Reloading #151 – Cadê os pais de Marte?

Nesse episódio, Bruno CarvalhoEdu Aurrai e Felipe Mesquita, falaram sobre o valor do papelão da Nintendo, a qualidade dos serviços da Microsoft e seu Game Pass, o contínuo crescimento de Minecraft, e muito mais.

Duração: 90 min

Comentados:

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  • William Kucharski

    Sr. Aurrai, aconteceu comigo essa história só que foi com o nome de um jogo, eu sabia como ele era, como se tratava, mas como era um jogo muito obscuro de snes, eu fui redescobrir ele anos depois, que foi o Ardy Light Foot!!!

    Na minha memória ele é um ótimo jogo até hoje, mas infelizmente não consigo joga-lo mais, não sei como eu tive esse cartucho na época de SNES!

  • Ary

    Disqus apagou o comentário de mais alguém?

    Comigo bugou duas vezes e minha resposta era grande. :facepalm:

  • Daniel Ramos

    O nível de conhecimento do xbox dos participantes é triste pra dizer o mínimo. Ouço raramente o cast e sempre pela descrição dos assuntos, pois sei q sao todos sonystas e nintendistas. Provável nao tem xbox e se tem fica encostado, nao saber o preço do gamepass foi inacreditável, ate porque foi o assunto mais falado da semana. E nem pra fazer uma pesquisa rápida antes do cast.

    Falar q pra realidade brasileira é caro 30 reais, fala sério. É caro pro brasileiro médio pobre mesmo. Agora um cara q gastou no minimo 1300 num console, 150 por ano de live, um joguinho ali outro aqui. 30 conto por mês é caro?

    • Ken

      concordo com vc amigo xbox sempre mau falado, por isso um cast sobre o xone cade?

      • Daniel Ramos

        Cara, realmente seria ótimo um cast ou voltado pro xbox ou geral com preferência pra xbox. Porque no geral é isso, um bando de cast de baba ovo da sony e Nintendo. Olhando assim parece q todas as pessoas só amam playstation. Mas vou te falar uma surpresa minha. Sou dentista e atendo muitos adolescentes, e conversando com eles a maioria prefere xbox, a maioria tem xbox e PC.

        Pelo o q se vê na internet parece q ninguém joga xbox, mas é o contrário cara o xbox tá fervendo e esses youtubers e podcasters ficam querendo impor o playstation e Nintendo goela abaixo dos outros mas não tá dando muito certo.

    • Daniel Gamer

      Tem gente aqui nos comentários criticando o programa, porque supostamente teria falado mal da Microsoft.
      Tem gente aqui nos comentários criticando o Game Pass da Microsoft, deixando nas entrelinhas que é uma “resposta” ao elogio que o programa fez ao serviço.
      Mudei meu nick recentemente, mas sou ouvinte do Reloading desde o primeiro programa e já ouvi todos ao longo do tempo (único podcast da minha vida que fiz isso). Falo isso para atestar que, apesar de cada um ter sua preferência, eles nunca desmereceram a Microsoft nem a elogiaram gratuitamente. São podcasters que entendem o suficiente de games para ter opiniões, inclusive diferentes (muitas vezes), sobre os diversos assuntos, sem se contaminar pelos “ismos”.

      • Daniel Ramos

        Olá Daniel, bom não tô criticando o programa ainda mais por ter falado mal do xbox. Por que eles nem falaram mal. O q fiz foi só um comentário sobre a falta de interesse e conhecimento sobre o xbox, o q é notório. Como ter um programa pra falar de videogames em geral e nem ter ou conhecer direito o segundo videogame em preferência ou vendas? Muito estranho, posso até não gostar de um videogame mas se meu trabalho é falar sobre, eu teria que experimentar, testar. Por exemplo, qdo saiu o vigésimo remaster de shadow of colossus eles quase tiveram um ataque cardíaco. Mas pra dar uma notícia sobre algo que muitos sites disseram ser talvez uma mudança no paradigma e como será consumido os jogos no futuro, foi quase como ler um obituario.
        Foi so uma constatação, não quero obrigar ninguém a gostar desse ou daquele, cada um tem sua preferência.

