há também a opção de ter outras plataformas. Mas daí entra naquelas se vale a pena deixar a anterior (ou a nova) pegando poeira após meia dúzia de jogos.

          • Dcnauta Marvete

            Vcs trataram muito bem as nuances da temática sob a ótica dos gamers hardcore. Mas queria acrescentar um aspecto que só gamers ruins como eu levam em conta: o custo x benefício. Não sei o motivo, mas normalmente os jogos multiplataforma são mais baratos no Xone. Por isso, quase só jogo nele. Meu PS4 mal é ligado, porque adquiro poucos games para ele.

            • http://reloading.com.br/ Edu Aurrai

              Sensato. E, ao meu ver, muito mais próximo da realidade do que ficar brigando com desconhecidos na internet defendendo (de graça) empresas (que não estão nem aí pra você) e “exclusivos”. Estilo as crianças “eu tenho, você não tem”.

            • Ary

              Eu também levo em conta preço e por isso acho vantajoso ter as duas plataformas, porque a Microsoft, NORMALMENTE, tem vantagens nos preços e serviços. Quando não tiver, dai você pega aquele jogo no PS4.

              Mas isso não significa que devemos passar a mão na cabeça da empresa e achar que tudo bem dela lançar jogo medíocre e continuar investindo em políticas ruins para games.

              Microsoft entrega um console com bom custo benefício, com bons serviços (principalmente EA Acess e retro) e preços, mas ela está péssima como desenvolvedora de jogos.

              • Dcnauta Marvete

                Curti, mas concordo em parte. Não tenho cacife para analisar se a MS adota “políticas ruins” e nem cheguei a jogar os games que vc chamou de medíocres. Sei apenas que o EA Access é massa. Acho que Felipe Mesquita foi bem na colocação dele, mas talvez não tenha sido bem interpretado. Pela E3, parece que a M$ resolveu não enfrentar a Sony diretamente (grandes jogos single player) e vem tentando dominar um outro nicho do mercado que, provavelmente, será mais lucrativo para ela. Empresarialmente falando, faz sentido. Reconhecer isso não é “passar a mão na cabeça” nem “botar a culpa no consumidor”, é apenas saber analisar um cenário. De minha parte, como não jogo online e nem faço distinção se o game é exclusivo, procuro me conduzir assim: primeiro eu vejo o jogo que tenho interesse (atualmente, MGSV); depois, adquiro onde for mais em conta (geralmente é no Xone, se for multi); depois eu jogo, mas não no lançamento. Não sou hardcore e tenho muito mais backlog do que tempo e habilidade, então só compro um game quando ele fica abaixo de R$ 50,00 (regra) ou, em alguns casos, aceito pagar até R$ 100,00. Acima disso, tô fora. Vlw.

                • Ary

                  Só para deixar claro, eu sou o primeiro a criticar os haters que criticam o XOne em sua plenitude, porque sim eu concordo contigo que a plataforma vale a pena e achei você totalmente coerente sobre como ela satisfaz suas necessidades.

                  Mas esclarecendo as políticas ruins, eu diria que elas são perceptíveis quando percebemos como afetaram negativamente alguns jogos. Quantum Break é um jogo muito bom, mas além de ser relativamente curto, falta-lhe claramente alguns elementos de jogos dessa geração que impactam o jogador e isso seria resolvido caso a MS não tivesse feito aquela série paralela (que é uma produção grande) e usasse parte desse orçamento no jogo em si. Scalebound rodava bonito em feiras e eventos porque o que era mostrado era um DMC com dragões te auxiliando no combate, mas a empresa queria algum componente multiplayer/coop e o estúdio não conseguiu realizar. Crackdown está há anos sendo feito e a cada vídeo se mostra mais decepcionante, porque pra justificar a Live e as escolhas de um hardware mais fraco (por conta do kinect) a Microsoft tentou estabelecer uma nova tecnologia de processamento em nuvem e isso possivelmente impacta nos atrasos e na baixa qualidade do mesmo. A Rare, conhecida por fazer alguns dos melhores jogos da história, está envolvida num jogo de piratas que não empolga há muitos anos e lá está a tentativa de fórmula multiplayer ocidentalizada.

                  Outro aspecto que considero ruim é como suas séries se tornam incompletas e/ou não tem seu potencial explorado porque viram séries de um único jogo. Ryse é um jogo que apesar de mediano TEM um puta de um potencial desperdiçado porque ele tem características bem definidas que poderiam ser arrumadas numa sequencia que teria boas chances de ser um ótimo jogo. QB e AW também são ótimos jogos com histórias e universo inconclusivos que precisariam de uma sequencia pra amarrar as pontas. Sunset Overdrive tem um universo muito bacana que renderia outros bons jogos. Enfim, descartar séries não me parece uma politica bacana quando você quer construir um público fiel.

    • Ary

      Concordo com boa parte do que você disse e também tenho gamertag se alguém quiser conferir que de fato tenho o console.

      Só acrescentaria que mesmo a Microsoft tendo investido em novas IPs no começo da geração, boa parte delas foi afetada pelas políticas ruins dela. Quantum Break é um jogo bom, mas claramente perdeu conteúdo porque investiram demais naquela série meia-boca que não acrescenta nada pra experiência de jogo (se o jogo tivesse recebido notas melhores poderia ter vendido mais). Crackdown atrasa pra caralho por conta de toda aquela bobagem de processamento e nuvem que ela tentou vender em algum momento. Rise of Tomb Raider foi um exclusivo que na semana de anúncio já tinha funcionários dando a entender que chegaria no PS4 em menos de um ano com versão PC confirmada. Recore sempre foi um produto mediano desenvolvido pelo desprestigiado Inafune. Ryse é um jogo que apesar de me divertir, ele é totalmente dispensável e mediano. Sunset Overdrive é um jogo muito bom, mas tal qual Gravity Rush pra Sony e Xenoblade pra Nintendo é jogo pra agregar valor à imagem da plataforma e não pra gerar grandes receitas.

      Bruno estava absolutamente certo ao falar que o esforço pra Microsoft foi pequeno e que o consumidor não tem culpa de games mal planejados não renderem boas vendas.

      Horizon da Sony estava na cara que daria certo por tudo o que ofereceram, assim como Bloodborne, Uncharted 4, dentre outros, porque são jogos feitos com caprichado focados no jogador tradicional e sem qualquer subterfúgio pra empresa empurrar algo que o jogador convencional não quer.

    • Felipe Mesquita

      Acho que o problema é que a gente ta analisando essa situação por óticas diferentes e eu provavelmente devia ter deixado isso mais explicito na minha observação. E como foi um assunto que surgiu meio repentinamente pra mim durante a gravação, acho que não expliquei direito o que tava na minha cabeça e a parte da ”parcela de culpa” do publico tomou um destaque um pouco maior do que deveria ter recebido.

      Você ta (de forma totalmente compreensível) encarando esse momento só pela perspectiva do consumidor, e é claro que desse lado o desejo vai ser sempre em favor da publisher investir no maior número de softwares possíveis, nos mais variados escopos e gêneros. E eu entendo a frustração por esse ponto, até porque pra quem consome, pouco importam os tramites que investir mais e melhor envolvem, quem ta pagando quer receber o resultado. E sim, essa perspectiva é provavelmente a que mais importa.

      O que eu tentei trazer foi um ponto de vista do outro lado, pra talvez oferecer uma explicação do porque hoje a situação ta desse jeito, e também pq ela de certa forma faz sentido visto o que aconteceu no passado recente do inicio da geração e como a base do Xbox tem respondido as praticas mais recentes da indústria. Vou tentar explicar melhor e de forma mais completa (e gigante) aqui essa minha visão. E vou deixar de fora o trio Halo, Gears e Forza da conversa porque na minha opinião eles na verdade tão muito bem resolvidos nessa geração visto como a situação geral de desenvolvimento mudou.