        • Daniel Gamer

          Olá, xará. Não acusei vc de ter criticado o programa por ter falado mal do Xbox. Mas é fácil ver um comentário dizendo isso, só que evitei mencionar justamente para não causar treta, até porque também não critiquei quem pensa assim. Apenas mostrei que, no mesmo bloco de comentários, há quem pense exatamente o contrário. De qualquer sorte, quando alerto para isso, não é para desautorizar a opinião de quem quer que seja, mas para chamar à reflexão. Além disso, discordo severamente da sua “constatação”; em nenhum momento ficou “notório” que o grupo tenha desinteresse e/ou desconhecimento sobre o xbox. Podem até não ter o nível de profundidade que vc deseja, mas falam do Xone da mesma maneira que falam dos outros consoles: às vezes criticando, às vezes elogiando. Por fim, que eu saiba, só um deles tem Xone, mas, mesmo assim, os demais estão sempre ligados nas notícias. Faço essa defesa da turma do Reloading como alguém que, nesta geração, tem uma leve preferência pelo Xone. Também digo isso na condição de ouvinte antigo e que sempre os viu manter uma postura equilibrada entre as plataformas ao longo do tempo.

  • Eduardo Camolez

    Acho muito interessante os jogadores terem a disposição o serviço do game pass, mas vai de perfil. Eu tenho muito pouco tempo pra jogar, infelizmente. E já tenho um backlog gigante, então não compensa pra mim esse serviço. Além do mais, sou do tipo de pessoa que gosta de abrir a estante e ver as caixinhas dos jogos lá hehehehehehehehe embora eu tenha a Live Gold, e por isso, vários jogos digitais.

    Pelo lado da Microsoft, isso é sensacional. Além deles terem a possibilidade atingir um público ainda maior que os jogos atingiriam, eles ainda garantem uma coisa que qualquer empresário sonha RENDA RECORRENTE! Com isso você diminui a sazonalidade de receita, aumenta a previsibilidade, facilitando investimentos futuros e relacionamento com os investidores.

    Grande abraço!

  • Thiago Cerqueira

    Sinceramente eu não sei o que esperar. Só o futuro nos dirá se o Game Pass será benéfico ou não e para quem.

  • Luciano Naraki

    Bruno,não desista nunca da sua carreira de stand up,vc tem futuro,vislumbro o advento do próximo Chico Anísio da comédia brasileira ,tamo junto irmão !

  • Jonas Vieira

    Ótimo cast pessoal.

    Fico na torcida por um game pass da Nintendo

  • JON TALBAIN

    As franquias da MS são bem desinteressantes pra mim, todo ano é o mesmo game requentado, virou uma EA da vida com seus Fifas!!
    Mas o Game Pass é um serviço excelente pra atrair compradores para o Xbox que perdeu muito mercado, uma boa iniciativa da empresa que está investindo pesado, tudo isso custa muita grana, juntando o Game Pass e a retrocompatibilidade os caras tem um grande chamariz para os possiveis compradores!
    Eu fico com a dupla Sony + Nintendo, pelos jogos que atendem o meu gosto pessoal.

    O investimento no Minecraft já deu retorno?? Lembrando que o boom no game foi a algun tempo atrás…já não é aquela febre toda.

    • Felipe Mesquita

      Po, a gente falou nesse programa que o jogo bateu 74 milhões de usuários ativos no mês de Dezembro, um recorde pro jogo. Ainda é febre sim

      • JON TALBAIN

        Mas saiu de quanto pra quanto? Qual o recorde anterior? O que quer dizer usuários ativos?? Sei que o jogo vendeu e vende muito bem, mas não vejo mais aquela febre toda de antes..sei lá, esses numeros soltos assim não dizem muita coisa…se é que importa neh! O que gostaria de saber, por curiosidade, é se o investimento na compra do Minecraft já deu retorno….retorno, ter pago o investimento e gerado lucro, payback?