      Em 2013, a situação da divisão Xbox e da Microsoft Studios (quem financia, produz e publica os softwares first party da Microsoft) era bem diferente. Eles ainda tinham todo um esquema de estúdios e acordos pra trabalhar em jogos pro Kinect, resquício da visão do final do 360. No final da última geração, essa visão fez com que o output de software tradicional diminuísse em detrimento a quantidade de jogos pro Kinect, e entendendo que ela precisaria ter os dois tipos de software pra ser o mais mainstream possível com o XB1, vários acordos ”2nd party” foram feitos. Dai que vieram projetos como Sunset Overdrive, Ryse, Screamride, Killer Intinct,
      Phantom Dust, Ori, Scalebound, ReCore, Quantum Break, Crackdown 3, etc. E tbm os acordos por exclusividade de third parties como Titanfall, RotTR, Dead Rising 3 e 4. Foi também um período que ela abriu novos estúdios pra novas experiencias, como Team Dakota e a Decisive Games e em que tinha estúdios recentemente adquiridos trabalhando na plataforma (Press Play e Twisted Pixel)

      O que aconteceu é que o Kinect não emplacou nessa geração, e poucos desses projetos funcionaram do ponto de vista financeiro (Ori e Killer Instinct por exemplo deram maior retorno, por isso estão em relevância até hoje). E sim, alguns tão ligados diretamente a qualidade ou a proposta, mas projetos bons e de estúdios renomados como Sunset Overdrive e Quantum Break também não receberam a atenção necessária do mercado, e obviamente quando um jogo não vende, isso passa um tipo de mensagem pra quem financiou aquele jogo. Eles definitivamente tentaram estabelecer novas propriedades na plataforma, mas não saiu como o esperado.

      Então com essa quantidade de projetos que não deram retorno financeiro, e que com certeza tiveram impacto negativo no orçamento, obviamente alguma mudança na mentalidade de investimentos tinha que rolar. Até pq por mais que a Microsoft seja esse juggernaut de empresa que a gente conhece, a divisão Xbox não tem um cheque em branco pra fazer o que quiser não, e na verdade a situação é bem oposta disso.

      Desse ponto entre 2015 e 2016 que da pra enxergar bem a reformulação da divisão inteira do Xbox, pra algo que funcionasse melhor pra eles analisando como que a base reagiu aos investimentos do começo da geração. A gente viu os fechamentos de estúdios, cancelamentos de alguns projetos (que com certeza tinham seus bons motivos pra acontecerem), parcerias desfeitas e claramente ficaram em produção os projetos que a Microsoft Studios enxergou uma potencial ressonância maior com a parte massiva da base, enquanto projetos que tinham futuro financeiro duvidoso não foram pra frente. Dai também que vieram coisas como os jogos no Win10 e Xbox Play Anywhere, Retrocompatibilidade, o Game Preview (que é uma pratica muito boa pra eles pq abre as portas pra jogos que outras plataformas de consoles não vão receber por um tempo por não terem programas similares) agora o Game Pass, e outras mudanças relacionadas a plataforma. Todas essas deram certo, então não tenho como criticar eles por investir nessa mentalidade.

      Acho que no momento, o que ta rolando em relação ao limitado numero de anúncios por parte da Microsoft Studios é que eles estão exatamente nesse período de transição entre o que restou da visão antiga e da nova visão em relação a software. E é nesse processo de assinar mais projetos, que o retrospecto do que o publico dela não consumiu dificulta.

      Existem varias empecilhos em produzir jogos de impacto nos dias de hoje. Encontrar os estúdios independentes e disponíveis pra esses projetos é um deles, especialmente quando a Microsoft tentou produzir jogos em colaboração com alguns dos maiores expoentes dessa aba do mercado e eles não funcionaram (Insomniac, Crytek, Remedy, Platinum). Estabelecer novos estúdios pra essa gen é uma alternativa quase impossível nessa altura do campeonato porque os frutos desse trabalho vão demorar ainda mais pra sair. Ter um numero limitado de estúdios internos é sim é um problema que a MS Studios tem, mas que vem de gestões passadas.

      Outra dificuldade é o custo e o tempo que esses projetos hoje em dia levam, e isso afeta todas as publishers. Pra se ter ideia, ReCore que é considerado um projeto de escopo bem reduzido e que teve um desenvolvimento de aproximadamente 2.5 anos (curto pros padrões atuais), teve um custo só pra pagar os salários dos ~40 funcionários que a Armature tinha durante esse tempo, de aproximadamente 10 Milhões de Dólares. Isso é sem contar qualquer custo com os produtores pelo lado da MS Studios, dos designers da Comcept, do staff da Asobo que também trabalhou no jogo, dos valores pagos a serviços terceirizados de arte, som, programação, CG, sem contar o orçamento de marketing, taxas com rating e publicação e os custos em si de produzir os jogos em formato físico.

      Agora imagina sair de um de uma situação onde dezenas de milhões foram investidos em vários jogos no começo da geração, jogos de todos os tipos, e muitos não deram retorno, alguns porque foram escolhas que não tiveram identificação com seu próprio publico. A resposta pra isso não é sair investindo mais porque ”é preciso” e com certeza não é investir em projetos similares que apesar de boa recepção não venderam. A melhor resolução é olhar pra sua base e tentar investir melhor, tentar acertar, e não sair gastando pra todo lado esperando acertar igual ela já fez.

      Ai quando se combina todos esses fatores, eu entendo o porque de no momento deve ser tão difícil pra Microsoft Studios encontrar esses projetos e porque os anúncios estão magros. Não acho que é por descaso dela com a plataforma ou por falta da vontade de investir, é porque é muito difícil lidar com essa situação em que as opções de estúdios são limitadas, e alguns já tiveram produtos com a MS que não deram certo, onde gêneros de sucesso também são limitados, e alguns não funcionam tão bem na plataforma e outros tem uma concorrência muito forte, e também os altos custos e o longo tempo de desenvolvimento atuais. E quando se encontra um projeto, não da pra sair anunciado por ai de cara, uma pratica que ela evita bastante (até pra não dar brecha pra um constrangimento com possíveis cancelamentos durante desenvolvimento, algo bem mais normal do que muita gente pensa que é.)

      Dai que vem a minha visão de que talvez a mídia tem reverberado de forma um pouco exagerada o papo envolto nisso, ao invés de tentar entender o que esta acontecendo. E de novo, toda essa nuance e perspectiva pode não importar em nada pro consumidor que pagou e quer receber cada vez mais, eu entendo isso, mas com o olhar mais atento ao mercado, eu enxergo o lado da plataforma também.

      EDIT: (carai isso ficou gigante. Eu provavelmente deveria ter transformado isso num texto melhor redigido e revisado, mas ta valendo)

      • SmokeE3 .

        Ótimo texto! E concordo totalmente com ele. Mas pra mim, parece que a MS teve um gap pra estudar o mercado por volta 2014-2015 (quando já tinha seus jogos selecionados pra anunciar) e que seriam mostrados por essa época.
        Algo que eu vejo que mudou na Sony é “quando devo lançar meu jogo?” Eles lançam em qualquer período do ano. A Microsoft ainda parece que estava com visão “vamos fazer uma line-up de fim de ano”.

      • André Matulionis

        Status: Esperando esse texto ser publicado standalone

  • Gyselle P. Teixeira Correia Li

    Vamos ouvir 😀

  • Caio_RB

    Só umas correções ao Felipe em relação a parte de lançamento.

    A franquia no caso é Zero Escape, o segundo jogo é o VLR (Virtue’s Last Reward) e no caso o VLR e o ZTD saíram originalmente pra Vita e 3DS.

  • Diego Phiłł

    O game favorito do meu filhinho de cinco anos. Apesar que tenho assumir o controle quando os zumbis enchem a tela!

  • PsicoHélder Soúlima

    Ramo escutar!

  • Samuel Cabral

    Aeee!! agora minha sexta-feira está completa!