  • Ary

    Apesar de ser assinante do serviço pelo ótimo custo-benefício, não acho que o Game Pass seja benéfico para os jogadores, ainda mais considerando que ele representa cada vez mais a mentalidade da Microsoft de padronizar características em jogos, criando apenas jogos com apelo multiplayer e modelos de monetização indireta, investindo cada vez menos em experiências diferenciadas, em franquias inovadoras e em diversidade de produtos para agradar públicos diversos (o catálogo de jogos MS se resumem a um público de adultos americanos que gostam de tiro).

    Não acho que seja justo dizer que um serviço que oferece games desinteressantes como Crackdown e Sea of Thieves deveria ter equivalentes na Sony que lança franquias como GoW, Uncharted, Bloodborne, Detroid, The Last Guardian, dentre outros, assim como a Nintendo com Mario, Zelda, Metroid,DK, Xenoblade, Bayonetta, etc. As duas empresas japonesas buscam entregar diversidade de títulos, gêneros e níveis de produção e suas franquias vendem bem.

    A Microsoft não está sendo generosa com Crackdown 3, ela está tentando criar valia para um jogo que claramente vai ficar encalhado nas lojas pela ausência de qualidade.

    Sou muito mais a Microsoft da época que investia em jogos como Sunset Overdrive, QB, AW, Blue Dragon, Fable, Conker, Kameo, enfim, experiências de gêneros diversos, focados muitas vezes em uma campanha singleplayer, buscando mercados diferentes pelo mundo.

    Além disso, é desproporcional achar que a Sony deveria transformar seu PS NOW num serviço equivalente, levando em conta justamente que streaming é a única solução para rodar jogos de um console com arquitetura alienígena como o PS3. Retrocompatibilidade de PS3 nessa geração não seria possível por uma questão de arquitetura, insistir nessa ideia não faz sentido, por pior serviço que seja o NOW.

    • JON TALBAIN

      Concordo, mas não deixa de ser um excelente serviço para atrair compradores neh

      • Ary

        Concordo. Só esclarecendo melhor meu post, porque pode parecer que minha implicância é descabida e gratuita, acho que o resumo seria que a Microsoft nessa geração vem sendo uma ótima prestadora de serviço, mas uma fraca desenvolvedora de jogos. Acho que o Game Pass a médio prazo deve piorar ainda mais sua postura como desenvolvedora, uma vez que com um serviço de uma mídia e catálogo diferente da Netflix, eles precisarão criar jogos com mais atualizações e missões renováveis para que o consumidor não pense em deixar de assinar o serviço, ou seja, mais jogos focados em multiplayer como já existem aos montes pela EA, Ubisoft, Actvision, Epic, etc.

        • JON TALBAIN

          Essa direção que a MS e muitas outras produtoras estão indo me afasta dos games modernos, o multiplayer/serviços. Curto mais uma boa companha com single player ou jogos que primam pela jogabilidade. A MS na parte de desenvolvimento de games parece estar presa a era X360 com seus FPS e TPS….

          • Ary

            Concordo com você e por mais que as pessoas achem que somos “dinossauros” que são exceção entre os jogadores, acho que a retomada de boas vendas dos jogos japoneses (que normalmente são jogos com campanha single e boas histórias), mostram que somos uma quantidade maior do que a indústria ocidental gostaria.

            Em relação a Microsoft, eu acho a atitude ainda pior do que EA, Activsion, Ubisoft, dentre outras, porque a Microsoft é fabricante e como tal deveria abastecer melhor sua plataforma com títulos que naturalmente não chegaria por uma 3rd por não ser muito lucrativo ou até render algum prejuízo.

            Como exemplo podemos pegar o gênero hack and slash que nessa geração não geraria receita e que por isso uma Ubisoft não lança um Prince of Persia ou a Capcom um DMC. Por outro lado, Sony lançará em breve seu God of War, assim como Nintendo está bancando Bayonetta 3. Qual a resposta da Microsoft nesse sentido? Cancelamento de Scalebound porque não conseguiram enfiar o componente online que justificaria assinatura de serviços.

            • JON TALBAIN

              Uma grande resposta a esse movimento de jogos como serviço, que não é de agora…a um bom tempo temos DLC, online pass (que foi bem agressivo na era PS3/X360 pra barrar a venda de games usados), gamepass, box, cartinhas, etc… são os jogos indie (que é pegar e jogar) e o crescimento do mercado e jogadores retro, o retrogamer. Sei que as coisas mudaram e vem mudando cada ve mais rápido…mas ainda me sinto frustrado de comprar um game e ter de baixar 30gb de atualizações, me frustro pq daqui a alguns anos não irei conseguir jogar o game de forma satisfatória se não tiver o conteúdo no HD, tem jogos qur são uma key (literalmente) como SFV e Gran Turismo por exemplo, que são jogos completamente diferentes do original….e com serviços assim esse aspecto só piora…vamos parar de ser donos do jogo por qual pagamos pra ter uma licença de uso por tempo determinado….sei que pra muita, mas muita gente isso pouco importa, mas como velho dinossauro que sou, gosto de visitar meus games antigos quando tenho vontade sem ter de baixar nada ou me conectar em nada…..resumindo: to velho pra caramba kkkk

              • Ary

                Concordo com você, mas acho que indies não são suficiente.

                Felizmente desenvolvedoras japonesas com projetos menores como Yakuza e Nier estão tendo seu sucesso e relevância, mais uma vez provando que essa atitude de achar que tudo deve ser online e baseado em serviço é uma visão limitada e na minha opinião até burra.

                Desenvolvedoras que tentam criar concorrentes pra CoD, BF, Destiny e outras vão tomar bonito no rabo, no entanto, há jogadores e um mercado pouco explorado em bons jogos singleplayer com diferenciais narrativos e coisas nesse sentido.

                • JON TALBAIN

                  To pirando nos Shoot ‘em up ultimamente, e jogando uns games de dreamcast que são arcades japas até o talo!!!

    • Felipe Mesquita

      Cara, vc não acha um pouco precipitado chamar de desinteressantes jogos que nem foram lançados ainda? E se torna um pouco contraditório tbm quando vc cita exemplos de jogos que gostaria de ver mais da Microsoft, e 70% deles se enquadrariam numa métrica de desinteressante tbm, uma vez que são jogos que não venderam bem, logo tiveram desinteresse por parte do publico. Ou seja, dizer que um jogo é interessante ou não pode ser relativizado de varias óticas, então não é um bom valor de argumento.

      Agora outro ponto. Falar que a mentalidade de investimento em software da Microsoft pode ser negativa pro publico, é algo que não consigo concordar também. Os tipos de jogos que vc critica e teme que virem o padrão dela são exatamente os jogos mais comprados e jogados pelo publico do Xbox. Então nessa lógica não consigo ver como seria algo nocivo pra essa comunidade que abraça tanto esses tipos de jogos.

      Vc listou ai vários jogos que mostram que a Microsoft no passado já buscou investir bastante em produtos com foco em single player, e o mercado mostrou que raramente esses são os produtos que funcionam economicamente pra essa plataforma. A unica coisa que a Microsoft ta fazendo é respondendo as preferencias gerais da sua comunidade.

      E pessoalmente, eu concordo e tbm falei no programa que não acho que essa pratica do Game Pass funcionaria hoje (no ponto de vista da viabilidade econômica pras empresas) nas outras plataformas.

      • Daniel Gamer

        Há uns dois anos (mais ou menos, estou falando aqui sem pesquisar, só de memória mesmo), numa entrevista com Phil Spencer o mundo caiu na cabeça dele porque ele havia falado algo como falta de rentabilidade de jogos single player na plataforma Xbox.
        Ocorre que pouca gente se lembra da parte da entrevista onde ele dizia que adorava jogos single player e estava planejando um meio de viabilizar economicamente tais games (acho que, na época, ele até falou em games fracionados em episódios ou algo assim).
        Bem, na minha modesta opinião, o Game Pass pode ser justamente o mecanismo que fará os jogos single player se tornarem viáveis na plataforma Xbox. Então, ao invés do que muitos temem (MS investindo somente em multiplayer), o sistema pode justamente se apresentar como o salvador de estilos mais clássicos. Só o tempo dirá.

        • Ary

          O problema é que a Microsoft enxerga a queda de rentabilidade de seus jogos singleplayer como um problema administrativo e como um serviço conseguiria maior arrecadação com o mesmo, quando na verdade o maior problema é qualitativo e de criação.

          Microsoft não investiu pesado em jogos singleplayer e não entregou produtos com a qualidade de Zelda, Mario, Horizon e Uncharted pra esperar vendas como essas.

          Não tem como reclamar que o público não consome grandes jogos singleplayer quando você não oferece grandes jogos singleplayer.

          • Daniel Gamer

            Não creio que a M$ está necessariamente “reclamando”. Vejo a iniciativa mais como a busca de um terceiro caminho.

            Quando vc está atrás numa competição, deve tomar uma decisão: arriscar fazer o mesmo que os outros estão fazendo ou investir em algum tipo de inovação que, para seu público, seja mais promissora.

            Infelizmente (para mim), o público da plataforma Xbox claramente prefere multiplayer online e experiências focadas no gameplay. Ficou fácil para a empresa redirecionar seus rumos.

  • SmokeE3 .

    Cara, vcs estão em dúvida se o próximo console da Microsoft vai ter retrocompatibilidade? Recomendo vcs á re-assistir a E3 2016, onde eles já confirmaram isso, que daqui pra frente todo console da Microsoft vai levar o seu catálogo de jogos adiante. “Imagina se eles anunciam que já vai ter 1000 jogos no dia do lançamento” tenho uma boa notícia, se a M$ não for mentirosa, vai ter muito mais q 1000.

    • Felipe Mesquita

      Ninguém falou isso, pq ninguém duvida. A unica duvida é se dessa vez o serviço vai vir day-one ou no decorrer da vida do console igual foi com o XB1.

  • SmokeE3 .

    Sobre a rotação de jogos no Game Pass, tá no próprio manual, jogos sairão (mas claro, não há pq eles removerem jogos deles mesmos). Mas sempre que for sair, eles avisarão previamente.
    https://www.xbox.com/pt-BR/games/xbox-game-pass

  • André Matulionis

    Eu tava jogando e ouvindo quando de repente “ué já acabou”. Programa de hoje foi tão gostoso que nem percebi passar.

  • Diogo Maia

    No meu caso o Game Pass não vale a pena, pois eu jogo uma hora por dia apenas, isso quando eu jogo. É jogo demais no serviço e eu não iria aproveitar.

  • ted

    Sobre as doações, vcs chegaram a ver o Pic Pay? Parece que pra pessoa física não tem taxa.

  • Rodrigo “Rod” Montaleao

    Sobre o executivo de games indo pra Google, apostaria em algo como um NVIDIA Shield, que roda Android TV e também é uma plataforma de games (tem até um controle pra games). Ficando na faixa dos $200, pode ser muito interessante.

  • Paulo Carvalho

    Nenhum comentario sobre o update do SF5. O arcade edition merecia algum destaque, ou o rage do bruno pelo jogo continua? rsrsrs

    • Wesley Guedes

      Eles falaram isso no programa anterior